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Mesmo em sequências negativas, Ceará e Fortaleza têm poucas chances de serem rebaixados

Distância para o Z-4 diminuiu para o dupla, que agora está a apenas quatro pontos de distância
15:06 | Set. 23, 2019
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Ceará e Fortaleza não vêm em boas sequências na Série A do Campeonato Brasileiro. Atualmente, o Alvinegro está há seis jogos sem vencer, enquanto o Tricolor há três não conhece o gosto da vitória. Ambos viram a diferença para a zona de rebaixamento cair, mas mesmo com isso, as chances dos dois jogarem a Série B em 2020 continuam baixas.

Para o site de estatística Chance de Gol, o Vovô tem 7.5% de chances de cair para a segunda divisão, enquanto o Leão figura com 7.9%. Esses números ficam mais expressivos quando comparados com os adversários diretos na briga contra o rebaixamento. O CSA-AL, que venceu o Ceará neste domingo, 22, tem 86.4% de probabilidade de descenso. Os seis times com maiores possibilidades que a dupla Clássico-Rei de jogarem a Segundona em 2020 são: Fluminense com 48.6%, Cruzeiro aparece com 40.9%, Chapecoense com 96.3%, Goiás com 18.3% e, por fim, o Avaí com 87.4%.

O Chance de Gol ainda dá probabilidades para a pontuação que deve assegurar a permanência no Brasileirão. Atualmente, o time que fizer 41 pontos tem 90% de probabilidade de ficar na Série A, segundo o site. Caso pontue 40, a possibilidade cai para 80%. O mais próximo de 100% são 43 (99%), 44 (99.5%) e 44 (99.9%).

Já para o Departamento de Matemática da Universidade Federal de Minas Gerais, os números aumentam um pouco. Segundo a pesquisa, o Fortaleza tem 25.8% de chances de ser rebaixado. O Ceará, por sua vez, aparece com 19%. Chapecoense, Avaí, Fluminense, Cruzeiro e CSA-AL figuram com mais chances.

Esses dados são baseados em fatores determinantes para as equipes, como momento atual e tabela de jogos. Eles são alterados após cada rodada e conforme o campeonato vai se aproximando do fim, os números vão ficando mais precisos.

Ceará e Fortaleza ocupam a 14ª e 15ª colocações na tabela, respectivamente. Ambos têm 22 pontos ganhos e, portanto, estão a quatro pontos de distância do Z-4.

 

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Nordeste no destaque da volta do turismo

ECONOMIA
16:03 | Ago. 05, 2021
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Após o susto da segunda onda de Covid-19 entre fevereiro e março de 2021, as pessoas estão mais confiantes – seja pelo avanço da vacinação, da menor pressão sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) ou a junção de tudo – e motivam a retomada da economia desde maio, quando as restrições voltaram à escala de seis meses atrás, tornando real uma previsão: a reabertura do turismo impulsionado pelos destinos nacionais e com o Nordeste em destaque.

A aposta de secretarias, ministérios e empresas é observada agora, depois de julho representar a volta de parte das pessoas às viagens.

Já em abril, a atividade turística no País saltava 73,6% sobre igual mês de 2020, reduzindo as perdas do setor para 20%, segundo indica o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em maio, quando companhias aéreas já anunciavam novos voos e aplicativos de hospedagem sinalizavam maior índice de ocupação nas férias, a atividade turística do País avançou 97% ante maio de 2020 – quando a abertura já tinha início –, puxada principalmente pelo desempenho dos estados nordestinos: no Ceará, esse percentual foi de 108,9%, enquanto Pernambuco (145,5%) e Bahia (180,9%) cresceram ainda mais.

Há quase um ano e meio sob rígidos protocolos sanitários e ameaça de lockdown sobre hotéis, pousadas e comércio, os brasileiros voltaram aos passeios e reativaram a aviação – um setor que, mundialmente, foi o primeiro a sentir o impacto da pandemia e está sendo o último a se reerguer.

Com isso, companhias aéreas e aeroportos já reconhecem o aumento da movimentação e apontam a tendência de destinos domésticos como realidade, afinal, o fluxo entre cidades brasileiras cresceu no último mês.

