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Novo executivo de futebol do Ceará propõe criação de departamento de inteligência

Jorge Macedo disse também que vai olhar para as categorias de base e procurar reforços em mercados internacionais, onde ele tem experiência

Brenno Rebouças
19:49 | 12/12/2019
Jorge Macedo assume as funções de diretor de futebol, mesmo sem a nomenclatura
Jorge Macedo assume as funções de diretor de futebol, mesmo sem a nomenclatura (Foto: MARCELO VIDAL/Ceará)

Apesar da nomenclatura diferente, o executivo Jorge Macedo herdará as função de diretor de futebol que antes pertenciam ao presidente Robinson de Castro. Responsável pela repaginação do elenco, o dirigente anunciou mudanças na pasta que agora comanda.

A primeira delas será o investimento em pesquisa e análise. Um departamento de inteligência será criado para mapear o mercado. “Isso hoje no futebol é fundamental. Vamos planejar a construção desse departamento. Facilita muito no início e no meio da temporada. Diminui a margem de erros", justifica Macedo.

O mercado internacional será melhor observado pelo Ceará a partir de agora. Responsável por trazer muitos estrangeiros para o futebol brasileiro (como Orejuela, Lisandro López, Sornoza e Aránguiz, por exemplo), o novo executivo de futebol do Vovô defende que “a dificuldade que se tem é de criar um ambiente para esses jogadores estarem aqui [...] mas é um mercado às vezes mais barato que o brasileiro”.

As categorias de base também devem ganhar uma atenção especial. Com uma experiência de 14 anos como coordenador técnico da base do Colorado, ele pretende estreitar as conexões entre CT Luís Campos e Carlos de Alencar Pinto.

A reconstrução do elenco do Ceará para 2020, no entanto, depende primeiro de uma avaliação interna sobre os jogadores que já possuem contrato e os que têm vínculos se encerrando, para decidir quais terão proposta de renovação ou não.

"Com relação a elenco que encerra contrato, a grande maioria não vai continuar para poder dar uma repaginada no elenco. Um ou dois poderá continuar. É prematuro falar nomes", avaliou o presidente Robinson de Castro.