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Avaí anuncia contratação do goleiro Aranha, ex-Ponte Preta

Nesta segunda-feira, o Avaí confirmou, por meio de sua conta oficial no Twitter, a contratação do goleiro Aranha, de 37 anos, com passagem marcante pela Ponte Preta e que também defendeu a equipe do Santos e do Palmeiras. De acordo com o veículo oficial do clube catarinense, o arqueiro já se encontra na Ressacada para [?]
14:45 | Fev. 19, 2018
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Da margem às Olimpíadas: conheça a cultura do skate no Brasil e no Ceará

Estilo de vida
2021-07-31 10:00:00
Autor Clara Menezes
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“A vida te pede, mas a vida não te dá. Devagar com meu skate um dia eu cheguei lá”. O cantor e compositor Chorão (1970 - 2013), da banda Charlie Brown Jr., foi - e ainda é - um dos grandes nomes do rock nacional. Com letras que revelavam suas experiências e seu estilo de vida urbano, tornou-se um dos maiores símbolos brasileiros da cultura do skate. Mas essa atividade extrapola os limites do esporte e ganha significados simbólicos. É, desde o início, uma identidade. Como o vocalista do grupo de Santos entoou várias vezes: “De skate eu vim, de skate eu vou. É desse jeito que eu sou. É o que tenho, é o que quero, é o que sei, é o que faço”.

Talvez não seja possível afirmar em que ano específico o movimento surgiu, mas ganhou intensidade entre os surfistas da Califórnia na década de 1950. Eles, que tinham que esperar as boas ondas para surfar, se adaptaram da água para a terra. Mas aquele equipamento virou uma referência mundial: por ser visto em áreas urbanas, foi agregado às culturas consideradas marginalizadas, como o rap, o hip hop e o grafite. Foi associado, portanto, à simbologia da cidade.

Com esse processo, cresceu também a discriminação. No Brasil, mais especificamente em São Paulo no ano de 1988, o então prefeito Jânio Quadros chegou a proibir a prática na capital paulista. O principal motivo era que os praticantes se reuniam no Parque do Ibirapuera, onde a prefeitura funcionava na época. Os jovens fizeram passeata pedindo a liberação, mas a atividade só foi legalizada quando Luiza Erundina assumiu o cargo em 1989.

“O skate, de certa forma, é um ato político. A história do skate no Brasil, principalmente em São Paulo, foi voltada para a discriminação entre vários poderes e outras instituições”, pontua Davi Gomes Barroso, coodernador responsável pela Coordenadoria Especial de Políticas Públicas de Juventude da Prefeitura de Fortaleza.

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Na capital cearense, a ocupação dos espaços públicos aumentou na última década. “A importância desse esporte estar nas Olimpíadas, com atletas que inspiram novas gerações, é que a gente passa a enxergar o skate como uma potência. Em Fortaleza, por exemplo, apesar de já existirem algumas pistas de skate antes, elas tiveram um crescimento exponencial nos últimos 10 anos. Agora tem no Pici, José Walter, Mondubim…”, cita Davi.

Além de esporte, andar de skate se tornou uma cultura nos espaços urbanos
Além de esporte, andar de skate se tornou uma cultura nos espaços urbanos (Foto: Suzana Campos/ Rede Cuca)

Segundo ele, isso movimenta uma grande cadeia produtiva na economia, que envolve a produção de skates e até áreas artísticas. “Aqui, as pessoas se encontram, vão nas pistas, pedem melhorias, manutenções... Quando falamos de skate, falamos de toda uma cadeia produtiva, de um mercado que tem crescido em Fortaleza”, comenta.

Apesar da movimentação de grupos, ainda há muito o que melhorar, principalmente, no âmbito político. “O processo de popularização ocorre de maneira lenta. Os políticos não valorizam esse esporte, que tem um cunho social e cultural muito grande no nosso Brasil. O skate é um esporte periférico, de custo-benefício baixo. Toda criança, quando vislumbra um esporte, seu primeiro contato ou é a bola ou é o skate”, opina Renner Souza, professor de skate da Rede Cuca.

