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Zidane nega favoritismo do Real contra a Juventus e apoia Benzema

Zinedine Zidane, treinador do Real Madrid, deixou claro que não quer que ninguém diga que o clube é favorito para o jogo de volta das quartas de final da Liga dos Campeões contra a Juventus, e muito menos para a conquista do título. Para o francês, a vantagem de 3 a 0 obtida na Itália deve [?]
10:45 | Abr. 10, 2018
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Zinedine Zidane, treinador do Real Madrid, deixou claro que não quer que ninguém diga que o clube é favorito para o jogo de volta das quartas de final da Liga dos Campeões contra a Juventus, e muito menos para a conquista do título. Para o francês, a vantagem de 3 a 0 obtida na Itália deve ser tratada com cautela.

?Isso não muda nada. É outra história, outra partida. O que passou, passou?Fizemos um bom resultado, mas agora há 50% de chance deles conseguirem empatar o confronto. Temos que fazer outro grande jogo?, disse.

Questionado sobre uma possível final diante do grande rival Barcelona, o técnico foi enfático na resposta.

?Amanhã temos uma final, e se passarmos, veremos que equipe vamos enfrentar. Não podemos pensar além do amanhã. Devemos pensar em nós, no que devemos que fazer e tentar fazer uma boa partida para vencer essa eliminatória. O resto nós veremos?, declarou.

Benzema, atacante que vem sendo muito contestado pela torcida devido ao seu mau desempenho principalmente na atual temporada, também esteve na pauta. Defensor do compatriota há muito tempo, Zizou voltou a apoiar o camisa 9.

?Eu o vejo da mesma maneira de sempre. Ele talvez esteja sofrendo com o que está sendo dito a seu respeito, gostaria de estar fazendo um pouco mais de gols. Ele treina bem, está aqui, sempre com os seus companheiros, envolvido e concentrado?Como eu disse, Benzema gostaria de estar melhor e marcando mais gols?, completou.

 

Gazeta Esportiva

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"Estamos merecidamente na final", diz Daniel Alves após classificação no futebol na Olimpíada

tóquio 2020
09:47 | Ago. 03, 2021
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Nesta terça-feira, 3, após um empate sem gols no tempo normal e na prorrogação, o Brasil derrotou o México nos pênaltis e se classificou para a final das Olimpíadas de Tóquio. Para Daniel Alves, a Seleção mereceu a vitória.

"A gente respeita muito o adversário pela forma como luta e trata bem os jogos. A gente já sofreu bastante com esse adversário, mas esse é o futebol. Acredito que tivemos uma atuação muito boa, sofremos quando tivemos que sofrer. Acredito que estamos merecidamente na final", disse.

"O gramado estava um pouco irregular, mas nada serve de desculpa. Para uma equipe que propõe o jogo, quando o campo está assim, tem que sempre dar um toque a mais, as conduções ficam complicadas. Mas não acho que foi um problema, a gente teve as ocasiões, tivemos chances de ganhar o jogo, mas não foi possível. Acho que o destino quis que fosse desse jeito", completou.

LEIA MAIS| Futebol: Brasil bate o México nos pênaltis e está na final da Olimpíada

Outro membro da Seleção Brasileira que enalteceu a classificação foi o técnico André Jardine.

"A gente está de parabéns pelo jogo sólido, corremos poucos riscos. Procuramos o gol o tempo todo, fazendo por merecer. A classificação nos pênaltis, na minha visão, coroa a equipe que procurou passar de fase desde o primeiro momento", afirmou.

"A gente se cobra muito para merecer. Ao final do jogo, ficou a sensação de que a gente merecia. Se tivesse que passar algum time, seria o nosso. Pelas minhas experiências, sempre que atingimos esse nível de merecimento no jogo, as coisas acontecem nos pênaltis também", acrescentou.

O Brasil aguarda o vencedor da outra semifinal, entre Espanha e Japão, para saber quem irá enfrentar na decisão olímpica, que ocorre neste sábado.

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Thiago Braz conquista medalha de bronze no salto com vara em Tóquio

09:47 | Ago. 03, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Medalhista de ouro nas Olimpíadas de 2016, Thiago Braz conquistou, nesta terça-feira, o bronze no salto com vara nos Jogos de Tóquio.

Na decisão, Thiago conseguiu passar no primeiro salto, de 5.55m. Em seguida, não superou os 5.70m na primeira tentativa. Já na segunda, teve êxito e continuou na disputa por medalhas.

No terceiro salto, de 5.80m, o brasileiro não passou na tentativa inicial. Depois, na segunda, conseguiu avançar aos 5.87m, que foram superados de primeira, apesar de ter tocado na barra.

Além de Thiago, restavam Christopher Nilsen (EUA), Armand Duplantis (SUE) e Renaud Lavillenie (FRA) na briga pelo pódio. O atleta brasileiro não conseguiu superar os 5.92m de primeira. Na segunda tentativa, tocou a perna na barra e a derrubou.

Contudo, Lavillenie errou o seu salto e garantiu medalha de bronze para Braz, que tentou o 5.92 pela última vez, mas não passou.

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Ginástica artística: Flávia Saraiva fica na sétima posição na trave

Esportes
09:22 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Brasil
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Fechando a participação brasileira na ginástica artística, a carioca Flávia Saraiva representou o país nesta terça-feira (3) na final da prova da trave na Olimpíada de Tóquio e ficou na sétima posição. Flavinha, de 20 anos, somou um total de 13.133 pontos na tabela de classificação. A disputa aconteceu no Centro de Ginástica de Ariake, na capital Tóquio.