Um exemplo é que pegar um voo já não fazia parte da rotina da publicitária Mayra Menescal desde antes da pandemia, quando ainda estava grávida da Alice, de 2 anos.

Mas, depois de uma viagem familiar adiada por três vezes entre 2020 e 2021 por conta das condições de contaminação, ela, o marido, Daniel Basto, e a pequena embarcaram com pais, irmãos, avós e tios para São Luiz na penúltima semana de julho. O destino final? Lençóis Maranhenses.

 

 

Protocolos ainda deixam a desejar

 

Publicitária Mayra Menescal e família(Foto: Arquivo Pessoal)
Foto: Arquivo Pessoal Publicitária Mayra Menescal e família

De cara, a publicitária Mayra Menescal levou um susto já no aeroporto: “era incrível como as pessoas não respeitavam as normas de distanciamento e de uso de máscara, porque o indicado é a N95 e o pessoal usava somente de tecido ou apenas cirúrgica”.

De posse de álcool gel e as devidas máscaras, ela e a família seguiram nos 40 minutos de voo até a capital do Maranhão. De lá, após uma parada na casa do irmão, mais 4 horas de van e um pouco mais de 1 hora de barco.

A preparação de tudo aconteceu dois meses antes. A pesquisa por hospedagem foi feita pelo irmão dela, que anualmente vai aos Lençóis. “A gente tinha um dificultador que era transporte para 14 adultos e uma criança”, conta.

Mas a baixa movimentação colaborou para garantir hospedagem para todos na mesma pousada, onde ela diz ter encontrado apenas mais duas famílias hospedadas enquanto esteve lá.

No entanto, a nova realidade projetada por especialistas para a rotina das pessoas no pós-pandemia ainda não foi adotada em destinos turísticos afastados como o visitado por Mayra. Entre as cidades de Barreirinhas, Atins e entorno, por onde ela e a família visitaram lagoas paradisíacas e praias quase desertas, máscara, álcool e distanciamento não eram regras seguidas rigorosamente.

O passeio em família deu uma segurança, porque todos da jardineira alugada por eles eram da mesma família e conviviam juntos, mas nem todos os espaços que dividiam com os demais turistas obedeciam às regras sanitárias.

"O risco de você ter Covid numa comunidade como essa, de difícil acesso, sem estrutura hospitalar... Então, como turista e brasileira, me preocupou um pouco isso o risco que estão correndo. " Mayra Menescal, publicitária

 

Preços, infraestrutura e acessos

 

Os mesmos fatores que preocupam Mayra no quesito contaminação também explicam os preços encontrados por ela na pousada, nos passeios e nos restaurantes.

A logística de ida e vinda de turistas é a mesma empregada em alimento e insumos que dotam os locais de estrutura para atender os clientes, além de tornar mais caros itens que os visitantes já têm costume de consumir por valores menores.

“Os voos pra São Luís são escassos e nem sempre são baratos. Então, aproveitamos uma promoção e pagamos R$ 350 por pessoa ida/volta, de Fortaleza. Viajar com muita gente ajudou no valor do pacote para Lençóis, pois fechamos uma van de 15 lugares para ir de São Luís a Atins. A lancha também era exclusiva e a pousada deu desconto para o grupo. Pagamos R$ 460 por pessoa incluindo traslado de van São Luís-Barreirinhas-São Luís e lancha Barreirinhas-Atins-Barreirinhas. Além dos passeios para as lagoas e parque dos Lençóis”, enumera.

No entanto, a estrutura encontrada por ela ficou aquém do esperado. “É caro para ser simples. Alimentação lá também não é tão barato. Média de R$ 80 a R$ 100 o prato para dois, geralmente, mas muito bem servido”, conta, recordando que era difícil encontrar frutas para alimentar a filha nos passeios também.

As passagens por destinos internacionais, da Europa aos Estados Unidos, além da experiência em Marketing fizeram ela refletir também sobre outro elemento que atormenta os destinos brasileiros: a qualificação profissional.

