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Valverde elogia atuação do Barcelona e não projeta futuro rival

Após a vitória por 3 a 0 frente ao Chelsea, o técnico Ernesto Valverde na entrevista coletiva após o jogo enalteceu a equipe nos dois confrontos: ?O jogo de ida o domínio foi nosso. Hoje também jogamos bem, mas eles levaram muito perigo. Sabemos aguentar e ampliar o marcador?, disse o treinador. Dembelé desencantou com [?]
19:45 | Mar. 14, 2018
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Após a vitória por 3 a 0 frente ao Chelsea, o técnico Ernesto Valverde na entrevista coletiva após o jogo enalteceu a equipe nos dois confrontos: ?O jogo de ida o domínio foi nosso. Hoje também jogamos bem, mas eles levaram muito perigo. Sabemos aguentar e ampliar o marcador?, disse o treinador.

Dembelé desencantou com a camisa do Barcelona, marcou e fez boa partida. Valverde aproveitou a ocasião para enaltecer o francês: ?Cumpriu a sua função, de jogar aberto e que nos deu profundidade. Trabalhou bem?, afirmou o espanhol.

Sobre os aplausos da torcida para André Gomes, depois do meia afirmar que estava envergonhado até para sair de casa. O comandante exaltou o ato dos fãs do Barça: ?A reação do público foi muito positiva, é uma questão que o jogador deu um passo à frente. É um jogador muito forte e que nos ajuda muito?, frisou Valverde.

Por fim, o treinador foi perguntado sobre um possível rival, mas optou por não escolher um adversário e deu resposta breve: ?Não quero fazer previsões?, finalizou.

O clube catalão volta a campo no próximo domingo contra o Athletic Bilbao pelo Campeonato Espanhol. O time lidera com 72 pontos, oito de vantagem sobre o vice-líder Atlético de Madrid.

 

Gazeta Esportiva

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'Devo, não nego; pagarei assim que puder', diz Guedes sobre precatórios

ECONOMIA
11:02 | Ago. 03, 2021
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira que o Estado brasileiro não tem capacidade para o pagamento dos precatórios, valores devidos a empresas e pessoas físicas após sentença definitiva na Justiça, programados para 2022. Mas, segundo ele, propor o parcelamento de parte dessas dívidas em até dez anos não é um calote. "Devo, não nego; pagarei assim que puder", afirmou.
Guedes defendeu a proposta desenhada pelo governo, de em 2022 honrar de imediato apenas os precatórios de até R$ 66 mil, como antecipou o Estadão/Broadcast. O restante seria parcelado ou utilizado como crédito pelos detentores dos direitos. Para precatórios acima desse valor, haverá um regime especial de parcelamento em dez anos.
O ministro afirmou que a intenção não é permitir o uso como crédito tributário, para evitar que empresas, por exemplo, deixem de pagar impostos por determinado período, o que colocaria em risco a arrecadação. "Usa os recursos do passado e fica sem pagar imposto por dois ou três anos e colapsa o Estado", disse Guedes.
Guedes disse ainda que a questão do pagamento de precatórios não é recente no Brasil. "Esta maré de precatórios quase afogou Estados e municípios". Mas que está "otimista e confiante" de que o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso ajudarão o governo a resolver a questão.
Em vários momentos, Guedes qualificou a questão dos precatórios como um "meteoro" que surgiu e ameaça a economia. Segundo ele, causas judiciais grandes têm pressionado a capacidade de pagamento do governo federal. "Por um lado, você tem que fazer programa social, dando renda decente. Por outro, tem que respeitar o teto (de gastos)", alertou.
Guedes pontuou ainda que, há um ano, o salto nos valores dos precatórios chamou sua atenção. De acordo com o ministro, o pagamento de precatórios pelo governo federal girou em torno de R$ 13,9 bilhões em 2010, R$ 15,4 bilhões em 2011, R$ 15,1 bilhões em 2012 e R$ 16 bilhões em 2013. No governo Bolsonaro, conforme Guedes, os valores saltaram para R$ 41 bilhões em 2019, R$ 51 bilhões em 2020 e R$ 54 bilhões em 2021.
Para o ano de 2022 - foco da crise citada por Guedes -, o valor a ser pago saltou para cerca de R$ 90 bilhões. "Não sei se dormimos no ponto", disse Guedes. "Possivelmente, faltou capacidade de autocontrole para todo mundo", acrescentou, ao responder a uma questão sobre se o governo teria "dormido no ponto" em relação aos precatórios.
Surpresa
O ministro da Economia disse que foi pego de surpresa com o salto que deram os números de sentenças judiciais que determinam os pagamentos de precatórios para empresas e pessoas físicas. "Quando recebemos o relatório do Poder Judiciário, fomos pegos de surpresa com o salto dos números", contou. Guedes não mencionou os números, mas o ministro do STF, Gilmar Mendes, que também participou do evento, disse que do governo Fernando Henrique Cardoso até hoje as sentenças judiciais saltaram de 200 mil para algo acima de 2 milhões e perto de 3 milhões.
Guedes assumiu que em algum momento o governo dormiu no ponto e não se deu conta do problema, mas fez questão de ressaltar que ele mesmo propôs a criação de Conselho Fiscal da República, composto pelos presidentes de todos os poderes para discutirem, a cada três nesses os rumos das contas públicas.
De acordo com o ministro, independente do que pensa cada presidente dos três Poderes, seria interessante que eles se reunissem a cada três meses para discutir o Orçamento porque cada vez que um deles estabelece uma conta de R$ 100 bilhões, R$ 200 bilhões, isso afeta o Orçamento da União.
Perguntado durante o evento o que acha da proposta para leilões de deságios nos pagamentos de precatórios, o ministro Guedes disse achar interessante porque assim quem tem pressa de receber mais rapidamente parte do capital a que tem direito poderá ser beneficiado.
O ministro disse ainda que a Economia está discutindo com a Justiça e com o Congresso que indicador de inflação será adotado para corrigir os valores dos precatórios que o Governo Federal deve a empresas e pessoas físicas. "Se vai ser IPCA ou IGP-M é o que vamos decidir", disse.
Paulo Guedes participou nesta terça do debate virtual 'Dívidas judiciais e ajuste fiscal do governo federal - Como enfrentar o aumento dos pagamentos de precatórios', promovido pelo site Poder360 e Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP).
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Bolsonaro volta a falar em 'eleição limpa' e diz que povo precisa 'andar armado'

