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Após decepcionar no estadual, Avaí recebe o Goiás pela Copa do Brasil

Depois de eliminar o Fluminense, o Avaí tem mais um difícil desafio na Copa do Brasil. Desta vez, pela quarta fase, o adversário é o Goiás, que se sagrou campeão goiano no último domingo e vai a Florianópolis enfrentar o time local nesta quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), na Ressacada. Apesar de ter feito campanha ruim no [?]
20:15 | Abr. 10, 2018
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Depois de eliminar o Fluminense, o Avaí tem mais um difícil desafio na Copa do Brasil. Desta vez, pela quarta fase, o adversário é o Goiás, que se sagrou campeão goiano no último domingo e vai a Florianópolis enfrentar o time local nesta quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), na Ressacada.

Apesar de ter feito campanha ruim no Campeonato Catarinense, no qual foi apenas o sexto colocado, o Avaí tem feito barulho na Copa do Brasil. Na última fase, o Leão eliminou o Fluminense com vitórias no jogo de ida, no Estádio Nilton Santos, e na volta, na Ressacada. Antes disso, na segunda fase, a vítima foi o Juventude, que perdeu em casa para os catarinenses. Na estreia, também fora de casa, o Ceilândia ficou pelo caminho.

Enquanto o Avaí faz grande campanha, o Goiás não teve vida fácil nas últimas fases da Copa. O Esmeraldino avançou na terceira fase, contra o Coritiba, com uma vitória no Serra Dourada por 1 a 0 e um empate no Couto Pereira por 1 a 1. Na segunda fase, contra o Boa Esporte, o Verdão goiano avançou na disputa de pênaltis após empate sem gols. Já na estreia, o Goiás eliminou o Sinop.

Para o confronto, o Avaí aposta em seu ataque, liderado por Romulo, artilheiro da Copa do Brasil com três gols. Luan Pereira está logo atrás, com dois gols marcados. Já o Goiás depende de sua sólida defesa, que sofreu apenas um gol em quatro jogos.

Gazeta Esportiva

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MP prorroga vigência de medidas excepcionais durante a pandemia

Saúde
2021-07-30 20:56:10
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O governo federal editou hoje (30) a Medida Provisória No 1.059 de 2021, que garante a continuidade de medidas excepcionais para aquisição de vacinas, medicamentos e insumos para o combate à covid-19 autorizadas pela Lei No 14.124, aprovada em março deste ano.

O texto da lei previa as medidas excepcionais até amanhã (31). Pela MP, a Lei 14.214 passa a ter vigência enquanto durar a Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional declarada em razão da pandemia.

A Lei permitiu, por exemplo, a dispensa de licitação para que a administração pública direta e indireta possa celebrar contratos de aquisição de vacinas e insumos voltados ao combate da covid-19.

A norma também autorizou que estados e municípios adquirissem imunizantes com autorizações excepcionais para importação, o que acabou ocorrendo no caso da Sputnik V a partir de pedido de governos do Nordeste.

Passaram a ser reconhecidas autorizações de autoridades sanitárias de outros países e blocos, como União Europeia, Estados Unidos, Rússia, China, Argentina, Austrália, Japão, Índia, Canadá e Reino Unido.

A lei também permitiu medidas excepcionais em outras áreas, como na contratação de bens e serviços de tecnologia da informação e comunicação.

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Decreto oficializa desbloqueio do Orçamento de 2021

Economia
2021-07-30 20:55:39
Autor Agência Brasil
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Um decreto assinado hoje (30) pelo presidente Jair Bolsonaro oficializou o desbloqueio de todo o Orçamento de 2021. A liberação dos recursos havia sido divulgada há uma semana, quando o governo enviou ao Congresso o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas.

Ao todo, foram liberados os R$ 4,522 bilhões que estavam contingenciados desde a sanção do Orçamento, em abril. A pasta mais beneficiada foi o Ministério da Educação, com R$ 1,558 bilhão liberados. Em seguida, vêm os ministérios da Economia (R$ 830,5 milhões), da Defesa (R$ 671,7 milhões) e do Desenvolvimento Regional (R$ 382,7 bilhões).