O profissional, que agora ganha a vida ensinando seus alunos, teve seu primeiro contato com o esporte e o estilo de vida ainda na adolescência. “Comprei um skate aos 13 anos. No começo, minha mãe não me apoiava porque via o skate como um esporte marginalizado, que ia me apresentar às drogas, que ia me apresentar à rua. Fui criado pela minha mãe, porque meu pai faleceu muito cedo, então ela tinha receio. Mesmo assim, minha avó apoiou, insistiu e deu certo”, recorda.

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Segundo ele, não havia apoio financeiro na sua época para que pudesse se manter no esporte. Por isso, encontrou outros jeitos de driblar a situação: formou-se em educação física e se especializou. “Não consegui me tornar um profissional, mas não desisti dos sonhos (...). Hoje o sustento da minha família vem do skate”, diz.

Para o professor, a prática é mais do que um esporte, um lazer ou um meio de transporte. “O skate tem várias vertentes que envolvem um contexto cultural urbano e social muito grande. Vai do graffiti, do rap, da forma de se vestir, da identidade da pessoa e de sua sociabilidade. Não existe uma frase melhor pra contextualizar o skate a não ser dizer que é um estilo de vida”.

Do Pirambu à Califórnia

Lucas Rabelo ainda era uma criança quando subiu pela primeira vez em um skate. Influenciado por amigos, queria ir para competições, viajar e frequentar outros bairros - assim como via as pessoas próximas a ele fazendo. Foi um processo tão natural que a profissionalização aconteceu quase da mesma forma: “comecei a viajar pra outras cidades. Comecei a competir em campeonatos que não eram no Nordeste. Eu, a partir desse momento, vi que as coisas estavam ficando sérias e que eu poderia, sim, viver de um sonho. Foi incrível”.

Nascido e criado no bairro Pirambu, ele se mudou para Porto Alegre para continuar na profissão. Agora, também vive entre o eixo Rio Grande do Sul e Califórnia, com maior foco nos Estados Unidos. Patrocinado por marcas famosas na área, incluindo a Redbull, o jovem sente orgulho de representar o lugar em que nasceu.

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“Com palavras, em qualquer língua que eu tentar, não vou conseguir me expressar 100%, sabe? É algo incrível para mim poder representar o Nordeste, Fortaleza, de onde eu vim. O Nordeste tem muitos skatistas bons, mas infelizmente, não temos tantas oportunidades para seguir nossos sonhos”, afirma.

Seu maior objetivo é chamar a maior atenção possível para a região que, mesmo distante fisicamente, ainda chama de lar. “Esse é um dos meus planos: poder ajudar essas pessoas que, às vezes, não têm condição. Eu quero ser essa pessoa para elas”. Por onde percorre, carrega consigo o lugar de onde veio: “Eu sempre vou carregar no peito e com muito orgulho que sou do Nordeste, sou de Fortaleza, sou do Pirambu”.

Para isso, mira no maior evento multiesportivo do mundo. Quer, em 2024, representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris. Agora que as Olimpíadas agregaram o skate à sua programação oficial, é uma possíbilidade. “Os planos para o futuro são andar muito de skate, me tornar uma pessoa melhor a cada dia que passa e batalhar para estar nas próximas Olimpíadas, porque eu vi o quão grande é isso. Então, é algo que se tornou um sonho para mim estar lá”.

Para ele, a cultura do skate em Fortaleza é fundamentada pela amizade. “Quando eu falo sobre Fortaleza ou se alguém conhece Fortaleza, as pessoas sabem que são todos amigos. Há companheirismo e diversão. A gente está sempre dando risada, é sobre sorrir e se divertir”.

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Vida às pistas

Aos 41 anos, Ely Martins conheceu o skateboarding na década de 1990. Era diferente de outros esportes que conhecia e, assim, se apaixonou. Entretanto, após algumas lesões, precisou parar. Decidiu que continuaria na área, mas de outra forma: agora, constrói "skate parks", ambientes destinados à prática.

“Isso começou no Norte do Brasil, como uma consequência de um processo natural. Comecei construindo rampas com amigos na minha cidade natal, em Belém. Como eu era formado em marcenaria e gerenciamento, também ajudei inúmeros campeonatos amadores no estado construindo obstáculos e pistas”, recorda.

