PUBLICIDADE
Esportes

Rosenberg fala em preços de ingresso sem limite ?para baixo e para cima?

Luis Paulo Rosenberg abriu a possibilidade de variar ?muito? o preço dos ingressos

12:45 | 12/06/2018

O diretor de marketing do Corinthians, Luis Paulo Rosenberg, não está satisfeito com a ocupação da Arena na atual temporada. Preocupado com o que chamou de ?15, 20 mil lugares vazios? por partida na casa corintiana, o dirigente assegurou que vai precificar os duelos de acordo com data, hora e adversário, podendo variar, por exemplo, de módicos R$ 5 até a misteriosos ?entra quem puder pagar?.

?Eu tenho uma limitação, não cabem mais de 50 mil no estádio. Precisa ver qual é o fator daquela partida específica. Se o fator é negativo, eu baixo o preço. Se por outro lado vai ser uma final ou etc, como vou regular? Vai entrar quem puder pagar, política de preços?, comentou Rosenberg, presente ao estádio para a apresentação do aplicativo Spott, que busca dar uma maior interação do clube com a Fiel, dando exemplos da vida cotidiana para justificar o seu pensamento sobre o futebol.

?A vida faz com o torcedor assim em tudo. Se quiser uma passagem para Belo Horizonte daqui a seis meses, sai por R$ 100. Em cima da hora vai pagar 2 mil reais. O que eu acho inadmissível é o torcedor não conseguir ingresso para o jogo do Palmeiras, ainda que fosse aquele o jogo da vida dele?, avaliou.

Apesar da fala parecer pouco inclusiva em um país que passa por crise econômica, Rosenberg apontou a lotação da Arena como principal objetivo para os próximos meses. De olho no segundo semestre, quando o Timão terá pela frente a continuidade do Brasileiro e duelos decisivos pelos mata-matas da Copa do Brasil e da Copa Libertadores da América, ele disse que espera uma presença maior do que a registrada ultimamente.

?Política de ingresso do Corinthians vai ter como meta encher o estádio. Eu gostaria que todo o jogo eu tivesse cinco ou sete mil ingressos na bilheteria. Se eu vou fazer um jogo, dia de chuva, às 19h, com time na rabeira do campeonato, tenho que colocar um ingresso a preço baixo. Se vou jogar com time grande, tenho que colocar o preço alto. A nova política vai ser: ter o preço fixado de acordo com a importância do jogo, tendo o objetivo de chegar a 30 ou 40 mil torcedores em todos os jogos?, assegurou.

Por fim, Rosenberg ainda deixou claro que não acredita que o Fiel Torcedor, programa de sócios-torcedores do clube, seja a solução para os problemas de lotação. Apontando a venda de ingressos para não-sócios como a principal mudança, ele deve fazer suas primeiras experimentações no jogo contra o Cruzeiro, no dia 11 do mês que vem, último amistoso preparatório da parada da Copa.

?Corinthians tem um foco muito grande no sócio torcedor, o que é importante, responsável pelo sucesso de todo o projeto, mas não posso deixar de ter carinho com o comprador individual. Vamos simplificar a tecnologia de compra, tornar acessível a compra individual, porque acho que existe uma espécie de bloqueio. Pelo mesmo nível de preço que eu tenho hoje, se eu facilitasse a venda, teria um público maior?, concluiu.

Gazeta Esportiva

TAGS
Rosenberg fala em preços de ingresso sem limite ?para baixo e para cima?Sport Club Corinthians Paulista | Times | Esportes O POVO
PUBLICIDADE
Esportes

Rosenberg fala em preços de ingresso sem limite ?para baixo e para cima?

Luis Paulo Rosenberg abriu a possibilidade de variar ?muito? o preço dos ingressos

12:45 | 12/06/2018

O diretor de marketing do Corinthians, Luis Paulo Rosenberg, não está satisfeito com a ocupação da Arena na atual temporada. Preocupado com o que chamou de ?15, 20 mil lugares vazios? por partida na casa corintiana, o dirigente assegurou que vai precificar os duelos de acordo com data, hora e adversário, podendo variar, por exemplo, de módicos R$ 5 até a misteriosos ?entra quem puder pagar?.

?Eu tenho uma limitação, não cabem mais de 50 mil no estádio. Precisa ver qual é o fator daquela partida específica. Se o fator é negativo, eu baixo o preço. Se por outro lado vai ser uma final ou etc, como vou regular? Vai entrar quem puder pagar, política de preços?, comentou Rosenberg, presente ao estádio para a apresentação do aplicativo Spott, que busca dar uma maior interação do clube com a Fiel, dando exemplos da vida cotidiana para justificar o seu pensamento sobre o futebol.

?A vida faz com o torcedor assim em tudo. Se quiser uma passagem para Belo Horizonte daqui a seis meses, sai por R$ 100. Em cima da hora vai pagar 2 mil reais. O que eu acho inadmissível é o torcedor não conseguir ingresso para o jogo do Palmeiras, ainda que fosse aquele o jogo da vida dele?, avaliou.

Apesar da fala parecer pouco inclusiva em um país que passa por crise econômica, Rosenberg apontou a lotação da Arena como principal objetivo para os próximos meses. De olho no segundo semestre, quando o Timão terá pela frente a continuidade do Brasileiro e duelos decisivos pelos mata-matas da Copa do Brasil e da Copa Libertadores da América, ele disse que espera uma presença maior do que a registrada ultimamente.

?Política de ingresso do Corinthians vai ter como meta encher o estádio. Eu gostaria que todo o jogo eu tivesse cinco ou sete mil ingressos na bilheteria. Se eu vou fazer um jogo, dia de chuva, às 19h, com time na rabeira do campeonato, tenho que colocar um ingresso a preço baixo. Se vou jogar com time grande, tenho que colocar o preço alto. A nova política vai ser: ter o preço fixado de acordo com a importância do jogo, tendo o objetivo de chegar a 30 ou 40 mil torcedores em todos os jogos?, assegurou.

Por fim, Rosenberg ainda deixou claro que não acredita que o Fiel Torcedor, programa de sócios-torcedores do clube, seja a solução para os problemas de lotação. Apontando a venda de ingressos para não-sócios como a principal mudança, ele deve fazer suas primeiras experimentações no jogo contra o Cruzeiro, no dia 11 do mês que vem, último amistoso preparatório da parada da Copa.

?Corinthians tem um foco muito grande no sócio torcedor, o que é importante, responsável pelo sucesso de todo o projeto, mas não posso deixar de ter carinho com o comprador individual. Vamos simplificar a tecnologia de compra, tornar acessível a compra individual, porque acho que existe uma espécie de bloqueio. Pelo mesmo nível de preço que eu tenho hoje, se eu facilitasse a venda, teria um público maior?, concluiu.

Gazeta Esportiva

TAGS