Em seguida, vêm os Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovações (R$255,4 milhões); da Cidadania (R$ 204,7 milhões); das Comunicações (R$ 145,4 milhões); das Relações Exteriores (R$ 143,2 milhões); de Minas e Energia (R$ 89,7 milhões); da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (R$ 80 milhões); do Turismo (R$ 56 milhões); da Infraestrutura (R$ 40,3 milhões); a Presidência da República (R$ 35,6 milhões); o Ministério da Saúde (R$ 25,8 milhões) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (R$ 3,2 milhões).

Da verba que estava bloqueada, R$ 2,8 bilhões poderão ser liberados para gastos discricionários (não obrigatórios), como investimentos (obras e compras de equipamentos). O relatório também aumentou em R$ 25,44 bilhões, de R$ 99,495 bilhões para R$ 124,935 bilhões, a previsão de créditos extraordinários.

Fora do teto de gastos, os créditos extraordinários estão relacionados aos gastos com o enfrentamento da pandemia de covid-19. A ampliação de R$ 25,44 bilhões está relacionada à prorrogação do auxílio emergencial por três meses. O benefício, que acabaria neste mês, foi estendido até outubro.

Histórico

Sancionado no fim de abril, o Orçamento de 2021 enfrentou uma negociação tensa. A lei orçamentária foi sancionada com R$ 19,8 bilhões vetados e R$ 9,3 bilhões contingenciados (bloqueados). Em maio, o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas permitiu a liberação de R$ 4,8 bilhões.

Com o relatório divulgado hoje, os cerca de R$ 4,5 bilhões que ainda estavam bloqueados foram definitivamente liberados, e todos os ministérios e órgão públicos tiveram a verba recomposta. Aprovado com cerca de R$ 30 bilhões remanejados de gastos obrigatórios para emendas parlamentares, o Orçamento de 2021 foi sancionado com vetos parciais, após um acordo político, para evitar o descumprimento de regras fiscais por parte do governo.

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EUA: Câmara não aprova extensão de moratória que evita despejos na pandemia

ECONOMIA
2021-07-30 20:50:32
Autor Agência Estado
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Uma moratória federal sobre o despejo de inquilinos, nos Estados Unidos que atrasaram o aluguel durante a pandemia de covid-19 está definida para expirar conforme programado neste fim de semana, depois que os legisladores não conseguiram adiantar uma extensão de última hora.
A administração do presidente Joe Biden pediu aos legisladores ontem que estendessem a moratória do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) ainda mais, dizendo que o CDC não poderia estender a moratória por conta de uma decisão recente da Suprema Corte.
Os deputados da Câmara dos Representantes suspenderam a sessão hoje para o recesso de agosto sem ação sobre a medida, depois que a liderança democrata tentou e falhou em garantir votos. A moratória do CDC termina em um momento de vulnerabilidade para os inquilinos, já que a variante delta do vírus continua a se espalhar em muitas partes do país.
Os governos estaduais e locais têm lutado para distribuir US$ 47 bilhões em dinheiro federal para ajudar inquilinos que não podem pagar aluguel por causa da crise, deixando muitas pessoas em risco de serem forçadas a deixar suas casas quando a moratória terminar.
Os republicanos criticaram as extensões da moratória e pediram que o governo ajude a agilizar a distribuição do auxílio aluguel aprovado pelo Congresso. A moratória, que se originou de uma ordem executiva assinada pelo então presidente Donald Trump em agosto passado, protege os inquilinos que não realizaram o pagamento do aluguel mensal de serem forçados a deixar suas casas se declararem dificuldades financeiras. Eles ainda devem o aluguel atrasado.
A moratória foi originalmente definida para expirar em 31 de dezembro de 2020, mas o Congresso a prorrogou até o final de janeiro, e o CDC estendeu a ordem três vezes.
Fonte: Dow Jones Newswires.
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Mário Monjardim, dublador do Pernalonga, morre aos 86 anos

Luto
2021-07-30 20:50:29
Autor Clara Menezes
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O dublador brasileiro Mário Monjardim morreu nesta sexta-feira, 30 de julho, aos 86 anos. Ele já tinha sofrido um AVC no ano passado, mas a causa da morte não foi divulgada.

