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Citadini defende permanência de Loss e vê Carille como pressão

Apesar do aproveitamento negativo neste início de trabalho, Osmar Loss deve seguir como técnico do Corinthians. A afirmação é de Antonio Roque Citadini, conselheiro do clube de Parque São Jorge, para quem o sucesso do antecessor Fábio Carille está pressionando o atual comandante. ?O clube tem de mantê-lo por dois motivos: primeiro que não tem [?]

09:15 | 11/06/2018

Apesar do aproveitamento negativo neste início de trabalho, Osmar Loss deve seguir como técnico do Corinthians. A afirmação é de Antonio Roque Citadini, conselheiro do clube de Parque São Jorge, para quem o sucesso do antecessor Fábio Carille está pressionando o atual comandante.

?O clube tem de mantê-lo por dois motivos: primeiro que não tem dinheiro para fazer loucura. Segundo detalhe: não adianta vir um outro técnico, porque o Corinthians não vai contratar grandes jogadores?, afirmou o ex-dirigente corintiano, durante o programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, no último domingo.

?Precisamos acreditar numa jornada Carille 2: com pouco recurso, com muito trabalho. É um sujeito estudioso, dedicado, conhece o Corinthians?, sustentou, contra a demissão de Loss.

?O Carille funciona como pressão ao novo técnico, seja ele quem for. Tem outro fator que o pressiona: durante muito tempo, pessoas do Corinthians dizem que o melhor da comissão técnica era o Osmar, não o Carille. Isso vira contra ele?, argumentou o conselheiro, derrotado por Andrés Sanchez nas eleições em fevereiro.

Em seis jogos à frente do Timão, Loss contabiliza três derrotas, dois empates e apenas uma vitória, tendo um aproveitamento de meros 27% dos pontos disputados. E, com o empate sem gols diante do Vitória, no último sábado, em Itaquera, a equipe alvinegra permaneceu no nono lugar, com 16 pontos, dez a menos que o líder Flamengo.

?Os técnicos mais novos têm certa dificuldade de falar, todos ficam com discurso muito parecido. No caso do Osmar, o Corinthians jogou sem nove jogadores?, disse Citadini, referindo-se ao embate com os baianos. ?Além de ter dificuldades no elenco, não tinha nove jogadores. É um time alternativo. Fica difícil para qualquer treinador?, concluiu.

Gazeta Esportiva

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