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Cristiano Ronaldo nega acusações de estupro em suas redes sociais

Da arquibancada do Allianz Arena, em Turim, Cristiano Ronaldo assistiu a Juventus vencer sua segunda partida na Liga dos Campeões diante do Young Boys com três gols de Dybala. Além do jogo, em sua mente estava outro assunto: a acusação de que ele teria estuprado Kathryn Mayorga, em junho de 2009. Depois do caso ter [?]

12:45 | 03/10/2018

Da arquibancada do Allianz Arena, em Turim, Cristiano Ronaldo assistiu a Juventus vencer sua segunda partida na Liga dos Campeões diante do Young Boys com três gols de Dybala. Além do jogo, em sua mente estava outro assunto: a acusação de que ele teria estuprado Kathryn Mayorga, em junho de 2009. Depois do caso ter sido trazido à tona novamente nesta semana, após a polícia de Las Vegas ter reaberto o processo, o astro se pronunciou por meio do Facebook e Twitter oficiais nesta quarta-feira de manhã.

?Nego terminantemente as acusações de que sou alvo. Considero a violação um crime abjeto, contrário a tudo aquilo que sou e em que acredito. Não vou alimentar o espetáculo mediático montado por quem se quer promover à minha custa. Aguardarei com tranquilidade o resultado de quaisquer investigações e processos, pois nada me pesa na consciência?, escreveu.

O caso foi noticiado há um ano e meio pela revista alemã Der Spiegel, que voltou a abordar o assunto na última semana. A americana Kathryn Mayorga teria apresentado o processo à Justiça do Condado de Clark, em Las Vegas, e no último sábado uma entrevista com a mulher foi publicada, com a revelação de que ela ficou em silêncio todo esse tempo (nove anos) porque assinou um documento.

Entenda o caso

Segundo declarações da americana Kathryn Mayorga, ela teria encontrado Cristiano Ronaldo no dia 12 de junho de 2009, no hotel Pals, em Las Vegas, quando o astro teria a convidado e também a suas amigas para irem até sua cobertura. No apartamento, ele teria oferecido camisetas e shorts para que elas entrassem em uma jacuzzi e teria atacado Mayorga enquanto ela trocava de roupas.

Na ocasião, CR7 teria pedido para que a mulher realizasse sexo oral e, depois da negativa, teria a levado para um quarto e a estuprado. Ela disse que gritou ?não, não, não? e que o jogador, após o ato, pediu desculpas e ofereceu US$ 375 mil pelo seu silêncio (por isso ela assinou um documento).

Como a americana está sendo auxiliada por um novo advogado, a intenção era trazer o processo à tona novamente justamente para anular esse documento e acusar o craque de ter se aproveitado da fragilidade emocional da mulher.

Gazeta Esportiva

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