O profissional faleceu dias depois do amigo e parceiro de carreira Orlando Drummond (1919 - 2021). Os dois atuavam na profissão e, inclusive, concediam suas vozes no mesmo desenho animado: enquanto Drummond dava vida a Scooby-Doo, Monjardim interpretava Salsicha.

O profissional ainda ganhou maior destaque na dublagem por dar voz a Pernalonga, do Looney Tunes, outro personagem icônico e popular entre várias gerações. Também interpretou Frangolino e Capitão Caverna.

O dublador começou sua carreira na rádio em 1954, mas, uma década depos, migrou para a recém-inaugurada TV Globo. Na emissora, participou de programas humorísitcos como “Chico Anysio Show” e “Os Trapalhões”.

Comelou a dublar em 1958 e não parou até sofrer um AVC em 2020. Ele era pai do diretor de dublagem Júlio Monjardim e de outros quatro filhos: Marcus, André, Leyla e Mario.

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Procuradora ironiza live de Bolsonaro: 'As provas eram mesmo o zap das tias?'

POLÍTICA
2021-07-30 20:45:27
Autor Agência Estado
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A procuradora regional da República em São Paulo e integrante da extinta
força-tarefa da Lava Jato, Janice Ascari, usou as redes sociais para ironizar a live feita na quinta-feira, 29, pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em que o chefe do Executivo apresentou vídeos antigos e fake news como indícios de fraude no sistema eleitoral brasileiro. "Então as provas eram mesmo o zap das tias, como eu disse outro dia?", escreveu a procuradora no Twitter.
As informações divulgadas por Bolsonaro foram desmentidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão atacado pelo presidente durante a live. Ao longo da transmissão ao vivo pelas redes sociais, o chefe do Executivo admitiu não ter provas, mas, sim, "indícios" de irregularidades no sistema eleitoral brasileiro."Não tem como se comprovar que as eleições não foram ou foram fraudadas. São indícios. Um crime se desvenda com vários indícios", afirmou. "E digo mais: não temos prova, (quero) deixar bem claro, mas indícios de que nas eleições para senadores, deputados, pode ocorrer a mesma coisa. Por que não?"
Com a repercussão da publicação, a procuradora continuou se divertindo com os memes publicados no Twitter enquanto respondia aos seus seguidores. "As provas estão nas fitas com áudios do comando militar, só que infelizmente ninguém consegue ouvir", disse um internauta que foi respondido por Janice em seguida. "Os sons eram produzidos com um dispositivo anti gravação, por isso não saíam nas fitas", zombou a ex-chefe da Lava Jato no Estado de São Paulo.
Quem também foi às redes para comentar a transmissão presidencial foi o procurador regional da República, Wellington Saraiva. "Fim da transmissão. Após duas horas e seis minutos: especulações, críticas ao Judiciário, ao PT, à esquerda, notícias falsas, autoelogios, suspeitas já descartadas e ZERO prova de fraude. O presidente admitiu que tem só indícios, mas nem isso ele tem. Perdi duas horas", publicou Saraiva no microblog.
O integrante do Ministério Público destacou os ataques feitos por Bolsonaro à Corte Eleitoral, ao presidente do órgão, o ministro Luís Roberto Barroso, e a países vizinhos. "Na transmissão do presidente em que prometeu provas de fraude no sistema eleitoral (o que seria gravíssimo se fosse verdade), até aqui, há muita preocupação em bater no TSE e em falar da Venezuela e zero das provas prometidas", escreveu o procurador.
A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) foi procurada pela reportagem para se manifestar sobre as insinuações de fraude feitas pelo presidente da república durante a transmissão ao vivo, contudo, o órgão não respondeu aos questionamentos.
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