POLÍTICA
10:52 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente Jair Bolsonaro voltou a colocar em dúvida, nesta manhã de terça-feira a eleição de 2022, ao reiterar a apoiadores que não serão admitidas "eleições duvidosas" no ano que vem. Ontem, o presidente, que vinha ameaçando a realização do pleito, tentou mudar o discurso ao afirmar que sem o voto impresso não teríamos eleições "democráticas", nesta manhã, contudo, ele voltou a ser mais enfático ao questionar o pleito.
"Teremos eleições no ano que vem, mas eleições limpas, democráticas, e confiáveis", disse o chefe do Executivo, em um recado ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso. E repetiu: "O Brasil vai ter eleições no ano que vem, eleições limpas, democráticas."
'Povo armado'
Em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, ele fez insinuações ao sugerir reação popular nas ruas e dizer que o "povo tem que estar armado"."Todas as ditaduras precederam a campanha de desarmamento, comigo é diferente, o povo de bem tem que estar armado, a exemplo do povo americano, para que exatamente, protótipo de ditadores não queiram fazer valer a sua vontade", disse o presidente.
Em meio a críticas ao presidente do TSE e ataques ao sistema eleitoral, o mandatário citou a seguinte passagem bíblica: "nada temeis, nem mesmo a morte, a não ser a morte espiritual, que é eterna". Em conversas anteriores com apoiadores no chamado "cercadinho", Bolsonaro já havia feito apelos velados para que sua base de apoio orgânica se opusesse nas ruas às instituições diante de eventual recusa à implementação do voto impresso. "Meu exército são vocês", disse em outra ocasião. "Jurei dar minha vida pela pátria, no caso de uma ameaça externa ou interna. E o Brasil está sendo agredido internamente", disse hoje a seus simpatizantes.
O presidente afirmou que não aceitaria intimidações, e que manteria seu direito de cidadão de liberdade de expressão. Segundo o presidente, o Brasil está mudando, com um elogio a sua própria gestão. "Hoje o Brasil mudou, tem presidente que respeita militares, família, é leal a seu povo" afirmou "não haverá retrocesso".
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Tóquio: Brasil bate México nos pênaltis e vai à final contra Espanha

Esportes
10:52 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Brasil
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O sonho do bicampeonato continua vivo. A seleção brasileira de futebol masculino se classificou na manhã deste terça-feira (3) para a final da Olimpíada de Toquio (Japão) após derrotar o México nos pênaltis por 4 a 1, já que o placar de 0 a 0 permaneceu até o final da prorrogação. O confronto foi realizado no estádio Ibaraki Kashima, na cidade de Kashima. O  adversário brasileiro será a Espanha que derrotou o Japão na prorrogação por 1 a 0. 

