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Bimundial do Corinthians faz aniversário com menor vantagem para europeus

O Corinthians celebra neste domingo o aniversário de seis anos da conquista do bicampeonato do Mundial de Clubes da Fifa talvez com o cenário mais próximo para um clube sul-americano igualar o seu feito. Desde 2012, quando o Alvinegro derrotou o Chelsea por 1 a 0 no estádio Nacional, em Yokohama, nenhum campeão da Libertadores [?]

07:30 | 16/12/2018

O Corinthians celebra neste domingo o aniversário de seis anos da conquista do bicampeonato do Mundial de Clubes da Fifa talvez com o cenário mais próximo para um clube sul-americano igualar o seu feito. Desde 2012, quando o Alvinegro derrotou o Chelsea por 1 a 0 no estádio Nacional, em Yokohama, nenhum campeão da Libertadores da América chegou em tão boas condições quanto o River Plate.

Embalado por ter derrotado o principal rival na decisão do torneio continental, há uma semana, o River, ajudado pela mudança no calendário que estendeu o torneio pelos 12 meses do ano, não mais apenas pelo primeiro semestre, chega sem grandes problemas por contusão ou negociação de jogadores. Pity Martínez, por exemplo, está vendido para o Atlanta United, mas o acordo previu sua participação no torneio nos Emirados Árabes Unidos.

A situação é ainda melhor se comparada à do Corinthians, que havia perdido dois titulares do título continental (Leandro Castán e Alex) e não tinha plena certeza do funcionamento do centroavante Paolo Guerrero, contratado no meio do ano, ao seu esquema. A aposta do técnico Tite em um goleador, no entanto, mostrou-se certa quando ele marcou os gols contra o Al-Ahly, na semifinal, e o próprio Chelsea, na decisão.

O outro lado da disputa ajuda ainda mais na comparação. Ainda que precise passar das semifinais, assim como o River, o Real Madrid não vive boa fase. Criticado no ano passado por chegar com três derrotas na temporada para encarar o Grêmio, clube que dominou por basicamente 90 minutos, o Real já acumula oito reveses desde o começo do seu calendário, a última delas em um vexatório 3 a 0 dos seus reservas para o CSKA, em Madri.

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Soma-se a isso o fato de Cristiano Ronaldo, que divide com Messi o reino do futebol mundial na última década, hoje estar na Juventus. Autor do gol do triunfo sobre o Grêmio, ele, como era de se esperar, não se viu substituído até o momento no clube espanhol. Curiosamente, será apenas a segunda vez que nem Cristiano nem Messi disputam o Mundial desde que o Timão foi campeão.

Na outra oportunidade em que isso aconteceu, no entanto, um estrelado Bayern de Munique, recheado por nomes como Neuer, Kroos, Muller, Robben e Ribéry, nem encarou o representante sul-americano. Campeão da Libertadores em 2013, o Atlético-MG decepcionou a todos e perdeu para o Raja Casablanca na semifinal.

Gazeta Esportiva

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