Agora, ele reside em Fortaleza e constrói pistas em vários lugares do país. “Trabalhei muito tempo no mercado e, com um tempo, percebi que eu precisava contribuir muito mais. Do Norte, vim para o Sul”.

Há alguns anos, ele também filmava skatistas próximos e publicava em seu canal do Youtube para ajudar na evolução. Inclusive, há registros do próprio Lucas Rabelo em cima de um skate há quase uma década. Sem tempo, Ely Martins parou, mas ainda pretende retornar o hobby.

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O profissional, que já tem 26 anos de experiência, fala sobre a expansão dessa prática. “O skateboarding faz parte da história brasileira há décadas, nas ruas, nas praças e nas pistas. Culturalmente sempre esteve presente na música e na arte. Com muita luta, conquistou reconhecimento nacional e mundial, como estilo de vida e esporte. Antes era uma tribo fechada com mercado próprio e autêntico. Hoje em dia, tem uma visibilidade global por fazer parte do quadro olímpico”.

E depois das Olimpíadas?

Andar de skate no Brasil não é apenas um esporte, mas também é um estilo de vida. Apesar disso, o resultado das Olimpíadas impressiona por causa da falta de investimento: os brasileiros Kelvin Hoefler e Rayssa Leal receberam a medalha de prata em suas respectivas categorias, masculina e feminina.

Isso pode servir de porta de entrada para futuros profissionais e adeptos da cultura. “A vitória da Rayssa, por exemplo, representa uma mudança de chave sobre os jovens poderem começar nos esportes muito cedo e sobre a importância feminina nos esportes”, defende Davi Gomes Barroso.

“Fico primeiramente feliz que, agora, a sociedade possa enxergar o skate como um esporte de inclusão, de mudanças sociais e com valor imensurável. Nós sofremos preconceito diariamente e hoje as pessoas conseguem ver que não só é um esporte olímpico, mas que também pode proporcionar mudanças de vida”, afirma o professor Renner Souza.

Com 13 anos, a jovem apelidada de “Fadinha” entra para o rol dos melhores skatistas do mundo. Ela e Kelvin reverberam um legado brasileiro que surgiu há muitas décadas.

O filho de Chorão, Alexandre Magno, comentou em seu perfil no Instagram que o pai via Rayssa andar de skate e sabia que a menina tinha futuro. Isso não aconteceu de verdade porque a adolescente iniciou a carreira depois do músico falecer, mas ela divulga e coloca em prática as letras do cantor brasileiro: “Skate meu esporte. Meu meio de transporte. Parte da minha história. E cicatrizes dos meus cortes”.

Podcast Vida&Arte

O podcast Vida&Arte é destinado a falar sobre temas de cultura. O conteúdo está disponível nas plataformas Spotify, Deezer, iTunes, Google Podcasts e Spreaker.

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Homem morre por choque durante sessão de fotos um dia antes do casamento

Tragédia
2021-07-31 09:48:00
Autor Lara Vieira
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O médico Denis Ricardo Faria Gurgel, de 31 anos, morreu nesta quinta-feira, 29, após sofrer uma descarga elétrica na área rural do município de Cariri do Tocantins. De acordo com o Corpo de Bombeiros, no momento do acidente, Denis e sua noiva estavam realizando o ensaio fotográfico de noivado as margens de uma represa. Eles iriam se casar nesta sexta-feira, 30.

De acordo com informações do portal G1, quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, Denis estava caído ao chão, já sem vida. Em depoimento, a noiva relatou que, em determinado momento, eles estavam com varas de pesca e, ao arremessar, um dos anzóis ficou preso em um fio de energia. Por conta disso, o médico teria se prontificado para retirar o anzol e colocado as duas mãos no fio, levando o choque.

A última foto tirada por Teixeira, fotógrafo que realizava o ensaio, mostra Denis e a noiva sorrindo e pescando na represa. A gente tinha levado as varas de pescar porque ele era fã, ele amava pescar", relatou. Ao portal G1, o fotógrafo detalhou que, ao chegar à chácara, o casal se sentou em um píer e, com as varas, começaram a simular uma pescaria.

