PUBLICIDADE
Esportes

Com defesa em alta, Carille celebra resgate do DNA corintiano

Fábio Carille tem passado boa parte do princípio de 2018 preocupado em fazer o ataque do Corinthians render sem a presença de um centroavante. Menos falada, a defesa voltou a ser motivo de orgulho para o treinador. O seu time, vitorioso sobre o venezuelano Deportivo Lara na noite desta quarta-feira, em Itaquera, ainda não foi [?]

01:45 | 15/03/2018

Fábio Carille tem passado boa parte do princípio de 2018 preocupado em fazer o ataque do Corinthians render sem a presença de um centroavante. Menos falada, a defesa voltou a ser motivo de orgulho para o treinador. O seu time, vitorioso sobre o venezuelano Deportivo Lara na noite desta quarta-feira, em Itaquera, ainda não foi vazado no grupo 7 da Copa Libertadores da América.

?Isso não é de hoje. O Corinthians sempre teve defesas sólidas, com o Mano, o Tite. É a volta da ideia do que é o DNA do Corinthians?, comentou Carille, citando os técnicos com quem trabalhou enquanto era auxiliar do clube.

No Campeonato Paulista, a defesa corintiana também tem sido exemplar. Foram apenas oito gols sofridos em 12 jogos disputados, o melhor desempenho do Estadual, ao lado de Bragantino, Ponte Preta, Palmeiras e São Bento.

?Foi importante passar mais um jogo sem tomar gols, agora pela Libertadores. Conseguimos travar bem as jogadas deles. O objetivo é continuar concentrado porque começará o mata-mata do Paulista e qualquer erro pode complicar?, discursou o zagueiro paraguaio Balbuena, que ganhou Henrique, vindo do Fluminense, como parceiro em 2018.

Em relação ao ataque, Carille continua com ajustes a fazer. Contra o Deportivo Lara, o Corinthians só chegou aos gols da vitória no segundo tempo, por meio do atacante Emerson Sheik, de cabeça, e de Pernía, contra.

?Tudo o que a gente esperava do jogo aconteceu. Mas gostei mais do nosso primeiro tempo, apesar de termos feito os gols no segundo. Faltou caprichar mais no terço final do campo, mesmo chegando com triangulações e lances individuais, principalmente com o Clayson. Sabíamos que eles vinham jogar por uma bola e tivemos paciência?, analisou Fábio Carille, projetando evolução em todos os setores nas próximas rodadas. ?Queremos jogar bem, sendo mais consistentes nas partes ofensiva e defensiva?, almejou.

Gazeta Esportiva

TAGS