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Presidente rebate declaração de Pablo: ?Estava esquecido na França?

O Corinthians comemorou, na tarde deste domingo, o sétimo título do Campeonato Brasileiro de sua história. Ao final do empate por 2 a 2 com o Atlético-MG, a equipe recebeu a taça do hepta, mas uma ausência causou polêmica na festa corintiana. O zagueiro Pablo, titular em boa parte da campanha vitoriosa, não esteve presente [?]

21:00 | 26/11/2017

O empate por 2 a 2 com o Atlético-MG, a equipe recebeu a taça do hepta, mas uma ausência causou polêmica na festa corintiana. O zagueiro Pablo, titular em boa parte da campanha vitoriosa, não esteve presente na Arena, por não ter entrado em acordo com a diretoria acerca de sua renovação.

Presidente do Corinthians, Roberto de Andrade comentou a declaração do jogador, que se disse chateado com a forma como foi tratado. ?Ele estava esquecido na França. No momento que ele recusou a proposta do Corinthians, deixou de ser jogador do clube. Se ele tivesse participado do jogo e aceitado o contrato, aí sim?, afirmou o mandatário na zona mista do estádio corintiano.

A delicada situação tomou conta da conversa dos jornalistas com o presidente, que voltou a afirmar que o defensor, apesar de ter participado da conquista, não fez nenhum favor ao clube.

?Recebeu para jogar, como todos os outros. Favor ninguém fez. Isso é uma questão comercial. Fizemos uma oferta e ele tem todo o direito de não aceitar. Não estou chateado por isso. Estou chateado por ele falar que esquecemos tudo que ele fez. Mas tudo que ele fez foi pago para fazer. Todos que estão aqui receberam. Ele ficou nove meses no clube, nos ajudou e agradeço, mas é um funcionário, não fez um favor?, ressaltou Roberto de Andrade.

A saída do zagueiro Pablo, que pertence ao Bordeaux e está emprestado ao Timão até o fim deste ano, chegou a ser comparada com a de Paolo Guerrero, autor do gol do título do clube contra o Chelsea, no Mundial de Clubes, em 2012. Também é curioso o fato de que Pablo tem seu nome ligado ao Flamengo, clube que Guerrero também optou por defender após sair do Alvinegro, em 2015.

?Pode ser que ele ache que não, mas o Corinthians não tem só um jogador, temos mais de 30. Não posso abrir exceção para um, tem que ter coerência. Assim que nós agimos. A mesma coisa do Guerrero, merece, mas não posso pagar?, finalizou Roberto de Andrade.

* Especial para a Gazeta Esportiva

Gazeta Esportiva

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