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Ceará protesta contra gol anulado pela arbitragem: "o lance nem duvidoso era", reclama presidente

23:04 | 07/11/2017
Árbitro com bola na mão entre uma jogador do Ceará e um do Guarani
Árbitro com bola na mão entre uma jogador do Ceará e um do Guarani

[FOTO1]A bronca foi generalizada. E o assunto que dominou o pós-jogo de Ceará 2x2 Guarani de Campinas, na Arena Castelão, foi um só: o gol mal anulado pela arbitragem aos 38 minutos do 2º tempo, num lance em que o volante Richardson completou para as redes em posição legal, aproveitando rebote da defesa bugrina. A jogada foi considerada irregular pelo assistnete Marcos Welb Rocha de Amorim e foi ratificada pelo árbitro Marielson Alves Silva. Foi a senha para muita contestação por parte do Ceará, ganhando ainda mais força ao término do jogo, quando os jogadores e a comissão técnica alvinegra cercaram em peso o trio de arbitragem.
Um dos mais abatidos com a marcação foi Richardson, que afirmou categoricamente que a arbitragem teve inteferência direta no resultado, já que o time, se tivesse vencido o jogo, teria ampliado para cinco pontos a vantagem para o 5º colocado.

"No final do jogo eu estava sendo coroado com o gol da vitória, mas ele acabou sendo anulado infelicidade da árbitragem. Não podemos falar que foi por maldade, para nos prejudicar. Mas ficamos cheateados porque é todo um trabalho que a gente faz, a gente se prepara para os jogos e o bandeira está ali só para marcar imepdimento quando ele existe. Eu falei para o bandeira após o jogo que faz parte o ser-humano errar, mas eu tive muita convicção de que não estava impedido. Quando o Magno Alves cabeceou, eu estava muito atrás da linha da bola. Tanto que ainda comemorei e só depois olhei para a arbitragem. Mas não podemos deixar isso nos abater", afirmou Richardson.  "Não ganhamos o jogo por um erro de arbitragem", completou o técnico Marcelo Chamusca.

 

DESABAFO

 

Com o gol anulado, o presidente do Ceará, Robinson de Castro, afirmou que o clube entrará com representação contra a arbitragem na CBF, mesmo reconhecendo que a pontuação perdida não vá ser recuperada.

 

"Qualquer providência que a gente tomar, não vai resolver em nada. Não vão devolver os pontos para a gente. Se a gente oferecer uma representação, não adianta. É um prejuízo incalculável e irrecuperável. O sentimento é de injustiça. Foi claro, foi absurdo. O lance nem duvidoso era. Foi claríssimo. Não adianta reclamar, se não vou ser punido. Mas com certeza a arbitragem merece ouvir todos os palavrões do mundo", disparou o dirigente.

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