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Chiellini rasga elogios a Sergio Ramos: ?Melhor zagueiro do mundo?

Nesta terça-feira, Juventus e Real Madrid se reencontrarão pelas quartas de final da Liga dos Campeões, após disputarem a grande final da última edição da competição. Antes do duelo, o zagueiro Chiellini rasgos elogios aos adversários, especialmente seu companheiro de posição, Sergio Ramos. ?Tem que se aprender com os melhores, mas não ultrapassá-los. Eu jamais [?]
16:00 | Abr. 02, 2018 Autor - Tipo Notícia

Nesta terça-feira, Juventus e Real Madrid se reencontrarão pelas quartas de final da Liga dos Campeões, após disputarem a grande final da última edição da competição. Antes do duelo, o zagueiro Chiellini rasgos elogios aos adversários, especialmente seu companheiro de posição, Sergio Ramos.

?Tem que se aprender com os melhores, mas não ultrapassá-los. Eu jamais teria a qualidade técnica e a explosão do Sergio Ramos. Na minha opinião, ele é o melhor zagueiro do mundo e sabe jogar as partida que realmente contam. Na Espanha também tem o Piqué, que teve a sorte de crescer ao lado de Puyol, e agora forma uma dupla de alto nível com o Umtiti?, enalteceu o italiano, em entrevista ao site El Mundo.

Perguntado sobre o motivo da escolha de ser zagueiro, Chiellini destacou o sentimento prazeroso em ?parar? o jogador adversário, mas admitiu a dificuldade da posição, já que qualquer erro pode ser fatal. ?(O que me fez escolher ser zagueiro) foi o amor pela defesa, a paixão de fazer esse trabalho. É normal que as crianças queiram ser como o Cristiano Ronaldo, Messi ou Dybala, porque são quem provocam a maiores emoções com sua fantasia. Mas também há prazer em deter um rival, pensar antes que ele, se antecipar e ganhar o duelo. O problema é que se faz isso nove vezes bem e uma vez errada, podo provocar uma tragédia?, pontuou.

Justamente sobre o gajo e o argentino, Chiellini comparou ambos, mas disse preferir não escolher qual deles é melhor. ?(Cristiano) mudou seu jeito de jogar nos últimos dois anos. Não sei se por causa da lesão que sofreu na Eurocopa ou para poupar energia à medida que vai ficando mais velho. Antes era um sete que chegava na velocidade, pela lateral. Agora, é um nove monstruoso. Sua força nasce de querer ser o melhor a todo custo, em cada momento. Me lembro de uma bola que ele perdeu, numa joga insignificante, mas mesmo assim mostrava uma raiva estranha dentro de si. Era como se tivesse perdido uma final. É como se fosse o primeiro e o último jogo dele?, ressaltou.

?Messi não exterioriza, mas não é muito diferente. Ele tem uma velocidade brutal partindo do meio. Arranca e vai sempre onde pode causar danos. É inalcançável. Mas por que escolher? Sinceramente, vendo os números de ambos, não se pode dizer quem é melhor. Para mim, eles tem a sorte de competir um contra o outro, de jogar na La Liga, em rivais diretos. Jogam uma partida de dez anos que os ajudou a serem melhores?, frisou.

Perguntado ainda sobre quem é favorito para o duelo desta terça-feira, Chiellini brincou: ?A Juve! Nos sentimos desse modo, convencidos, mas é inegável que nesse momento atual, os espanhóis são sempre os favoritos neste torneio. City e Bayern também estão indo bem. O City, primeiro colocado na liga mais difícil, na minha opinião, porque sempre tem quatro ou cinco equipes aspirantes ao título. Mas Real e barça têm algo a mais. Ambos evoluíram nos últimos anos e permanecem no topo, não só por Cristiano e Messi?, concluiu.

Gazeta Esportiva

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André Gonçalves tem dívida de R$350 mil por não pagar pensão alimentícia

caso de justiça
2021-07-30 08:40:55 Autor Tipo Noticia

O ator André Gonçalves, pai de Valentina Benini, de 18 anos, fruto do casamento com a jornalista e atriz Cynthia Benini, acumulou uma dívida de R$350 mil devido a falta de pagamento da pensão alimentícia. A Justiça ordenou processo de expropriação de bens do ator. As informações são do portal Metrópoles, da coluna de Léo Dias. 

