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Aguirre vê Diego Souza melhor como meia e defende rodízio no São Paulo

Diego Souza continuará variando de posição no São Paulo. Embora o técnico Diego Aguirre o veja rendendo mais como meia-atacante, o jogador será improvisado como centroavante quando o uruguaio entender que a mudança seja necessária. ?Talvez seja a sua melhor posição, não tão fixo como primeiro atacante. Mas, às vezes, a necessidade do time faz [?]

08:15 | 23/03/2018

Diego Souza continuará variando de posição no São Paulo. Embora o técnico Diego Aguirre o veja rendendo mais como meia-atacante, o jogador será improvisado como centroavante quando o uruguaio entender que a mudança seja necessária.

?Talvez seja a sua melhor posição, não tão fixo como primeiro atacante. Mas, às vezes, a necessidade do time faz com que ele tenha que jogar ali (de centroavante). É um jogador importante, que tem muita qualidade, e tem que adaptar-se ao que é o São Paulo?, analisou o treinador, em entrevista ao canal Sportv, nesta quinta-feira.

Na última segunda-feira, Diego Souza marcou o gol da classificação do São Paulo na vitória por 2 a 0 sobre o São Caetano vindo de trás, como elemento surpresa, enquanto Tréllez fazia a função de 9. ?Tive uma conversa (com o Diego Souza), gosto de perguntar aos jogadores onde se sentem melhor, porque é uma informação fundamental?, contou Aguirre.

?Ele se sente melhor jogando atrás, mas às vezes não é possível pelas características do time. Tenho que ver o que é melhor para o time. Espero que o Diego se adapte ao São Paulo e possa demonstrar que é um bom jogador, mas vai depender dele?, avisou o comandante.

Com pouco mais de uma semana de trabalhos à frente do Tricolor, Aguirre já vem implementando seus métodos no dia a dia da equipe. Nos quatro jogos disputados pelo time desde o anúncio do novo técnico, 25 jogadores foram utilizados em consenso entre o uruguaio e o auxiliar permanente André Jardine.

Prática não muito usual entre os treinadores brasileiros, o rodízio foi defendido por Aguirre. ?(É preciso) Preservar jogador no Brasil, onde é uma loucura e você pode jogar 90 jogos no ano. Há jogadores que não podem jogar muitos jogos. Valdívia jogou quinta, domingo, e três dias depois machucou por causa do esforço?, exemplificou.

?Temos de cuidar para ter atletas no máximo rendimento. Gosto de ter mais de 11 jogadores. É uma competição normal que se dá entre eles. Temos 25 atletas que temos de aproveitar, todos têm de se sentir motivados. Não sou só eu que faço, equipes importantes no mundo mudam os jogadores. São coisas planejadas que são o melhor para o time?, concluiu.

Gazeta Esportiva

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