"Outra questão é capacitação da comunidade para tirar mais proveito do turismo, para que as pessoas pudessem viver melhor. Nossos guias eram locais, conhecem como palma da mão toda aquela região, mas podiam ser melhores" Mayra Menescal, publicitária

Trabalho para dotar de mais estrutura, seja de hospedagem, alimentação e lazer vem sendo trabalhado desde as instâncias menores até o Governo Federal, como assegura o Ministério do Turismo em entrevista exclusiva ao O POVO. Mas precisam ser acelerados para que impressões como a de Mayra não se tornem regra e afetem as perspectivas futuras do setor.

 

 

Sol e praia na preferência

 

Sol e praia no Nordeste foram apontados como a preferência dos turistas nesse movimento de retomada pelo boletim da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa) de junho.

“A sensação de segurança, decorrente do avanço da vacinação, e as promoções que tramitam no mercado podem ter sido fatores decisivos para as vendas de viagens”, diz o relatório, que acrescenta: “Sobre a data de realização das viagens nacionais comercializadas, a maior parte acontecerá ainda no segundo semestre de 2021, seguida por embarques programados para o primeiro semestre de 2022”.

De fato, a viagem adiada por três vezes pela família de Mayra deve acontecer na segunda metade do ano, segundo ela. Dessa vez, a opção será Gramado – os destinos do Sul foram os segundos colocados na preferência dos brasileiros, de acordo com a Braztoa.

“Foi um destino pensado por conta das crianças, porque eu tenho uma filha de 2 anos, e meu sobrinho de 1 ano e meio. e ser um destino nacional. Não pensamos no exterior agora porque o dólar está muito caro, tudo está muito caro e tem muitas possibilidades dentro do Brasil. Então, acho que a gente tem que explorar mais os destinos nacionais mesmo”, explica, dando ainda mais substância para as expectativas de guias e companhias aéreas.

 

 

Ministro Gilson Machado aposta no turismo nacional

 

O ministro do Turismo, Gilson Machado, acredita que o mercado interno será responsável pelo impulsionamento do setor turístico no Brasil a partir do segundo semestre. Segundo ele, o governo tem investido no setor público e privado, além da concessão de recursos para que o trade implemente medidas sanitárias. 


 

Gilson Machado Neto, ministro do Turismo do Brasil(Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Gilson Machado Neto, ministro do Turismo do Brasil

O POVO - Especialistas e o trade turístico apostam na retomada do setor a partir de viagens nacionais, destacando os destinos nordestinos. O Ministério do Turismo (MTur) compartilha desta análise?

Gilson Machado - Com certeza. Todos os estudos de tendência no pós-pandemia ressaltam que a retomada das atividades começará pelo turismo doméstico e aqui no Brasil não será diferente. Temos um mercado interno forte, que registrou cerca de 95 milhões de viagens em 2019. Mas ainda temos um importante potencial de crescimento, considerando que cerca de 11 milhões de brasileiros que antes viajavam para o Exterior têm agora a oportunidade de conhecer melhor o nosso País.

Costumo dizer que ser brasileiro é estar sempre perto de um destino incrível e o Nordeste é um bom exemplo disso. A região possui uma das mais belas costas litorâneas do mundo e uma natureza ímpar, o que tem atraído a visita de milhares de turistas aos diferentes destinos. E eu, como bom pernambucano, não poderia deixar de citar Porto de Galinhas, que tem liderado rankings de buscas dos turistas em busca de definir a próxima viagem. Temos também, no Ceará, Jericoacoara, que é um verdadeiro paraíso e que tem atraído a atenção de muitos viajantes. Então, eu acredito muito no potencial do nosso País e do Nordeste para essa retomada.

E para fidelizar o viajante brasileiro e ampliar a presença dos turistas estrangeiros, temos investido cada vez mais em infraestrutura. O nosso governo liberou mais de R$ 100 milhões para melhoria da infraestrutura turística com obras como o Centro de Convenções de São Gonçalo do Amarante com investimentos de R$ 1,9 milhão e a construção do teleférico em Juazeiro do Norte com investimentos de R$ 39 milhões. E esses são apenas alguns exemplos das mais de 3 mil obras do MTur em todo o Brasil.