O valor da pensão é de R$ 4,5 mil por mês e era paga regularmente quando André era funcionário da Rede Globo, tendo o valor descontado no contra-cheque. Mas a partir de 2007, ele deixou de pagar, gerando uma dívida de R$ 112.044,33, que com juros e correção monetária totaliza R$ 352.579,01 atualmente.

Nos últimos anos, André trabalhava apenas com contratos como pessoa jurídica e por obras por tempo determinado tanto para a Globo quanto para a Record. As emissoras foram acionadas para que o salário do ator fosse penhorado, mas disseram que ele não era funcionário. 

Em 2019, a Justiça pediu a penhora de um carro e de uma moto e chegou a bloquear as contas de André, mas encontraram um saldo de apenas R$ 18. Uma análise dos extratos bancários do ator em 2020 mostra que ele parou de usar suas contas desde que o processo começou. Foi feito o pedido de que a Justiça bloqueasse as contas da empresa de André, mas o juiz negou. Nesse caso, os advogados de Valentina precisariam pedir uma ação específica chamada desconsideração inversa de personalidade jurídica, mas acabaram não optando por essa alternativa.

Atualmente, André alega que o carro Kia Picanto, penhorado pela Justiça, foi vendido há cinco anos, mas não comprovou a venda com documentos. O ator já passou o endereço para que a moto modelo Honda PCX seja recolhida, que vale menos de R$10 mil e segundo ele seria seu único bem.

Podcast Vida&Arte
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'É importante dar um sinal de unidade no campo democrático'

POLÍTICA
2021-07-30 08:34:48 Autor Agência Estado Tipo Notícia

Diretor executivo da Fundação Fernando Henrique Cardoso e um dos dirigentes do projeto Plataforma Democrática, o cientista político Sergio Fausto defende que o PSDB e o PT mantenham um canal de diálogo para que os partidos possam estar juntos em um eventual 2° turno da eleição presidencial de 2022 caso o adversário seja o presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, ao se encontrarem em maio, "deram um sinal claro de que, em que pese muitas diferenças entre as forças que representam, ambos estão no campo democrático." Ao Estadão, Sergio Fausto disse ainda ser "cético" em relação à viabilidade de um candidato que represente uma terceira via na disputa pelo Planalto.
Existem pré-candidaturas presidenciais já apresentadas por partidos do centro político. Qual a chance de alguma delas liderar a chamada terceira via?
Aos olhos de hoje, a probabilidade de surgir uma candidatura competitiva que aglutine todas as forças de centro, que vão do Ciro Gomes (do PDT) ao (Luiz Henrique) Mandetta (do DEM), é remota.
Entre as opções apresentadas, acredita que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), é um nome viável?
Sou cético sobre o Doria ser esse nome, em que pese que, ao meu juízo, ele vem fazendo um bom governo em São Paulo. Ele não conseguiu até o momento agregar as forças políticas e ser visto como um ponto de convergência. Doria tem dificuldade em ultrapassar as fronteiras de São Paulo, e mesmo no Estado é um candidato que encontra resistências. Ele terá que fazer seus cálculos.
O que acha da proposta do semipresidencialismo?
Como sistema teórico experimentado em alguns países, como Portugal e Espanha, ele tem algumas vantagens sobre o sistema atual. Seria menos custoso e traumático lidar com crises. Mas tenho duas observações a fazer. A primeira é em relação ao timing. Seria um erro implantar no próximo mandato. Seria um pecado. Você não muda o sistema de governo na última hora. A segunda é que precisaria passar por um referendo popular para ter legitimidade.
Que leitura o sr. faz do encontro, em maio, entre ex-presidentes FHC e Lula?
Ao se encontrarem, eles deram um sinal claro de que, em que pese muitas diferenças entre as forças que representam, ambos estão no campo democrático.
Isso pode ser entendido como uma sinalização de que eles estarão juntos em um eventual segundo turno contra Jair Bolsonaro?
Sim, e isso vale para os dois lados. Hoje tudo indica que o ex-presidente Lula estará no 2° turno, mas na hipótese de outro candidato do centro democrático enfrentar o Bolsonaro, espero que o PT o apoie.
O PSDB e o PT devem manter desde já canais de diálogo?
Neste momento é importante dar um sinal muito claro de que há unidade no campo democrático, que basicamente se define pela oposição ao campo liderado por Jair Bolsonaro. Dentro do campo democrático, eu espero que surja uma alternativa à candidatura colocada pelo PT na figura do ex-presidente Lula. Falar agora sobre um eventual apoio ao Lula ano que vem seria colocar o carro na frente dos bois.
Por que não aconteceu em 2018?
A política brasileira durante um longo período se estruturou na polarização entre PT e PSDB. O custo do apoio do PSDB à candidatura do PT seria bastante elevado. Parte desse eleitorado (tucano) deslizou para a direita e apoiou Bolsonaro já no 1° turno. Vamos lembrar que no 2° turno em 2018 o PSDB disputou o 2° turno para governador com chance de vitória em vários Estados onde o Bolsonaro havia tido votação expressiva. Isso gerou um custo eleitoral proibitivo para o PSDB. Além do que, as lideranças do partido já tinham feito um movimento à direita. Houve uma pressão muito grande sobre o presidente Fernando Henrique Cardoso, que tem uma trajetória de centro-esquerda, para que ele apoiasse o Fernando Haddad. Mas para ele esse gesto teria um custo político importante, afinal ele é presidente de honra do partido, mas teria muito pouco efeito eleitoral.
Para quebrar a polarização e voltar a ter protagonismo, o PSDB precisa voltar ao discurso antipetista?
Não contem comigo para isso, mas é provável que o candidato que surja no centro queira polarizar com o Lula. A esquerda terá um lugar no 2° turno. O antipetismo é um recurso eleitoral fácil, mas me parece um erro.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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CNI: 90% não fazem questão de escolher marca de vacina

