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Roma pode contratar Anderson Talisca na próxima temporada

A temporada 2017-2018 ainda não acabou, mas a Roma já pensa em se reforçar para a próxima. O primeiro reforço pode ser brasileiro: o meia-atacante Anderson Talisca, atualmente no Besiktas, da Turquia é um dos alvos da equipe italiana, segundo o diário local Corriere Della Sera. Entretanto, os valores ainda não foram divulgados. Provavelmente, o [?]
17:30 | Abr. 30, 2018
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A temporada 2017-2018 ainda não acabou, mas a Roma já pensa em se reforçar para a próxima. O primeiro reforço pode ser brasileiro: o meia-atacante Anderson Talisca, atualmente no Besiktas, da Turquia é um dos alvos da equipe italiana, segundo o diário local Corriere Della Sera.

Entretanto, os valores ainda não foram divulgados. Provavelmente, o jogador não deve permanecer na Turquia, pois o clube não deve pagar os 21 milhões de euros (aproximadamente R$ 88 milhões), valor da multa. Assim, o caminho estaria livre para o time da capital italiana buscar o brasileiro, que pertence ao Benfica, e renovou o contrato até 2020.

O jornal ainda garante que o diretor esportivo da Roma, Monchi deve se encontrar em breve com Talisca para apresentar uma proposta. Ao final da temporada, ele deverá se reapresentar ao Benfica, caso os turcos não exerçam o poder de compra.

Talisca já chegou a ser especulado para jogar no Manchester United, mas a negociação até o momento não caminhou. O jogador apareceu na lista do técnico Tite na convocação para os amistosos contra Rússia e Alemanha, no último mês de março, mas não chegou a entrar em campo.

Revelado pelo Bahia em 2013, o atleta se transferiu no ano seguinte para os Encarnados, onde não conseguiu vingar, e assim, se transferiu para o futebol turco. São 73 partidas pelo clube, e 35 gols anotados, desde 2016.

Gazeta Esportiva

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Arremesso de peso: Darlan Romani atinge marca e está na final da Olimpíada

08:37 | Ago. 03, 2021
Autor Lucas Mota
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O brasileiro Darlan Romani garantiu vaga para a final do Arremesso de Peso. Com apenas duas tentativas, ele atingiu a marca de 21m31 e avançou para a decisão da modalidade na Olimpíada de Tóquio. A briga pelo pódio está prevista para quinta-feira, 5, a partir das 11h05min.

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Logo no primeiro arremesso, Darlan ficou próximo da marca, quando alcançou 21m. Com o resultado necessário para a classificação para a final atingida na segunda tentativa, o brasileiro não precisa fazer um terceiro lance e aguarda o resultado final desta etapa classificatória para conhecer os adversários da decisão por medalha.

"Demos um passo para a final olímpica. Estou dando 200% aqui. A vaga veio no segundo arremesso. Dia 5, vamos assistir. Estamos em busca de um sonho, como o Alison fez. O que depender de mim, vou fazer 200%", comentou Darlan em entrevista ao SporTV após a prova.

O Alison (dos Santos) citado por Darlan é o brasileiro que garantiu a medalha de bronze nos 400m com barreira.

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Waldery Rodrigues deixa cargo de assessor especial de equipe de Guedes

ECONOMIA
08:37 | Ago. 03, 2021
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Engenheiro e ex-secretário especial de Fazenda do Ministério da Fazenda, Waldery Rodrigues decidiu deixar a equipe do ministro Paulo Guedes. O Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira publica a exoneração, "a pedido", de Waldery do cargo de assessor especial de Relações Institucionais da pasta, cargo que assumiu em maio passado, logo depois de sair da secretaria especial. O ato do DOU informa que a saída oficial de Waldery da assessoria de Guedes se deu em 28 de julho de 2021.
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Na volta, CPI mira sites que divulgaram conteúdos falsos

