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Loss fala em confirmar expectativas e ajudar futebol nacional no Guarani

Para Osmar Loss, é ano novo e vida nova. Depois de sua passagem pelo Corinthians, o treinador de 43 anos recebeu convite para dirigir o Guarani, que está de volta à elite do Campeonato Paulista. Com uma proposta que ?mexeu?, o gaúcho aceitou o compromisso de dirigir o Bugre e já sonha alto com o [?]

07:30 | 17/01/2019

Para Osmar Loss, é ano novo e vida nova. Depois de sua passagem pelo Corinthians, o treinador de 43 anos recebeu convite para dirigir o Guarani, que está de volta à elite do Campeonato Paulista. Com uma proposta que ?mexeu?, o gaúcho aceitou o compromisso de dirigir o Bugre e já sonha alto com o cargo.

Além de buscar a afirmação e consolidação no cenário nacional de técnicos, Loss declarou, em entrevista exclusiva concedida a Gazeta Esportiva em Campinas (SP), que tem uma missão muito maior na equipe: a de ajudar o futebol brasileiro.

?Consolidação e afirmação daquilo que, talvez, seja a expectativa de amigos, familiares e pessoas ligadas ao futebol que me conhecem. Quero afirmar minha expectativa pessoal, com relação àquilo que eu acredito poder desenvolver nas equipes que eu trabalho. Quero ajudar no desenvolvimento do futebol brasileiro, que acredito ser uma coisa que todos os treinadores deveriam se preocupar. Quero apresentar uma dinâmica melhor de jogo, para que o torcedor venha ao estádio e se sinta satisfeito, muitas vezes independentemente do resultado?, afirmou.

Para isso, Loss conta com a experiência dos estudos internacionais, realizados na Europa durante o final de 2018.

?O que a gente não pode fazer é trazer a Europa para dentro do Brasil. Não vamos fazer isso porque temos um futebol muito particular. Mas acho que temos muitas organizações de jogo e organizações de procedimento. O dia do jogo na Europa é diferente, não dentro do campo, mas sim para a torcida. É um espetáculo. O futebol é a cereja do bolo lá: torcedor vai para o estádio com conforto e segurança, sai com rapidez, chega à sua casa com velocidade. Tudo isso interfere na forma que o futebol é visto na Europa?, contou, antes de dar o diagnóstico.

?As coisas que podemos melhorar, no Brasil, são o número de jogadores que fazem parte do elenco ? na Europa, é uma quantidade muito inferior; o tempo de treinamento, que é muito específico, talvez ligado a esse número menor de atletas; a intensidade do jogo; o tipo de contratação ? o Atlético de Madrid, por exemplo, é um dos clubes que melhor contrata. Contrata pouco, mas negocia bem. São esses os principais conceitos que o futebol brasileiro pode trazer?, finalizou.

* Especial para a Gazeta Esportiva

Gazeta Esportiva

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