Saúde
2021-07-30 08:20:03 Autor Agência Brasil Tipo Notícia

Noventa por cento da população quer ser vacinada contra o novo coronavírus independente da marca do imunizante, mostra pesquisa divulgada hoje (30) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento ouviu 2 mil pessoas em todos os estados do país entre os dias 12 e 16 de julho.

Entre as pessoas entrevistadas, 43% disseram que até gostariam de escolher entre as marcas de vacina disponíveis se houver essa possibilidade, mas apenas 9% afirmaram que deixariam de se vacinar se o imunizante de preferência não estivesse disponível. “O fato de o brasileiro aceitar tomar a vacina disponível nos deixa menos apreensivos, não só pela proteção individual, mas pelo benefício para toda a sociedade”, ressaltou o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

A maioria da população (62%) considera que o ritmo da vacinação no Brasil ainda é lento. Porém, 68% acreditam que a velocidade da imunização no país aumentou muito em julho em relação a junho.

Menos medo

Para 70% dos entrevistados, a pandemia de covid-19 deve perder força daqui para frente. Uma minoria (18%), no entanto, acredita que o número de casos e de mortes causadas pela doença deve aumentar.

Na comparação com a pesquisa feita pela CNI em abril, caiu de 56% para 47% o percentual de pessoas que diz ter muito medo do coronavírus. Também se reduziu a proporção de pessoas que tem medo de frequentar shoppings, de 39% para 24%. Em relação ao comércio de rua, em abril, 36% tinham medo e agora são 28%. O receio de ir a bares e restaurantes passou de 45% para 34%.

Também melhoraram as expectativas sobre a economia. Em abril, 18% viam a situação econômica do país em recuperação. Neste levantamento o percentual ficou em 43%.

