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Renê Santos começa a ver situação irreversível para o Paraná

A situação do Paraná Clube no Campeonato Brasileiro é delicada, próxima de irreversível em relação ao rebaixamento para a Série B, competição a qual o Tricolor disputou durante 10 anos seguidos antes de conseguir seu suado acesso em 2018. O desânimo já começa a atingir até mesmo os atletas, que nas entrelinhas ou mais diretamente [?]

22:00 | 12/09/2018

A situação do Paraná Clube no Campeonato Brasileiro é delicada, próxima de irreversível em relação ao rebaixamento para a Série B, competição a qual o Tricolor disputou durante 10 anos seguidos antes de conseguir seu suado acesso em 2018. O desânimo já começa a atingir até mesmo os atletas, que nas entrelinhas ou mais diretamente começam a jogar a toalha. O zagueiro Renê Santos, por exemplo, tenta nem pensar mito, porque a realidade é dura.

?É um momento que temos que tirar força de onde não tem. Se parar para pensar, não tem como tirar o Paraná dali?, disse o defensor, que promete acredita até o fim das chances. ?Mas, enquanto tiver chance, tem que trabalhar para tirar o Paraná dessa situação. Cada dia renovo minhas forças para trabalhar e fazer jogos bons. Se não tiver esse pensamento, vai só piorar?, ponderou.

Um dos últimos reforços a chegar, o zagueiro paranista garante que sabia da situação, mas acreditava no potencial de reação. ?Vim sabendo de tudo, sabendo o que poderia acontecer, tomei minha decisão acreditando que o Paraná tem atletas para tirar o time dessa situação. Estamos fazendo jogos bom, mas a bola não está entrando. A gente vem competindo, mostrando vontade, mas não está tendo os resultados esperados. Que a bola comece a entrar e venham os resultados positivos?, avaliou.

O próximo adversário será o Grêmio, e Renê já adiantou que, mesmo precisando da vitória, um empate em Porto Alegre já pode ser comemorado. ?Depois que eles perderam o Grenal eles vêm com tudo para buscar uma vitória. A torcida vai cobrar lá. Vamos trabalhar essa semana para trazer pelo menos um ponto. Tem que ter cabeça e trabalhar duro. Só o trabalho vai tirar o Paraná dessa situação?, concluiu.

Gazeta Esportiva

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