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Contrato curto acelera volta, mas Sheik ainda é visto com cautela

Ainda não há qualquer previsão de quando Emerson Sheik poderá fazer sua segunda reestreia com a camisa do Corinthians, mas é consenso que isso não deve demorar muito tempo. Mesmo tratando-se de um jogador de 39 anos, a avaliação no clube é que o curto contrato, válido até o final de junho, não dá tanto [?]

06:15 | 18/01/2018

Ainda não há qualquer previsão de quando Emerson Sheik poderá fazer sua segunda reestreia com a camisa do Corinthians, mas é consenso que isso não deve demorar muito tempo. Mesmo tratando-se de um jogador de 39 anos, a avaliação no clube é que o curto contrato, válido até o final de junho, não dá tanto tempo de preparação para o atacante.

Apto a jogar todos os campeonatos deste primeiro semestre, que pode reservar até 40 jogos entre Paulista, Brasileiro, Libertadores e Copa do Brasil, o atacante passou por exames na terça-feira, quando se apresentou ao clube, e deve completar todos os testes desejados pela comissão técnica até esta quinta-feira, definindo um cronograma de preparação adequado.

Neste período, que deve se estender até a segunda-feira, Sheik ainda fará trabalhos em dois períodos, como fez o grupo todo antes da estreia oficial na temporada, a derrota por 1 a 0 para a Ponte Preta, na noite da última quarta-feira. A ideia da comissão é que o experiente jogador entre em algumas partidas durante o mês de fevereiro, sem precisar a data.

?Não temos projeção ainda porque ele terminou de fazer as avaliações, amanhã (quinta-feira) tem mais uns exames e treina à tarde. Nós não temos tempo a perder com ele, então a coisa tem que ser mais pontual?, avaliou o preparador físico do clube, Walmir Cruz, explicando a cautela para tratar do tema.

?Claro que não dá para acelerar demais, se não você corre o risco de o jogador sofrer uma lesão e você perder todo o trabalho feito até o momento. Mas é um atleta que precisamos contar mais rapidamente?, continuou o profissional, que deve ficar a cargo da preparação de Sheik na semana que vem.

Visto como um atleta que ainda rende pelas pontas, o camisa 11 também pode ser utilizado na função centralizada, hoje exercida por Kazim. A definição sobre isso, no entanto, só sairá quando ele puder se juntar ao restante dos companheiros nos trabalhos de campo.

 

Gazeta Esportiva

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