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Titular em 78, Amaral atribui tropeço brasileiro na Copa ao nervosismo

O Brasil tropeçou na Suíça pela partida de estreia na Copa do Mundo, mas o momento não é de desespero. Pelo menos, foi o que garantiu o ex-jogador Amaral, com passagem marcante pelo Corinthians e titular da Seleção no Mundial de 1978. Participante do programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, no último domingo, Amaral creditou o revés [?]

08:15 | 18/06/2018

O Brasil tropeçou na Suíça pela partida de estreia na Copa do Mundo, mas o momento não é de desespero. Pelo menos, foi o que garantiu o ex-jogador Amaral, com passagem marcante pelo Corinthians e titular da Seleção no Mundial de 1978.

Participante do programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, no último domingo, Amaral creditou o revés brasileiro na competição internacional ao nervosismo. De acordo com o jogador, a ausência de liderança, simbolizada pelo rodízio de capitania na Seleção, contribuiu para tal fato.

?Não importa quantas Copas do Mundo você já tenha disputado, não importa os jogos importantes que você jogou, o primeiro jogo no Mundial sempre é mais difícil, sempre dá um nervosismo. Nós iniciamos empatando a Copa de 1978 com a Suécia também?, afirmou.

O ex-jogador também palpitou sobre os jogadores presentes no onze inicial da equipe comandada por Tite. Na visão de Amaral, Willian deveria mudar de posição, Roberto Firmino deveria ser utilizado como atacante e, por fim, Neymar teria que assumir mais a responsabilidade.

?Eu disse, quem sabe o Brasil vai passar de nível daqui para frente. Eu gosto muito mais de ver o Willian dentro do campo, do que pela beirada. O espaço para ele ali é curto. No Chelsea ele se movimenta bem, tem liberdade para fazer isso. Eu como treinador, apostaria nele nessa maneira e também confiaria no Firmino, que é um cara que ?cheira? gol?, analisou, antes de concluir.

?Ele (Neymar) é o homem da Seleção, do mundo. Vai ter que se habituar a isso (ser o alvo dos adversários), fazer qualquer coisa em relação aos defensores. Ele que tem que mostrar a real capacidade dele. Quando o Brasil toma um gol, falta aquele jogador que coloca a bola debaixo do braço?, finalizou.

Gazeta Esportiva

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