 

"Nesse sentido, é fundamental que o mercado se reinvente para criação e aprimoramento de produtos que atendam ao perfil do turista doméstico e a comercialização de destinos regionais." Gilson Machado, ministro do Turismo

 

OP - Notamos articulações locais de reativação de rotas, como a das Emoções (Jeri, Parnaíba e Lençóis), por exemplo, mas também vimos movimentações internas nos próprios estados. Na avaliação do MTur, além dos destinos já badalados, seria a chance de promover microdestinos entre os habitantes dos próprios estados? Como desenvolver isso?

Gilson Machado - Uma das fortes tendências também para a retomada das atividades turísticas são os destinos de proximidade – até 300 km. Nesse sentido, é fundamental que o mercado se reinvente para criação e aprimoramento de produtos que atendam ao perfil do turista doméstico e a comercialização de destinos regionais. No início do ano, justamente para estimular a realização de ações de promoção do turismo interno no estado do Ceará, repassamos R$ 500 mil à Secretaria do Turismo no estado, inclusive, o que pode ser uma oportunidade para destacar destinos ainda pouco conhecidos. 

Além disso, como as pessoas estão mais conectadas com a internet, os destinos e as empresas também precisarão oferecer seus serviços pela rede mundial de computadores, e adotar ferramentas tecnológicas para que permitam interação prévia com os turistas, caso desejem se conectar com seus potenciais visitantes. E, claro, precisamos investir na segurança das nossas viagens.

Por isso, lançamos o Selo Turismo Responsável, ainda no ano passado, com protocolos sanitários para 15 atividades turísticas. Quase 29 mil estabelecimentos e guias de turismo – sendo 839 apenas no Estado do Ceará - já estão conosco nesta corrente e adotam práticas que oferecem mais segurança a turistas e a trabalhadores do setor.

Além disso, disponibilizamos um crédito de R$ 5 bilhões para apoiar os empreendimentos turísticos nesse momento de incertezas. Só para o setor cearense foram disponibilizados R$ 2,3 bilhões para auxiliar em capital de giro e realização de investimentos para a retomada das atividades turísticas.

OP - Sobre os trabalhos do MTur, sem as feiras e os modos tradicionais de promoção dos destinos, quais ações o ministério desempenhou para manter os destinos brasileiros na memória dos viajantes? Como fica a atração do Nordeste nesse trabalho? 

Gilson Machado - Temos investido fortemente na estruturação e preparação dos nossos destinos para possibilitar a retomada das atividades turísticas. Em infraestrutura turística, somente em 2020, atingimos a marca de histórica de R$ 1 bilhão investido e temos mais de três mil contratos de obras vigentes em todo o país. Também temos atuado na atração de investimentos privados. Recentemente lançamos o Portal de Investimentos, que reúne um portfólio digital de projetos, aproximando investidores, empreendedores e o poder público, que já conta com uma carteira de quase 60 projetos com investimentos previstos na ordem de R$ 23 bilhões. Juntos, têm capacidade de geração de mais de 116 mil empregos no país.

Lançamos ainda protocolos de biossegurança para o setor e temos atuado na qualificação dos serviços nas principais rotas turísticas do país para que estejamos preparados para atender cada vez melhor nossos turistas. Ofertamos também crédito para os empreendimentos turísticos e fomentamos a maior regularização do setor com novas inscrições no Cadastur, que é o cadastro nacional de prestadores de serviços turísticos. Também temos um projeto-piloto em andamento para estabelecer no Destinos Turísticos Inteligentes e, com isso, transformar nossas cidades em destinos inovadores e que ofereçam experiências únicas aos turistas. Tudo isso somado a ações de promoção do país por meio campanhas promocionais e participações em feiras nacionais e internacionais.