"Eles sentaram, colocaram os pés dentro da água. Eu peguei a canoa para não pisar na água, fiquei a uma distância de três a quatro metros deles. Começamos a tirar as fotos. Tiramos umas dez fotos e falei para eles: 'Denis, para mim já deu, está bom, vamos nos deslocar para o lado e finalizar com uma foto'. Ele falou assim: 'Teixeira, eu quero fazer a foto lançando a linha com a isca. Ele falou e já foi lançando. Como ele estava na contraluz, ele não viu o fio que levava energia para a cabana", contou.

Ele conta que a linha ficou presa no fio elétrico e que o médico ainda tentou cortá-la com os dentes, mas não conseguiu. Teixeira teria se oferecido para ajudar, mas que o próprio médico disse que seria perigoso. "Eu cheguei com a canoa perto, ele entrou descalço e começou a tirar a linha com a mão, mas sem triscar no fio. Já estava terminando, ele se desequilibrou e no reflexo, no impulso, para não cair, ele se apoiou no fio com a mão direita e já começou a receber a descarga elétrica", continua. 

"Ele estava em pé segurando o fio, recebendo a descarga, dentro do barco. Eu estava dentro do barco também, mas estava calçado, se eu não estivesse com sapatos, eu estaria morto. Eu dei com o remo uma, duas, três, quatro vezes, o fio não quebrava. Eu não conseguir rachar o fio. No desespero fui tentar empurrar ele, quando eu trisquei, eu recebi a descarga, que me jogou para fora do barco. Eu caí na água com câmera fotográfica, molhou tudo", completa o fotógrafo, emocionado. Segundo os bombeiros, o fio de energia no qual Denis se acidentou estava sem camada de proteção em alguns pontos.

 

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OAB diz que mudança em pagamento de precatórios é 'calote' com fins eleitoreiros

ECONOMIA
2021-07-31 09:37:31
Autor Agência Estado
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O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nota com uma crítica pesada à possibilidade de mudança na regra de pagamento de precatórios devidos pela União. A medida está em estudo no governo, como antecipou o Estadão/Broadcast. A OAB diz que a medida é uma tentativa de institucionalização do "calote" para fins eleitoreiros.
Na nota, a entidade afirma ainda que essa é uma tentativa de desmontar a sistemática constitucional de pagamento, que revela "contornos antidemocráticos e amplo desrespeito aos direitos dos cidadãos brasileiros". Assinada pelo presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, a nota fala em investida do governo federal contra o sistema constitucional de pagamento de precatórios. Para a OAB, a medida colide diretamente com a Constituição e com os eixos de sustentação do Estado democrático de direito.
O Conselho da OAB lembrou uma tentativa recente de mudança, no ano passado, e cita que a mera cogitação de alteração na sistemática de pagamento de dívidas para bancar o programa social do governo levou à queda imediata da Bolsa de Valores e a uma firme resposta de instituições públicas e privadas, além de parlamentares.
"Novamente, o governo federal invoca o montante da dívida da União como obstáculo ao pagamento de suas obrigações constitucionais e ao financiamento de programa social definindo-o como meteoro", diz a nota, em referência direta à fala hoje do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que há meteoros de outros poderes que atingiria o orçamento.
O governo discute uma PEC para alterar o fluxo de pagamento de precatórios devidos pela União, após identificar que esses gastos chegarão a quase R$ 90 bilhões em 2022, bem acima dos já expressivos R$ 54,75 bilhões programados para este ano. Nesta sexta-feira, 30, em evento no Rio, Guedes referiu-se à despesa como um "meteoro" que vem de "outros poderes". A pressão vinda desse gasto ameaça o espaço reservado no Orçamento para a reformulação do Bolsa Família e tem encorajado integrantes da ala política a defender mudanças no próprio teto de gastos.
A OAB ressalta os precatórios representam o pagamento de dívidas do Estado para com o cidadão, devidamente reconhecidas pelo Poder Judiciário brasileiro, após longo percurso processual, "dentro das balizas da legalidade".
"A OAB está certa de que qualquer tentativa dessa natureza não encontrará respaldo no Congresso, tampouco subsistirá a um eventual controle de constitucionalidade pelos órgãos do Poder Judiciário, firmemente comprometidos com as bases democráticas", diz a nota, que é assinada também pelo presidente da Comissão Especial de Precatórios, Eduardo de Souza Gouvea.
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Autorização de viagem para menores de 16 anos poderá ser feita online

Geral
2021-07-31 09:37:20
Autor Agência Brasil
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A partir de segunda-feira (2), os pais poderão emitir pela internet uma autorização para que seus filhos menores de 16 anos possam viajar sozinhos em voos nacionais.

