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Ex-capitão do Barcelona, Puyol dá conselho a Dembelé

Nesta quarta-feira, foi a vez de ninguém menos que Carles Puyol falar sobre Ousmane Dembelé, pivô de grande polêmica nos vestiários do Barcelona após algumas atitudes questionáveis no âmbito disciplinar. Segundo o ex-capitão blaugrano, o francês de 21 anos de idade precisa ser ajudado pelos companheiros, mas também tem que tomar cuidado para não deixar [?]

14:45 | 14/11/2018

Nesta quarta-feira, foi a vez de ninguém menos que Carles Puyol falar sobre Ousmane Dembelé, pivô de grande polêmica nos vestiários do Barcelona após algumas atitudes questionáveis no âmbito disciplinar. Segundo o ex-capitão blaugrano, o francês de 21 anos de idade precisa ser ajudado pelos companheiros, mas também tem que tomar cuidado para não deixar passar a oportunidade de defender o clube.

?Não estou mais no vestiário e não conheço o dia a dia, mas é um jogador jovem e é preciso ajudá-lo. Não é fácil se adaptar à filosofia do Barça, em que tudo repercute na mídia e em que um atraso no treino pode significar o fim do mundo?, esclareceu o ex-zagueiro, em entrevista concedida durante um torneio beneficente de padel.

Puyol ainda apontou que, para haver uma melhora, Dembelé também depende de uma auto-reflexão. Não basta que os outros atletas do elenco o ajudem se ele mesmo não se esforçar para mudar a situação.

?Ele tem bons mestres ao seu lado, gente que com certeza o ajudará. Mas também depende de sua atitude. É importante que ele reflita e pense onde está, que ele aproveite esta oportunidade. Às vezes, quando jovem, não se dá conta do que está deixando escapar e, quando quiser reagir, já será tarde demais?, indicou.

Caso Dembelé queira, de fato, continuar vestindo o uniforme azul-grená, é bom que ouça as palavras de Puyol. O ex-jogador, hoje aos 40 anos de idade, defendeu as cores do Barcelona entre 1999, quando subiu para o profissional, e 2014, ano de sua aposentadoria. Foram nada menos que 593 partidas pelo clube.

?Na gestão de vestiário surgem problemas a cada dia que passa. São muitos egos, tem que saber administrar. Todos acreditam que são melhores e querem jogar. O problema é do técnico, que só pode escolher 11 titulares e ainda tem que comandar o grupo inteiro. O mais importante é a atitude de cada um, ser ambicioso, mas respeitoso com o resto?, finalizou.

 

 

 

Gazeta Esportiva

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