 

"Não temos dúvidas de que, à medida que o turista se sentir seguro, as viagens retornaram e teremos a nossa tão sonha retomada no setor de turismo, que foi um dos mais impactados pela pandemia." Gilson Machado

 

OP -  Qual avaliação faz da retomada atual? Que pontos positivos podem ser destacados e que dificuldades precisam ser superadas? (especialmente no Nordeste)

Gilson Machado - Com o avanço da vacinação, aliado à adoção de protocolos de biossegurança no setor fomentados pelo nosso Selo turismo Responsável, já temos começado a ver sinais de recuperação do setor no país. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice de Atividades Turísticas subiu 18,2% em maio. Foi o segundo crescimento consecutivo do índice, tendo em vista que em abril houve um avanço de 4,3%, demonstrado o setor começa a se recuperar. Estamos com uma média diária de voos de 1.624, o equivalente a 67,7% da oferta de voos no início de março de 2020, antes dos impactos da pandemia.

Não temos dúvidas de que, à medida que o turista se sentir seguro, as viagens retornaram e teremos a nossa tão sonha retomada no setor de turismo, que foi um dos mais impactados pela pandemia. Isso resultará em geração de mais emprego e renda para a nossa população. E esperamos que essa retomada acelere ainda neste semestre e se consolide já na próxima temporada de verão. E nesse cenário, o Nordeste brasileiro será um dos primeiros a colher os frutos do retorno das nossas atividades turísticas.

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Ceará e outros estados do Nordeste suspendem compra da vacina Sputnik

VACINAÇÃO COVID
15:50 | Ago. 05, 2021
Autor Redação O POVO
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Os governadores do Nordeste decidiram suspender a compra das doses da vacina russa Sputnik-V. O governador do Piauí, Wellignton Dias (PT), reuniu-se nesta quinta-feira com o Fundo Soberano Russo e anunciou a decisão.

A previsão dos estados do Nordeste era de compra de 37 milhões de doses de vacina. Só para o Ceará, seriam mais de 5,5 milhões de doses. A suspensão é atribuída pelos governadores às restrições à compra imposta pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A dificuldade foi agravada pelo fato de a vacina não ter sido incluída no Plano Nacional de Imunização. Há ainda falta de licença de importação.

O governador Camilo Santana (PT) se posicionou nas redes sociais:

Informo aos cearenses que o Governo do Ceará, juntamente com os outros governadores do Nordeste, decidiu suspender o contrato de compra da vacina Sputnik V, que previa mais de 5,5 milhões de doses para o nosso estado. Isso ocorre devido a novas limitações impostas pela Anvisa, do Governo Federal, que desde o começo desse processo tem colocado sucessivas barreiras para a efetivação da importação e uso da vacina. A Sputnik V, que está sendo usada em 69 países e tem eficácia comprovada de 91,6%, seria mais uma vacina para ajudar a salvar a vida de milhares de brasileiros. Diante da lentidão do Governo Federal no fornecimento de vacinas para os estados, temos buscado todas as formas da aquisição direta junto aos laboratórios para acelerar a vacinação, principalmente com a ameaça da nova variante Delta. Seguimos firmes agora para a aquisição de mais 3 milhões de doses da Coronavac para os cearenses, através de contrato direto com o Instituto Butantã. Repito o que tenho dito: só descansarei quando todos os cearenses estiverem vacinados.

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Ronald vê condições do Fortaleza vencer o Palmeiras fora de casa, mas diz que empate "não é tão ruim"

Projeção
15:48 | Ago. 05, 2021
Autor Brenno Rebouças
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O Fortaleza tem uma missão difícil no sábado. Ninguém conseguiu vencer o Palmeiras no Allianz Parque na atual Série A do Brasileiro, da qual o Verdão é líder. E como se isso já não fosse desafiador o bastante, há ainda o fato do Tricolor não vencer o Porco como visitante desde 2005.

O volante Ronald, do Fortaleza, porém, lembrou que nesta mesma edição do Campeonato Brasileiro o Leão já quebrou um tabu contra uma equipe paulista jogando fora de casa. “Eu disse no jogo contra o São Paulo que nós estávamos prontos para fazer história e o grupo está preparado para, novamente, conquistar uma vitória fora de casa diante de uma equipe tão grande quanto o Palmeiras", afirmou, em entrevista coletiva.