O novo procedimento foi regulamentado neste ano pela Corregedoria Nacional de Justiça e implementado pelo Colégio Notarial do Brasil, que congrega mais de 9 mil cartórios espalhados pelo país.

Até agora, para que um menor de 16 anos pudesse viajar desacompanhado era necessário preencher um formulário em papel, que deveria ser assinado e ter firma reconhecida em cartório, para depois poder ser apresentado às empresas de transportes.

Agora, a Autorização Eletrônica de Viagem (AEV) permite realizar o procedimento inteiramente online, por meio da plataforma e-Notariado, que dispensa o comparecimento ao cartório para diversos serviços.

Na plataforma, os pais poderão realizar uma videoconferência com o notário, que após confirmar a autorização para a viagem, por prazo ou por trecho apontado. Um QR Code para verificação será então emitido e poderá ser apresentado nos guichês das companhias aéreas pelo celular ou impresso em papel.

Por essa via, a autorização poderá ser cancelada a qualquer momento pelos pais ou responsáveis, e o QR Code deixa de funcionar.

Nesse primeiro momento, a opção pela Autorização Eletrônica de Viagem (AEV) é disponibilizada apenas para as viagens aéreas nacionais. A previsão, contudo, é que a facilidade seja ampliada para voos internacionais e meios rodoviários e hidroviários, embora ainda não haja prazo para a expansão.

Desde 2011 a autorização de viagem para menores pode ser feita extrajudicialmente, diretamente nos cartórios, após uma regulamentação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Nos casos mais complexos, com conflito entre os pais, por exemplo, pode ser necessário uma decisão judicial para permitir o embarque.

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Polícia captura trio e resgata família feita de refém na Caucaia

Iparana
2021-07-31 09:34:03
Autor Mateus Brisa
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Uma família feita de refém foi resgatada na manhã dessa sexta-feira, 30, no bairro Iparana, em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Um trio de homens com duas armas de fogo foi capturado por agentes da Polícia Militar do Ceará (PMCE), que tiveram apoio da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS).

Uma das pessoas da família estava saindo de casa, por volta de 7 horas, quando foi abordada pelos homens armados, que adentraram a residência, anunciaram assalto e mantiveram as vítimas sob ameaça. Após registro de ocorrência pela Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops) da SSPDS, as equipes de segurança foram acionadas e começaram a cercar a casa da família e outras residências para a captura do trio.

Os homens tentaram fugir, mas foram capturados. Ninguém ficou ferido durante a ação. Os itens subtraídos foram recuperados. Com o trio, foram apreendidos um revólver calibre 38, uma espingarda calibre 12, um simulacro de pistola, munições, dois telefones celulares, além de joias e uma quantia em dinheiro tomada da família. O material foi conduzido para a sede 22º Distrito Policial (DP) da Polícia Civil do Estado do Ceará (PC-CE), no bairro Icaraí, em Caucaia.

Residentes de Fortaleza, os suspeitos foram identificados como Djalma da Silva Almeida, de 24 anos, com antecedentes criminais por roubo qualificado, associação criminosa, posse ilegal de armas e tráfico de drogas; Daniel Sousa Cruz, 28, respondendo por roubo qualificado e corrupção de menores; e Francisco Lucivaldo Barbosa Pereira, 23, sem antecedentes.

Os três também foram conduzidos ao 22º DP e autuados em flagrante por roubo qualificado pela restrição da liberdade da vítimas, resistência e porte ilegal de arma de fogo. A unidade policial lidera as investigações e apura a participação de outras pessoas no crime.

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