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Carille elogia parte tática, mas vê ajustes a fazer no ataque do Corinthians

O técnico Fábio Carille teceu elogios à disposição tática do Corinthians na vitória por 1 a 0 sobre o Novorizontino, na noite deste domingo, na casa do adversário. Vitorioso pela quarta vez consecutiva na temporada, o comandante apontou esse lado como seu maior trunfo neste começo de trabalho na temporada. ?Disciplina tática, todos se empenhando [?]

21:45 | 04/02/2018

O técnico Fábio Carille teceu elogios à disposição tática do Corinthians na vitória por 1 a 0 sobre o Novorizontino, na noite deste domingo, na casa do adversário. Vitorioso pela quarta vez consecutiva na temporada, o comandante apontou esse lado como seu maior trunfo neste começo de trabalho na temporada.

?Disciplina tática, todos se empenhando demais, a gente errando muito pouco, é o que mais tem me chamado a atenção?, avaliou o comandante, dividindo o mérito pela boa organização com os antecessores Mano Menezes e Tite, que criaram, na sua visão, um estilo particular para o Alvinegro.

?O que a gente tem feito desde o ano passado não é uma ideia minha, é um prosseguimento de algo implantado pelo Mano em 2008. Eu tenho minhas ideias, mudo uma coisa ou outra, mas é uma filosofia do Corinthians que já está estabelecida?, continuou o comandante.

Apesar dos elogios, porém, Carille fez questão de reclamar da etapa final do Alvinegro, que diminuiu muito sua produção ofensiva. Apesar de não sofrer com investidas do adversário, o Timão pouco ameaçou o goleiro Oliveira, passando a segunda metade apenas esperando o apito final.

?Passamos muito a bola para o Novorizontino, poderíamos ter ficado mais com ela. É uma observação no lado ofensivo mesmo, construção, rodar, terminamos algumas jogadas muito rapidamente. Com a nossa qualidade, se ficássemos mais com a bola, a gente teria criado mais oportunidades?, disse o treinador, à espera de uma contratação para a posição de centroavante.

?Ainda nada, Duílio (Monteiro Alves, novo diretor de futebol do clube) chegou depois do almoço apenas, provavelmente na terça só a gente conversa. Só falei por mensagem com o Andrés, até porque, em dia de jogo, fico mais focado?, afirmou, sem condicionar o sucesso do time a essa chegada.

?Primeiro eu tenho que ouvir o que o presidente tem a me dizer. Se ele falar: ?Fábio, não vem?, sem problemas. A gente vai com o que tem aqui, pensa em improvisação?, concluiu o comandante.

Gazeta Esportiva

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