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Fluminense

Boa fase no Carioca serve de estímulo para recuperação na Copa do Brasil

A boa campanha do Fluminense no Campeonato Carioca deve servir de estímulo para a conquista da classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil. O Tricolor visita o Avaí nesta quinta-feira, às 21h30(de Brasília), no Estádio Ressacada, em Florianópolis (SC), pelo duelo de volta da terceira fase. A situação não é das melhores, […]

11:30 | 13/03/2018

A boa campanha do Fluminense no Campeonato Carioca deve servir de estímulo para a conquista da classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil. O Tricolor visita o Avaí nesta quinta-feira, às 21h30(de Brasília), no Estádio Ressacada, em Florianópolis (SC), pelo duelo de volta da terceira fase. A situação não é das melhores, pois os cariocas foram superados na ida, por 2 a 1, no Rio de Janeiro.

Pressionados e com a responsabilidade de ganharem por dois ou mais gols de vantagem para se classificarem, os cariocas sabem que precisam de uma eficiência que foi demonstrada até aqui no Estadual, onde o time lidera o Grupo C da Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca.

“A nossa boa campanha no Campeonato Carioca serve de estímulo e nos dá confiança para buscarmos a classificação, mesmo sabendo que o time do Avaí é muito qualificado e não ganhou na ida por obra do acaso”, disse o zagueiro Reginaldo, que vai entrar na equipe para ocupar a vaga deixada por Renato Chaves, cortado da lista de relacionados para o choque com os catarinenses por cumprir suspensão por acúmulo de cartões amarelos.

O técnico Abel Braga vê a eficiência do Estadual como modelo. “Nós perdemos na estreia no Campeonato Carioca para o Boavista e depois disso não perdemos mais. Portanto, isso serve de estímulo, pois mostra que estamos conseguindo encontrar um bom modelo de trabalho”, disse Abel.

Nesta quarta-feira o elenco treina na parte da manhã e depois a delegação embarca para Santa Catarina.

Fora de campo o clube virou réu em um processo movido por um investidor que cobra do Fluminense receber um percentual da venda do meia Gerson para a Roma, que foi concretizada em 2015. Trata-se da empresa MPI S.à r.l., de Luxemburgo, que entende ser merecedora de R$ 5 milhões referentes ao negócio. A transação na época foi concretizada pelo presidente Peter Siemsen, que teria se comprometido a repassar 12,5% do valor recebido para esse intermediário, o que nunca aconteceu. A diretoria do Fluminense não vai se posicionar sobre o caso até ser citada de forma oficial pela Justiça.

Gazeta Esportiva