POLÍTICA
08:18 | Ago. 03, 2021
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O núcleo da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, no Senado, que investiga a disseminação de fake news sobre o enfrentamento à pandemia, avança e deve pedir, nesta semana, a quebra de sigilo bancário de ao menos oito sites que propagaram conteúdos falsos. Desde ontem, o grupo conta com o auxílio do delegado da Polícia Federal Carlos Eduardo Miguel Sobral, especialista em crimes cibernéticos, que investigará exclusivamente a disseminação de mensagens enganosas.
Após 15 dias de recesso, a CPI retoma os trabalhos nesta terça-feira, 3, quando também retoma a apuração sobre intermediários de venda de supostas vacinas contra a covid-19. A comissão convocou para falar, hoje, o reverendo Amilton Gomes de Paula. Ele é presidente de uma empresa chamada Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah), com sede em Águas Claras (DF), e tentou negociar supostas doses da vacina AstraZeneca com o Ministério da Saúde.
Amanhã, os senadores ouvem o coronel Marcelo Blanco, ex-assessor do Ministério da Saúde, exonerado da pasta em 19 de janeiro. Áudios em posse da CPI, revelados pelo Estadão, mostram o coronel orientando Cristiano Alberto Hossri Carvalho, representante da Davati Medical Supply, a acessar o Departamento de Logística do Ministério da Saúde e negociar supostas 400 milhões de doses da vacina da AstraZeneca.
Está marcado para quinta-feira o depoimento do ex-assessor do Ministério da Saúde, Airton Antonio Soligo, nomeado em 23 de junho do ano passado pelo ex-ministro Eduardo Pazuello. Ele foi exonerado em 24 de março, um dia depois da saída de Pazuello do ministério.
A pauta da Comissão para hoje tem mais de 130 requerimentos para análise. O item número um é a proposta do vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) de afastamento de Mayra Pinheiro da secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, do Ministério da Saúde. Em entrevista à rádio Eldorado, ontem, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), cobrou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a demissão de Mayra do cargo.
A secretária é entusiasta do suposto tratamento precoce contra a covid, composto por medicamentos contraindicados para a doença, como cloroquina e ivermectina. O "kit covid" tem como incentivador o presidente Jair Bolsonaro.
No domingo, o Estadão mostrou, com base em estudo da consultoria LLYC, que Bolsonaro foi o principal influenciador no apoio ao kit covid nas redes sociais no primeiro ano da crise sanitária. A LLYC rastreou cerca de 20 milhões de menções a cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina na rede social Twitter. No total, 1,85 milhão de contas foram analisadas.
Negacionismo
O núcleo de senadores que apura o negacionismo na pandemia catalogou as principais fake news da covid e identificou, na semana passada, sites, pessoas físicas, influenciadores e políticos que disseminaram conteúdo falso.
"A desinformação e as campanhas negacionistas também mataram brasileiros. Pessoas físicas, influenciadores e sites criados apenas para disseminar fake news e atacar adversários do governo foram aliados do vírus e agravaram o morticínio", afirmou o relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), um dos senadores que lideram a investigação sobre fake news. "A CPI tem o compromisso de investigar e cobrar as responsabilidades. E é isso que vamos fazer."
A CPI da Covid já identificou de que forma as fake news disparadas durante a pandemia se estruturaram. Os senadores descobriram que as mentiras eram produzidas para induzir as pessoas a acreditarem no suposto tratamento precoce.
As mensagens falsas são disparadas de duas formas, simultaneamente. Há um conteúdo que ataca a vacina, o uso de máscara e o distanciamento social, e outro que dissemina o suposto tratamento precoce com dados falsos e pesquisas distorcidas. A CPI suspeita que robôs tenham sido usados para estimular a disseminação das mensagens.
O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) afirma que os parlamentares aguardam uma confirmação técnica sobre o assunto. "A priori, sim, você teve a mistura bem típica da desinformação, que utiliza perfis que são operados por seres humanos e impulsiona, dá volume, com robôs", disse.
A investigação dos senadores já identificou ao menos 76 perfis, em redes sociais como Instagram e Twitter, que se dedicavam a propagar notícias enganosas. A CPI também deve pedir às plataformas que revelem quem são as pessoas por trás dos perfis. A apuração pretende também identificar pessoas, inclusive do governo federal, "que tiveram papel efetivo na desinformação dos brasileiros", e responsabilizá-los no relatório final.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Olimpíada: Após lesão, Flávia Saraiva fica em 7º na trave da ginástica

tóquio 2020
08:17 | Ago. 03, 2021
Autor Redação O POVO
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A ginasta brasileira brasileira Flávia Saraiva terminou sua participação na Olimpíada de Tóquio como a 7º melhor atleta na prova da trave. Após sofrer uma lesão no tornozelo durante as competições classificatórias, ela sofreu um grande desequilíbrio no aparelho que comprometeu sua nota, ficando na sétima colocação com 13.133.

A jovem de 21 anos se recuperou parcialmente da torção e competiu não estando com 100% de suas condições. A prova teve domínio das chinesas. Chenchen Guan foi medalha de ouro, com 14.633 pontos. A prata foi conquistada pela também chinesa Xinging Tang, com 14.233. A estrela da ginástica mundial, Simone Biles teve a nota de 14.000, ficando em terceiro lugar.