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Boxe: Abner Teixeira se classifica para a semifinal e garante medalha para o Brasil

SEMIFINALISTA
2021-07-30 08:20:00 Autor LucasMota Tipo Notícia

O brasileiro Abner Teixeira venceu Hussein Iashaish, da Jordânia, garantiu vaga nas semifinais da categoria pesada do boxe e, consequentemente, assegurou a primeira medalha do Brasil na modalidade, nos Jogos Olímpicos de Tóquio. O paulista bateu o adversário por decisão dividida.

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Com o resultado, o boxeador garante a primeira medalha do Time Brasil, tendo em vista que no boxe não existe disputa pelo bronze entre os semifinalistas derrotados. Portanto, caso perca no duelo da semifinal, Abner já tem o terceiro lugar no pódio assegurado.

Antes do confronto nas quartas de final, Abner deu show na estreia, quando venceu o britânico Cheavon Clarke. O paulista é bicampeão brasileiro juvenil e de elite e é uma referência do boxe brasileiro na categoria acima dos 91 kg. Nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, em 2019, ele conquistou o bronze.

Mais cedo, o Time Brasil contou com a estreia de Bia Ferreira, favorita ao ouro no peso-leve feminino. Atual campeã mundial, ela venceu a pugilista Shih-Yi Wu, de Taiwan. Por outro lado, Keno Marley perdeu e foi eliminado na Olimpíada.

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Castillo escolhe radical de esquerda para chefiar Gabinete

INTERNACIONAL
2021-07-30 08:09:50 Autor Agência Estado Tipo Notícia

O novo presidente do Peru, o esquerdista Pedro Castillo, nomeou ontem o legislador de extrema esquerda Guido Bellido como presidente do Conselho de Ministros (chefe de Gabinete). A nomeação foi feita um dia após a posse de Castillo, eleito em um clima de polarização política no país. A escolha de Bellido ressalta a influência que o partido Peru Livre terá no governo de Castillo. Ela também deve assustar ainda mais os investidores que desconfiam de um novo governo de esquerda que também enfrentará resistência no Congresso.
A Bolsa de Valores e a moeda peruana, o sol, despencaram desde que Castillo se tornou o provável vencedor da eleição de 6 de junho. O Ministério das Finanças permanece vago, mas fontes disseram à Reuters que o cargo-chave provavelmente será preenchido por Pedro Francke, um economista moderado de esquerda.
Bellido tem 41 anos, é engenheiro eletrônico e não tem experiência em cargos públicos. Como Castillo, tem origem camponesa e nasceu na região andina de Cuzco. Sua nomeação e a dos outros ministros ainda deve ser aprovada pelo Congresso.
Bellido foi um dos 37 candidatos do partido Peru Livre eleitos para o Congresso nas eleições de abril, coincidindo com o primeiro turno presidencial. No Peru, os parlamentares podem ocupar simultaneamente cargos no governo.
A mídia peruana informou que a Promotoria havia investigado Bellido por suposta apologia ao terrorismo por declarações em uma entrevista feita em abril, antes de assumir sua cadeira no Congresso na sexta-feira, o que lhe concede imunidade.
A nomeação de Bellido "é uma mensagem que polariza", disse o legislador de extrema direita Alejandro Cavero à rádio RPP de Lima.
Segundo a presidência, Castillo deveria anunciar ainda ontem à noite o nome de mais 18 ministros. A nomeação dos principais colaboradores do novo presidente deve dar um sinal aos mercados, que ficaram inquietos com o anúncio que Castillo fez de que iniciará uma reforma constitucional, embora se tratasse de uma promessa de campanha.
O mandato, de cinco anos, se inicia em meio às esperanças de milhares de compatriotas, mas também à preocupação de muitos peruanos que temem uma forte virada para o socialismo após décadas de políticas liberais.
Em seu discurso de posse, Castillo tentou adotar um tom moderado com relação às questões econômicas, apesar das mensagens de extrema esquerda de seu partido, e reiterou que não fará desapropriações, embora tenha esclarecido que promoverá um "novo pacto com investidores privados".
O presidente tem o desafio de reativar uma economia duramente atingida pela pandemia, que despencou 11,12% em 2020, além de acabar com as convulsões políticas que levaram o Peru a ter três presidentes em novembro de 2020.(Com agências internacionais)
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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