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Andrés vê Itaquera como prioridade e pede união durante mandato

Uma das primeiras providências de Andrés Sanchez em seu terceiro mandato como presidente do Corinthians será buscar uma solução para a arena de Itaquera. Com o estádio como prioridade, o dirigente pede união das forças políticas do clube após uma eleição que teve cinco candidatos. Principal promessa de Andrés à época da construção da arena, [?]

13:45 | 06/02/2018

Uma das primeiras providências de Andrés Sanchez em seu terceiro mandato como presidente do Corinthians será buscar uma solução para a arena de Itaquera. Com o estádio como prioridade, o dirigente pede união das forças políticas do clube após uma eleição que teve cinco candidatos.

Principal promessa de Andrés à época da construção da arena, os naming rights não foram vendidos. A dívida com a Caixa Econômica Federal, que emprestou dinheiro para a construção, voltou a ser paga no final do ano passado. Haverá, porém, um movimento da diretoria para renegociar o valor, atualmente na casa dos R$ 1,170 bilhão.

?Quando você compra uma casa e é mandado embora do trabalho, tem que renegociar. Ninguém quer deixar de pagar e ninguém quer deixar de receber. Todos os envolvidos, Corinthians, Odebrecht e Caixa, têm que negociar. Fomos nós que começamos e agora vamos terminar?, afirmou Andrés.

Na conta ainda deveriam entrar os Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento (CIDs), orçados em R$ 420 milhões, responsabilidade da Prefeitura, que foram barrados pelo Ministério Público. Há a esperança de que João Dória (PSDB) reveja a situação durante o seu mandato, com articulação planejada inclusive na Câmara dos Vereadores.

?É prioridade do meu mandato resolver o mais rápido possível uma nova engenharia jurídica e financeira com a Caixa e a Odebrecht?, anunciou Andrés. ?É o desafio de todos os corintianos. Todos sabiam como seria a Arena. Foi aprovado no Conselho, não fiz nada sozinho?, declarou.

Para garantir seu terceiro mandato como presidente do Sport Club Corinthians Paulista, Andrés Sanchez superou Paulo Garcia, Felipe Ezabella, Romeu Tuma Júnior e Antônio Roque Citadini. No poder até fevereiro de 2021, ele pediu harmonia entre as correntes políticas em sua primeira entrevista formal no cargo.

?Temos que tentar unir o Corinthians. As próximas eleições serão em três anos, com outros candidatos. Espero que os sócios e novos conselheiros tenham a consciência de que a união será importante, apesar de todas as diferenças. Serão anos difíceis, mas de muita alegria, tentando fazer o melhor pelo clube?, discursou.

Gazeta Esportiva

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