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Admitindo cansaço, Rodriguinho reforça apoio a Osmar Loss

O técnico Osmar Loss, que assumiu o comando do Corinthians após a saída de Fabio Carille, conquistou nesta quinta-feira sua primeira vitória à frente do time. O Timão venceu o América-MG por 1 a 0, em Itaquera, e tirou o peso das costas do treinador, que foi exaltado por Rodriguinho nesta sexta, em entrevista concedida [?]

16:00 | 01/06/2018

O técnico Osmar Loss, que assumiu o comando do Corinthians após a saída de Fabio Carille, conquistou nesta quinta-feira sua primeira vitória à frente do time. O Timão venceu o América-MG por 1 a 0, em Itaquera, e tirou o peso das costas do treinador, que foi exaltado por Rodriguinho nesta sexta, em entrevista concedida ao canal SporTV, no CT Joaquim Grava.

?Ele tem a confiança de todos, é um cara que já era querido antes, quando o Fabio (Carille) estava aqui. Já convivia com a gente e todos já o conheciam muito bem. Para a gente, não teve diferença alguma. Lógico que ele vai implementar todas as suas ideias e com o tempo ele vai ganhando a confiança para fazer o trabalho da melhor forma possível, até para sair da sombra do Fabio. Ele tem tudo nas mãos, é um profissional capacitado, um cara muito gente boa, que todo mundo gosta e que tem um grupo acolhedor, que entende o jogo e ajuda bastante o treinador?, assegurou.

Loss optou por utilizar uma escalação sem atacantes de ofício, com dois volantes à frente da linha de zaga (Gabriel e Paulo Roberto), e quatro meias formando a linha mais adiantada da equipe: Jadson, Rodriguinho, Vital e Pedrinho. Para Rodriguinho, a formação não dificulta seu estilo de jogo, ainda que dependa das circunstâncias do jogo para que ele se adeque melhor.

?Quando se joga contra uma equipe que nos ataca bastante, que abre espaço na defesa, é melhor jogar assim (sem um jogador de referência). Não nos desgastamos tanto na marcação, ficamos próximos do gol e temos espaço para jogar. O problema é quando você enfrenta equipes como a Chapecoense, que veio retrancada, fechada, com as linhas próximas. Diminui os espaços, você acaba tendo que trombar com os zagueiros, que são mais fortes, o que dificulta um pouco a vida. Dependendo do jogo, lógico que eu sinto falta ali de um jogador mais forte, com mais altura, para poder brigar e fazer o pivô para a gente, que vem de trás?, apontou.

Por fim, o meia reconheceu o cansaço proveniente da sequência de partidas do Corinthians.

?Este ano está pior. O calendário está muito estreito. Muitas vezes não conseguimos descansar muito bem de um jogo para outro. Cheguei aqui, me perguntaram se eu tava cansado. Estou bastante, mas temos jogo domingo e tenho que dar o máximo na recuperação. Não tem tempo de treino. Na base da conversa tentamos acertar os pontos que precisam melhorar, para poder estar inteiro no outro jogo. Muitas vezes não dá, o corpo uma hora acaba cedendo e precisa de descanso. Isso acaba atrapalhando em alguns jogos, mas é coisa que temos de superar durante o ano?, admitiu.

O Timão volta a campo neste domingo, quando visita o líder Flamengo no Estádio do Maracanã, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. Os comandados de Osmar Loss ocupam a terceira posição da competição, cm 14 pontos ganhos, três a menos que os cariocas. A bola rola a partir das 16h (no horário de Brasília).

 

 

Gazeta Esportiva

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