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Disposto a ajudar o ataque, Arana cita bom retrospecto em clássicos

Dois dos quatro gols do lateral esquerdo Guilherme Arana como profissional do Corinthians foram marcados em clássicos, ambos contra o Palmeiras. Reforço do técnico Fábio Carille para a partida contra o São Paulo, na manhã de domingo, no Morumbi, o jogador recém-recuperado de uma lesão muscular está animado com a oportunidade de fazer uma nova [?]

08:30 | 23/09/2017

Dois dos quatro gols do lateral esquerdo Guilherme Arana como profissional do Corinthians foram marcados em clássicos, ambos contra o Palmeiras. Reforço do técnico Fábio Carille para a partida contra o São Paulo, na manhã de domingo, no Morumbi, o jogador recém-recuperado de uma lesão muscular está animado com a oportunidade de fazer uma nova vítima.

?Os clássicos são os meus jogos preferidos. Já me preparo para entrar ligado do começo ao fim. É por isso que me destaco?, comentou Arana, confiante. ?O meu primeiro gol com a camisa do Corinthians foi em um clássico. Fico pensando nisso até hoje. Então, sempre que vou disputar um jogo assim, mentalizo o que fazer e assisto a vídeos. Sei que pode aparecer uma oportunidade. Tenho que estar preparado para aproveitá-la e ajudar a minha equipe?, acrescentou.

O ataque do Corinthians, de fato, está precisando de ajuda. O time que marcou 34 gols em 24 jogos disputados no Campeonato Brasileiro perdeu a sua eficácia ofensiva no segundo turno. Contra o Racing, na Argentina, acabou eliminado da Copa Sul-Americana sem acertar nem sequer uma finalização no alvo no empate por 0 a 0 de quarta-feira.

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?No primeiro turno, às vezes, tínhamos duas oportunidades e fazíamos dois gols. Agora, a bola não está entrando, mas temos que manter a cabeça no lugar. Podem ter certeza de que voltará a entrar?, disse Arana, disposto a colaborar com o seu retorno à equipe. ?Os adversários estão neutralizando muito bem o meio-campo. O escape é mesmo pelas laterais, e tenho característica ofensiva, assim como o Fagner. Isso é importante.?

Guilherme Arana não costuma contribuir com o ataque apenas com gols. O prata da casa corintiano é do tipo que gosta de fazer jogadas de efeito ? colocar a bola entre as pernas dos seus marcadores principalmente. ?Com certeza. Não só nos clássicos. Todos os jogos têm espaço para isso. Naquele último terço do campo, você precisa improvisar. Pode ser com uma caneta ou com um chapéu. Não podemos perder essa essência do futebol, de ir para cima e fazer os lances bonitos, que todo o mundo gosta de ver?, afirmou.

Gazeta Esportiva

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