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Esportes

Bruno Colaço nega indisciplina e dispara contra diretoria do Ferroviário; diretor do clube retruca

13:20 | 14/03/2018
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Atualizada às 11h35min desta quinta-feira, 15
 
O ex-jogador do Ferroviário, Bruno Colaço, se pronunciou nesta quarta-feira, 14, por meio de sua rede social, sobre a rescisão contratual com o time da Barra do Ceará. O goleiro negou que tenha cometido algum ato de indisciplina e afirmou que seu desligamento do Tubarão ocorreu porque dirigentes do clube influenciam na escalação do time, algo que ele considera inaceitável.
 
"O clube hoje tem dirigentes que são bem sucedidos em suas vidas pessoais, mas que no futebol não acrescentam em nada; são dirigentes que não tem um pingo de respeito por alguns atletas que estão hoje no grupo; são dirigentes que não tratam com o mesmo respeito e dignidade todos os atletas da mesma forma; são dirigentes que desde o começo tentam escalar o time e hoje CONSEGUEM de uma maneira antiética e antiprofissional", disparou Colaço, sem citar nomes.
 
O goleiro garantiu que aceitaria a condição de reserva na partida contra o Uniclinic, realizada na segunda-feira, 12, e terminada em 0 a 0, desde que a decisão não fosse tomada por interferência da diretoria Coral. "Não tenho nenhum tipo de vaidade e aceitaria numa boa ficar no banco de reservas, desde que fosse da maneira correta, no trabalho do dia a dia", disse o ex-arqueiro do Ferrão.
 
Por fim, Colaço lamentou a forma que saiu do clubeo e pediu desculpas aos ex-companheiros de time, comissão técnica e a torcida do Peixe. "Fico triste em sair do clube desta forma, mas termina assim a minha passagem pelo Ferrão. Peço desculpas pela demora no meu comunicado, mas eu não poderia falar algo antes e depois ser mais prejudicado ainda pelo clube", completou.
 
Outro lado

Em entrevista a reportagem do O POVO, o diretor de marketing do Ferroviário, Newton Filho, retrucou as declarações de Bruno Colaço. Segundo ele, o comunicado do goleiro negando o ato de indisciplina evidencia sua falta de caráter e garante que a cúpula Coral não interfere na escalação do treinador Ademir Fonseca.

"Ele me mandou uma mensagem dizendo que ia abandonar a concentração. Ele usou esse termo. Uma coisa é você dizer que vai deixar a concentração, outra é você ter a permissão para tal ação. Se você não tem (permissão) e deixa, comete um ato de indisciplina", pontuou Newton.

"A gente (diretoria) não tem nenhuma influência sobre a escalação. Eu nem sei qual será o time que vai entrar em campo (contra o Vila Nova). Temos uma ideia por conta da base que vem atuando. Mas vou saber junto com vocês (da imprensa)".

O dirigente também revelou que os jogadores do Tubarão da Barra apoiaram a promoção de Léo à titularidade na meta e repudiaram a atitude de Colaço. 
 
Confira a publicação: 
 
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