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De dúvida à plano A: conheça a história de Willian

Não é incomum ver nas manchetes de jornais pelo mundo o nome de Willian Borges da Silva, atualmente jogador do Chelsea. Revelado ainda pequeno pelo Corinthians, onde ficou por quase uma década e consagrou-se como uma das transferências mais caras do clube paulista, ele logo rumou para a Europa, onde permaneceu por seis anos no [?]

08:15 | 12/06/2018

Não é incomum ver nas manchetes de jornais pelo mundo o nome de Willian Borges da Silva, atualmente jogador do Chelsea. Revelado ainda pequeno pelo Corinthians, onde ficou por quase uma década e consagrou-se como uma das transferências mais caras do clube paulista, ele logo rumou para a Europa, onde permaneceu por seis anos no Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, e teve uma breve passagem pelo russo Anzhi Makhackala, antes de ir para o clube inglês.

No Blues, ele conquistou o destaque necessário para entrar no radar de Luís Felipe Scolari, técnico da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2014, quando acabou sendo convocado (ele já havia chamado a atenção antes e, inclusive, marcou seu primeiro gol com a camisa canarinha em 2013, em amistoso contra Honduras). Mesmo remanescente do fatídico 7 a 1 diante da Alemanha, Willian é um dos jogadores mais bem avaliados desde então, ainda que no Chelsea de Antonio Conte, dependendo do esquema proposto, não tenha sido titular absoluto na última temporada.

Mesmo assim, o meia-atacante de 29 anos, que é natural de Ribeirão Pires, na região metropolitana de São Paulo, deixou para trás companheiros como Hazard, Morata e Giroud, e conquistou o prêmio de melhor jogador do ano pela equipe londrina em evento interno ? além do gol mais bonito (em 2017-8). Na Seleção, esteve presente nas passagens de Felipão e Dunga, mas ainda não era unanimidade. Atualmente, deixou algumas dúvidas para trás: desde o final do Mundial de 2014, é o jogador que mais atuou com a amarelinha.

Pela carreira, de Corinthians à Seleção Brasileira, foram 16 títulos no total, com destaque para a Copa da UEFA vencida pelo Shakhtar Donetsk em 2009, primeiro título de expressão continental do clube, e três premiações individuais: melhor jogador do Campeonato Ucraniano de 2011, componente da equipe da fase de grupos da Liga dos Campeões em 2015-16 e jogador do ano pelo Chelsea na mesma temporada.

Com estilo fluente, dribles e alguns gols de fora da área, antes ele era o 12º homem de confiança de Tite, mas agora faz parte do plano A, completando o quarteto ofensivo junto de Neymar, Gabriel Jesus e Philippe Coutinho, e permanece sendo uma das grandes apostas entre os titulares. Desde sua estreia na Seleção, em 2011, já foram 57 aparições e oito gols anotados.

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De dúvida à plano A: conheça a história de Willian

Não é incomum ver nas manchetes de jornais pelo mundo o nome de Willian Borges da Silva, atualmente jogador do Chelsea. Revelado ainda pequeno pelo Corinthians, onde ficou por quase uma década e consagrou-se como uma das transferências mais caras do clube paulista, ele logo rumou para a Europa, onde permaneceu por seis anos no [?]

08:15 | 12/06/2018

Não é incomum ver nas manchetes de jornais pelo mundo o nome de Willian Borges da Silva, atualmente jogador do Chelsea. Revelado ainda pequeno pelo Corinthians, onde ficou por quase uma década e consagrou-se como uma das transferências mais caras do clube paulista, ele logo rumou para a Europa, onde permaneceu por seis anos no Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, e teve uma breve passagem pelo russo Anzhi Makhackala, antes de ir para o clube inglês.

No Blues, ele conquistou o destaque necessário para entrar no radar de Luís Felipe Scolari, técnico da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2014, quando acabou sendo convocado (ele já havia chamado a atenção antes e, inclusive, marcou seu primeiro gol com a camisa canarinha em 2013, em amistoso contra Honduras). Mesmo remanescente do fatídico 7 a 1 diante da Alemanha, Willian é um dos jogadores mais bem avaliados desde então, ainda que no Chelsea de Antonio Conte, dependendo do esquema proposto, não tenha sido titular absoluto na última temporada.

Mesmo assim, o meia-atacante de 29 anos, que é natural de Ribeirão Pires, na região metropolitana de São Paulo, deixou para trás companheiros como Hazard, Morata e Giroud, e conquistou o prêmio de melhor jogador do ano pela equipe londrina em evento interno ? além do gol mais bonito (em 2017-8). Na Seleção, esteve presente nas passagens de Felipão e Dunga, mas ainda não era unanimidade. Atualmente, deixou algumas dúvidas para trás: desde o final do Mundial de 2014, é o jogador que mais atuou com a amarelinha.

Pela carreira, de Corinthians à Seleção Brasileira, foram 16 títulos no total, com destaque para a Copa da UEFA vencida pelo Shakhtar Donetsk em 2009, primeiro título de expressão continental do clube, e três premiações individuais: melhor jogador do Campeonato Ucraniano de 2011, componente da equipe da fase de grupos da Liga dos Campeões em 2015-16 e jogador do ano pelo Chelsea na mesma temporada.

Com estilo fluente, dribles e alguns gols de fora da área, antes ele era o 12º homem de confiança de Tite, mas agora faz parte do plano A, completando o quarteto ofensivo junto de Neymar, Gabriel Jesus e Philippe Coutinho, e permanece sendo uma das grandes apostas entre os titulares. Desde sua estreia na Seleção, em 2011, já foram 57 aparições e oito gols anotados.

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