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Carille vê segundo tempo ?brilhante? e empate de bom tamanho

O técnico Fábio Carille saiu satisfeito do estádio El Campín com o empate por 0 a 0 do Corinthians frente ao Millonarios, na estreia da equipe pelo Grupo 7 da Copa Libertadores da América. Feliz por ter conseguido consertar a equipe no intervalo, ele reconheceu a superioridade dos colombianos na metade inicial e viu o [?]

01:00 | 01/03/2018

O técnico Fábio Carille saiu satisfeito do estádio El Campín com o empate por 0 a 0 do Corinthians frente ao Millonarios, na estreia da equipe pelo Grupo 7 da Copa Libertadores da América. Feliz por ter conseguido consertar a equipe no intervalo, ele reconheceu a superioridade dos colombianos na metade inicial e viu o Timão superior no segundo tempo, ponderando como justo o resultado final.

?O Millonarios pressionou bem no primeiro tempo, roubávamos a bola e entregávamos para eles, aí eles tiveram um volume maior e nos tivemos muita dificuldade para jogar. No segundo acertamos isso, tivemos um segundo tempo brilhante, muitas chances de gol e poderíamos ter tido uma sorte melhor?, comentou o treinador, explicando o que fez para acertar seu time.

?Mudamos o posicionamento do Jadson, principalmente, no intervalo ajustamos bem e voltamos bem melhor. Pelos dois tempos, Millonarios melhor no primeiro e nós no segundo, podemos dizer que o empate foi um bom resultado?, avaliou o comandante, que já havia reconhecido a igualdade como uma boa alternativa na entrevista concedida antes da partida.

?Nossa estratégia era para vir aqui buscar a vitória, mas, por tudo que aconteceu no primeiro tempo, a gente sai feliz, sim. Não foi bom o primeiro tempo, mas no segundo nós agredimos mais adversário, Libertadores é muito difícil, um empate é importante fora de casa jogando aqui em Bogotá?, continuou Carille.

Elogioso à disposição do adversário, o treinador viu qualidades na construção ofensiva dos Millonarios, principalmente no difícil primeiro tempo da sua equipe. Para ele, porém, nada do que foi apresentado surpreendeu os alvinegros em campo.

?Tem que ressaltar o conjunto deles, a característica do futebol colombiano, toque, aproximação, o número 20 armando bem no começo do jogo, fazendo lançamentos certeiros quando tinha a bola. Mas tudo dentro de uma normalidade do que a gente esperava?, analisou, respondendo prontamente ao ser questionado se o Corinthians não era defensivo demais.

?O sistema defensivo do Corinthians já funciona assim há um bom tempo, desde 2008, 2009, esse sistema que sabe sofrer. O que me surpreendeu foi o apoio pelo lado esquerdo, Romero se desdobrando para ajudar o Fagner e a gente não ter problema no setor?, concluiu.

Gazeta Esportiva

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