LEIA MAIS| Ginastica: Simone Biles fica com bronze na trave e chinesas completam pódio na Olimpíada

A nota de Flavia Saraiva teve descontos por um desequilíbrio grande logo após suas primeiras acrobacias. Ela teve que se apoiar com as mãos na trave para não cair, uma infração que tirou muitos pontos de sua apresentação.

Flávia teve uma torça no tornozelo direito durante sua apresentação no solo na etapa classificatória. Ela desistiu das provas restantes no dia, mas se classificou para a final da trave. O tornozelo já vinha incomodando a ginasta desde sua chegada em Tóquio. 

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Dona do iFood recebe aporte de mais de R$ 1 bilhão

ECONOMIA
08:07 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Estado
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A dona do iFood acaba de receber mais de R$ 1 bilhão (US$ 200 milhões) para investir em seu próprio crescimento. A Movile, que além do aplicativo de entregas também é dona das fintechs Movile Pay e Zoop e da startup de games Afterverse, fez mais uma captação e recebeu o seu maior investimento primário em única rodada desde a sua fundação. O responsável foi o grupo global de internet Prosus, principal investidor da Movile desde 2008.
"Esse valor será utilizado na nossa expansão para os próximos 12 meses e esse R$ 1 bilhão é uma aposta de que nossos mercados irão crescer", diz Patrick Hruby, presidente da Movile.
O dinheiro, segundo Hruby, será destinado a todas as empresas do grupo, mas a companhia não abriu quais serão as parcelas direcionadas para cada negócio. O iFood, no entanto, ficará com a maior fatia em um momento em que o mercado fica cada vez mais disputado, com o crescimento do Rappi, do Uber Eats e também de novos entrantes, como a Merqueo.
O iFood quer expandir os seus negócios no segmento de supermercados, mas também nos serviços financeiros que a empresa fornece especialmente para os restaurantes. De acordo com o executivo, até agora já foram concedidos R$ 250 milhões em créditos para parte dos 150 mil estabelecimentos vinculados à plataforma. Uma fatia do valor do aporte, portanto, também será para aumentar esses empréstimos.
Além disso, o iFood também está de olho na sua operação colombiana. Em 2020, a companhia se fundiu com a Domicilios, que possui mais de 12 mil restaurantes em 30 cidades no país vizinho, o que representa uma fatia de quase 40% do mercado, de acordo com Hruby. "A Colômbia é a nossa grande aposta de crescimento em outros países", diz o executivo.
Fintech
Os serviços financeiros também devem receber uma considerável fatia dos investimentos e boa parte dos negócios da Movile envolvem diretamente o iFood. No fim do mês passado, a Zoop recebeu um aporte de R$ 170 milhões do grupo. A companhia, que tem entre os seus principais serviços o sistema de meios de pagamento e o crédito, transacionou R$ 20 bilhões - boa parte do valor relacionada ao iFood. Somente no ano passado, a fintech cresceu 150%.
Um dos negócios que mais movimentaram as contas da Zoop foi a Conta Digital iFood, criada em parceria com a MovilePay, que também é responsável por conceder e gerenciar os créditos dados pelo aplicativo de entregas. "A tendência de que todas as empresas precisarão oferecer serviços financeiros está ganhando cada vez mais força", diz Hruby.
Segundo Marcelo Nakagawa, professor de empreendedorismo do Insper, existe um movimento de as startups terem um pé nos serviços financeiros. "Todas as empresas que têm um volume relevante de transações financeiras podem pensar em ser fintechs hoje. Haverá cada vez mais soluções financeiras de empresas tipicamente não financeiras", diz.
Outro negócio que visa complementar o serviço é o de logística. Na Colômbia, por exemplo, a companhia fez um aporte na plataforma de entrega Mensajeros Urbanos no ano passado e, em 2021, realizou um investimento na startup argentina Moova, que tem como seu principal cliente a operação do Mercado Livre.
"O consumo por meio do e-commerce aumentou e as pessoas, mesmo fazendo mais compras, não querem mais esperar duas semanas para receber um pacote. Elas querem receber no mesmo dia e o mercado ainda não se mostra preparado para esse serviço de última milha", diz o executivo da Movile.
Em todas as vertentes também devem ser esperadas aquisições e novos aportes, de acordo com Hruby. "Estamos sempre buscando negócios interessantes, até mesmo para se criar novas verticais", afirma.
Para dar conta da expansão dos negócios, a companhia se prepara para contratar. Por ora, são 600 vagas abertas. O último aporte na Movile havia sido em 2018, quando os fundos Naspers Ventures e Innova Capital injetaram US$ 124 milhões. Já o aplicativo iFood recebeu mais dinheiro de lá para cá. Em novembro de 2018, o app recebeu US$ 500 milhões.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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