Produção industrial cai 2,5% no 2º trimestre ante 1º trimestre, diz IBGE

ECONOMIA
10:47 | Ago. 03, 2021
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A produção industrial fechou o segundo trimestre com queda de 2,5% em relação aos três primeiros meses do ano, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou nesta terça-feira, 3, a Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física (PIM-PF) de junho. Na comparação com o segundo trimestre de 2020, houve alta de 22,6%, mas André Macedo, pesquisador do IBGE, ressaltou que as comparações de 2021 com o ano passado devem levar em conta a fraca base de comparação.
"Base de comparação explica muito as taxas positivas, muitas vezes de dois dígitos", afirmou Macedo, lembrando que o auge dos efeitos da pandemia de covid-19 sobre a atividade industrial foi verificado entre abril e junho do 2020.
Com a estabilidade em junho, a produção industrial se manteve no mesmo nível de fevereiro de 2020, antes de a covid-19 se abater sobre a economia, que já havia sido atingido em maio. No movimento de retomada no segundo semestre do ano passado, a produção industrial chegou a acumular ganhos na comparação com o ritmo pré-pandemia, mas esses ganhos foram apagados nos seis primeiros meses deste ano.
"A indústria até ensaiou recuperação no ano passado, mas voltou a perder fôlego. Não só as perdas recentes, mas as de anos anteriores estão longe de serem recuperadas", afirmou Macedo.
A produção industrial de junho está 16,7% abaixo do ponto mais alto da série histórica da PIM-PF (iniciada em 2002), que foi registrado em maio de 2011. Assim como o nível da produção em junho equivale a fevereiro de 2020, também equivale ao de fevereiro de 2009, quando a indústria brasileira ainda enfrentava perdas com a crise internacional de 2008.
Para Macedo, a indústria enfrenta problemas que vão além da pandemia de covid-19. Uma recuperação mais consistente "passa pela normalização dos efeitos da pandemia, como a readequação das cadeias produtivas e a normalização da chegada de insumos, mas passa também pela demanda doméstica, com uma maior incorporação de pessoas no mercado de trabalho e estabilidade de preços", disse o pesquisador do IBGE.
"O avanço na vacinação, o aumento da mobilidade (das pessoas) e a maior flexibilização (das medidas de restrição ao contato social, por causa da pandemia), claro, vão ter impacto positivo, mas tem que se pensar na consistência de uma trajetória ascendente de longo prazo na produção industrial", completou Macedo.
Revisões
O IBGE revisou o resultado da produção industrial em março ante fevereiro, de uma queda de 2,3% para um recuo ligeiramente maior, de 2,4%. Foram mantidas as taxas, frente aos meses imediatamente anteriores, de abril e maio.
Na categoria de bens de capital, a taxa de maio ante abril foi revista de alta de 1,3% para alta de 1,4%. O resultado de abril ante março saiu de 3,0% para 3,1%. A taxa de março ante fevereiro ficou em uma queda de 7,0%, sem alteração.
O resultado de bens de consumo duráveis em maio ante abril foi revisado de uma queda de 2,4% para um recuo de 2,2%. A taxa de abril ante março saiu de -1,7% para -1,8%.
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Olimpíada: brasileiros vão às semifinais do atletismo no 110m com barreiras

tóquio 2020
10:46 | Ago. 03, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Após o bronze de Alison dos Santos, outros brasileiros competiram em modalidades do atletismo, nos Jogos de Tóquio, nesta terça-feira, 3. Nos 110 metros com barreiras, Gabriel Constantino e Rafael Pereira se classificaram às semifinais, enquanto Eduardo Rodrigues acabou eliminado. 

LEIA MAIS| Final dos 400m com barreiras, com bronze para o Brasil, entra para história

Constantino terminou a primeira bateria na quinta posição, com tempo de 13s55. Na quarta etapa, Rafael Pereira foi o 3º colocado (13s46) e também garantiu vaga na próxima fase. Já Eduardo Rodrigues, na bateria final, ficou em último, com 13s78, e acabou eliminado.

Rafael analisou o seu desempenho e projetou a próxima fase da competição: “Resolvi fazer prova agressiva e não técnica. Eu me comporto bem nas duas alternativas. Precisava de uma prova agressiva porque tinha atletas com tempos mais fortes e uma temporada mais forte do que a minha.”

“Gostei do tempo, não é ruim, mas para a semifinal preciso acertar alguns detalhes técnicos. Para a semifinal tem que ser uma corrida agressiva e técnica. É acertar esses erros e correr bem”, acrescentou.

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