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Torcida organizada do Ceará protesta na sede do clube e pede saída de Robinson de Castro

Presidente do Alvinegro, Robinson de Castro é o principal alvo do ato organizado por torcedores na tarde desta terça-feira, 10
18:17 | Dez. 10, 2019
Autor O Povo
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Tipo Notícia

A principal torcida organizada do Ceará, a Cearamor, organizou protesto na tarde desta terça-feira, 10, em frente à sede do clube, no Porangabuçu, pedindo a saída do presidente Robinson de Castro. O motivo da manifestação se deve a temporada abaixo da expectativa do Alvinegro, que chegou a última rodada da Série A lutando contra o rebaixamento e não conquistou títulos.

Os torcedores exibiram faixas com críticas a Robinson e a diretoria sob o seu comando. "Fora Robinson", era a frase estampada nos cartazes erguidos pela torcida no protesto. O grupo entoou cânticos tradicionais da organizada e de protesto contra o mandatário alvinegro, assim como o hino do clube.

"O Ceará não precisa de você", gritaram os torcedores para Robinson de Castro.

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Em uma das faixas, Robinson aparece com o rosto pintado de palhaço. Abaixo da imagem a frase: "Fora presidente palhaço e todo o seu circo chamado diretoria."

Durante o protesto, a rua Major Weyne ficou fechada para o trânsito de veículos. Pelo menos seis viaturas da Polícia Militar (PM) estiveram no local acompanhando a manifestação, que ocorreu de forma pacífica.

O ato da torcida ocorre um dia depois do presidente Robinson de Castro se pronunciar sobre a temporada do time e anunciar mudanças em vários setores do clube, entre eles o Departamento de Futebol. O mandatário confirmou a saída de Marcelo Segurado do cargo de gerente de futebol e deve informar o novo contratado para a função até o fim desta semana.

Robinson assumiu a culpa pelo ano medíocre do Ceará dentro de campo. "Eu me sinto responsável (pela campanha). Sempre digo que o presidente não pode terceirizar: a culpa é sempre do presidente. Como sou o líder maior, tenho que ser o responsável. Foi frustrante. A campanha tirou muito minha energia", afirmou.

O dirigente também antecipou na coletiva que não renunciaria por causa da pressão da torcida. "Não sou pessoa que foge em momentos difíceis. Quantas vezes não tiveram protestos aqui? É justo. Tem razão o protesto. Concordo. É democrático, desde que sem violência. Pacífico."

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