A ginasta brasileira foi a sétima competidora a se apresentar. Logo no início de sua atuação, ela se desequilibrou duas vezes. Na sequência, Favinha precisou colocar a mão no aparelho, o que lhe tirou as chances de subir ao pódio. Flávia Saraiva teve desempenho pouco inferior ao obtido na última edição dos Jogos Olímpicos. Na Rio 2016, a ginasta encerrou como a quinta colocada.

A ginástica artística brasileira conquistou duas medalhas em Tóquio. A paulista Rebeca Andrade levou medalha de prata na prova individual geral e ouro no salto.

Pódio com Simone Biles

Simone Biles leva Bronze em Tóquio

Quem voltou a competir foi a norte-americana Simone Biles, que desistiu de participar das provas do individual geral, barras assimétricas, salto e da final por equipes, alegando problemas emocionais. Hoje (3), ela conquistou a medalha de bronze, tendo obtido 14.000 pontos.

Já as chinesas Chenchen Guan e Xijing Tang colocaram no peito as medalhas de ouro e prata, respectivamente.

Chenchen Guan e Xijing Tang; ouro e prata

 

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Conheça Alison dos Santos, o atleta de bronze na Olimpíada que superou as cicatrizes e a timidez

medalhista
09:16 | Ago. 03, 2021
Autor AFP
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Óleo fervente caiu sobre sua cabeça quando ele era um bebê de apenas dez meses. Esse acidente deixou cicatrizes e, segundo pessoas próximas, uma timidez quase crônica que só foi superar graças ao esporte. Entre corridas e saltos, o brasileiro Alison dos Santos é hoje um medalhista olímpico.

LEIA MAIS| Alison dos Santos é bronze nos 400m livres com barreiras em Tóquio 2020

O paulista de 21 anos conquistou o bronze nesta terça-feira, 3, em Tóquio, em sua primeira participação nos Jogos Olímpicos, o auge de uma temporada em que, desde maio, bateu o recorde sul-americano seis vezes nos 400 metros com barreiras, uma das provas de nível mais alto no momento.

Fenômeno em ascensão do atletismo mundial, Alison consolidou sua força mostrada nas semifinais, nas quais quebrou o recorde sul-americano com o tempo de 47,31 segundos, melhorando em três centésimos sua própria marca continental. Um recorde que voltaria a cair na final (46,72).

O bronze em seu peito é a cereja de um bolo após o primeiro lugar nos Jogos Pan-Americanos de Lima e no Campeonato Sul-Americano 2019, além de obter o terceiro melhor tempo da atual temporada.

E é o prêmio para um homem magro e esguio, de dois metros de altura, que teve um começo de vida traumático. Um acidente doméstico marcou a trajetória de Alison dos Santos, nascido em São Joaquim da Barra, município a 318 quilômetros de São Paulo. Sua avó cozinhava peixe em uma frigideira, o bebê de dez meses mexeu no utensílio e o óleo fervente caiu sobre parte de sua cabeça, além dos braços e peito.

A avó, na tentativa de protegê-lo, também ficou ferida. Os dois ficaram hospitalizados durante vários meses. Desde então, para se proteger do sol ou esconder as marcas do acidente, o corredor costuma usar gorros que escondem a cicatriz na cabeça, confundida por muitos como alopecia (calvície) precoce.

"Ele era tão tímido por causa da queimadura que só ia de boné. Ele morria de vergonha", diz sua primeira treinadora, Ana Fidélis, ao portal UOL Esporte. O Brasil quase perdeu uma joia do atletismo por causa dessa timidez. Alison ficou tão retraído que recusou os primeiros convites para entrar na pista, mas a insistência de um amigo de infância acabou aproximando-o do esporte.

Em sua primeira competição, no Centro Olímpico de São Paulo, ainda adolescente, participou com um boné amarelo que escondia as cicatrizes, lembra Fidélis. Seus triunfos e o passar do tempo foram curando as feridas de um atleta que promete trazer mais alegria ao Brasil em uma modalidade - os 400 metros com barreiras - na qual até agora não havia conquistado medalhas.

"Eu melhorei e hoje sou Alison", disse sorrindo e orgulhoso, sem boné, em 2019, durante os Jogos Pan-Americanos, contando o acidente doméstico com detalhes e naturalidade. Dois anos depois, em Tóquio, gravou seu nome no histórico das medalhas olímpicas brasileiras, a terceira modalidade mais vencedora do Brasil, com 18 medalhas, só superado pelo judô (24, quatro de ouro) e a vela (19, oito de ouro).

Com o bronze de Alison, o atletismo brasileiro volta a ter um representante no pódio de uma prova individual depois de 33 anos, após a prata de Joaquim Cruz nos 800m e o bronze de Robson Caetano nos 200m no Jogos de Seul, em 1988.

raa/js/psr/aam

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Abner fatura 1º bronze no boxe; Bia vence e avança à semi em Tóquio

Esportes
09:07 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Brasil
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O boxe brasileiro conquistou na manhã desta terça-feira (4) uma medalha de bronze na  Olimpíada de Tóquio (Japão) com Abner Teixeira (91 quilos) e assegurou outra, antecipadamente, com a peso leve Bia Ferreira, única que venceu nesta terça-feira (3), na Arena Kokugikan, na capital japonesa. Favorita ao ouro, a campeã mundial avançou às semifinais na categria até 63 kg. Como na modalidade não há disputa de terceiro lugar, quem ganha nas quartas já garante o bronze. O país tem ainda um terceiro bronze encaminhado com Hebert Conceição (75 kg) que disputa a semi na quinta (5), às 3h (horário de Brasília).