Ronald se referiu ao fato do Fortaleza ter batido o São Paulo pela primeira vez na história no Morumbi, no jogo da 12ª rodada. Há, no entanto, diferenças entre os dois adversários. O tricolor paulista fazia uma campanha bem irregular e era o 14º — hoje piorou, é o 17º — e já havia perdido no Morumbi. O Verdão, ao contrário, tem a melhor campanha da Série A e está invicto em casa.

É por isso que o volante do Leão reconhece que, apesar de buscar a vitória, o Fortaleza não se sentirá fracassado se roubar somente um ponto no Allianz Parque. “A gente sempre joga para ganhar, sempre buscando o melhor resultado, mas claro, um empate contra o Palmeiras não é tão ruim. Mas vamos em busca da vitória para conseguir nossos objetivos", garante.

Titular no jogo de volta contra o CRB, pela Copa do Brasil, Ronald diz não saber se vai manter o status para sábado. “Isso aí, deixo para o professor (Vojvoda), que vai analisar o time do Palmeiras e, dentro das características que ele quer para o jogo, vai escalar o time. Tem sido assim até hoje. Todos precisam estar preparados”, disse.

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Perdeu a primeira ou segunda dose da vacina? Saiba o que fazer

ONDE IR?
14:29 | Ago. 05, 2021
Autor Marília Freitas
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A Prefeitura de Fortaleza disponibilizou pontos específicos na Cidade para aplicação da repescagem da vacina da Covid-19. Hoje, 5, mais de 29 mil pessoas estão agendadas para receber a primeira dose da vacina e os faltosos podem buscar atendimento em alguns dos Centros de vacinação para obter a primeira ou segunda dose.

+ Veja lista dos agendados para receber a vacina hoje (05/08)

As aplicações da primeira dose estão acontecendo no Centro de Eventos, nos Cucas, no Sesi Parangaba e nos Shoppings RioMar Kennedy, RioMar Fortaleza e o Iguatemi. Os fortalezenses que perderam a aplicação da primeira dose por Covid ou sintomas gripais, viagens a trabalho ou pela aplicação da vacina da gripe, podem procurar os seguintes pontos hoje (05/08):

Centro de Eventos: aplicação da segunda dose das vacinas AstraZeneca, CoronaVac e Pfizer.

- Atende os agendamentos

- Atende os que perderam a primeira dose por estarem com Covid, em viagem a trabalho ou porque tomaram outra vacina

- Atende quem tem mais de 40 anos e ainda não se vacinou

Cucas (Barra, Jangurussu, Mondubim e José Walter): atende a segunda dose da CoronaVac

- Atende os agendamentos

- Atende os que perderam a primeira dose por estarem com Covid, em viagem a trabalho ou porque tomaram outra vacina

- Atende quem tem mais de 40 anos e ainda não se vacinou

Sesi Parangaba: atende a segunda dose da marca AstraZeneca

- Atende os agendamentos

- Atende os que perderam a primeira dose por estarem com Covid, em viagem a trabalho ou porque tomaram outra vacina

- Atende quem tem mais de 40 anos e ainda não se vacinou

Shoppings RioMar Fortaleza, RioMar Kennedy e Shopping Iguatemi: atende a segunda dose da marca AstraZenenca.

- Atende os agendamentos

- Atende os que perderam a primeira dose por estarem com Covid, em viagem a trabalho ou porque tomaram outra vacina

- Atende quem tem mais de 40 anos e ainda não se vacinou


Os postos de saúde atendem os agendados e os que faltaram ao agendamento da segunda dose ou que estão na data limite descrita no cartão para os que tomaram a AstraZeneca e a vacina Pfizer. "Se você está com síndrome gripal, faça o teste do Covid. Se tiver resultado positivo, aguarda 30 dias do sintomas e busque um dos Centros de Vacinação. Se o teste tiver resultado negativo, aguarde 15 dias a partir dos primeiros sintomas e vá ao Centro com comprovação da síndrome", destacou Fabiana Sales, coordenadora das Regionais de Saúde de Fortaleza.

Ao comparecer ao centro de vacinação, é necessário apresentar documento de identidade com foto, CPF, Cartão Nacional de Saúde (CNS) e comprovante de residência. No caso de segunda dose, levar também o cartão de vacinação.

 

 

 

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