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Gazeta Esportiva

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Ossos encontrados podem ser de meninos desaparecidos em Belford Roxo

Geral
2021-07-31 18:37:13
Autor Agência Brasil
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Após receber uma denúncia do irmão de um acusado, a Polícia Civil encontrou nesta sexta-feira (30) ossos em um saco plástico preso a uma ponte em um rio de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, que podem ser dos três meninos desaparecidos em dezembro na cidade.

A polícia informou que a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) aguarda o laudo da perícia realizada nos fragmentos de ossos encontrados e que as investigações e buscas seguem em andamento.

Os meninos Lucas Matheus, de 8 anos, Alexandre Silva, de 10, e Fernando Henrique, 11 anos, desapareceram no dia 27 de dezembro, depois que saíram para brincar no campo de futebol ao lado do condomínio em que moravam, no bairro do Castelar, e não voltaram para casa.

Em março, o Ministério Público identificou as últimas imagens das crianças, feitas por câmeras de segurança na Rua Malopia, na Vila Medeiros, bairro vizinho ao que elas moravam. Nas imagens, os três aparecem andando juntos, tranquilamente, enquanto conversam de forma descontraída. A Polícia Civil criou uma força tarefa para investigar o desaparecimento apenas em abril.

Uma operação em maio prendeu 16 pessoas no bairro do Castelar, acusados de envolvimento com o tráfico de drogas e o roubo de cargas na região, que podem estar envolvidos no desaparecimento dos três meninos. Os presos são suspeitos também de torturar e expulsar uma família da cidade, com marido esposa e quatro filhos menores, que teriam acusado os traficantes do crime.

De acordo com o coordenador executivo do Fórum Grita Baixada, Adriano de Araújo, as investigações só estão ocorrendo por causa da pressão dos movimentos sociais em torno do caso.

“Se não fosse a pressão social de movimentos organizados e a insistência das famílias, acredito que sequer teríamos informações a respeito. Essa demora reflete a baixa importância dada na resolução de crimes contra a vida no Brasil, especialmente em territórios periféricos, pobres e negros, como a Baixada Fluminense”.

O Fórum é uma rede de organizações e pessoas da sociedade civil que defendem os direitos humanos, a justiça e uma política de segurança pública cidadã para a Baixada Fluminense. Araújo destaca que os desaparecimentos forçados são uma realidade presente na vida de dezenas de famílias da região e, ao mesmo tempo, pouco visibilizada.

“Nós estamos iniciando uma pesquisa a respeito, em parceria com a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro [UFRRJ]. O desaparecimento de corpos têm sido usado por grupos criminosos, seja da milícia, seja de outros grupos associados ao comércio varejista de drogas, como uma estratégia de dominação de território e controle pelo terror”.

De acordo com ele, o Fórum está organizando o primeiro centro de atendimento psicossocial para mães e familiares de vítima de violência de Estado e de desaparecimentos forçados, em parceria com setores públicos, para fortalecer a rede de apoio local às famílias.

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Brasil bate a marca de 100 milhões de pessoas vacinadas

Saúde
2021-07-31 18:07:28
Autor Agência Brasil
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O Brasil chegou a 100 milhões de pessoas imunizadas ao menos com a primeira dose da vacina contra a covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 62% da população já recebeu ao menos uma dose. “Estamos cada vez mais próximos de chegar na nossa meta: até setembro, 100% dos adultos estarão vacinados com a primeira dose. E, até o final do ano, todos estarão imunizados”, afirmou o ministério, em nota à imprensa.

Ao mesmo tempo, o governo tem alertado a população sobre a importância da segunda dose. O ministério lançou no início de julho uma campanha para incentivar as pessoas que já tomaram a primeira dose a procurarem os postos de saúde para completar o esquema vacinal.

Nas redes sociais, o ministério ressalta a importância de se vacinar: “Quando chegar a sua vez, vacine já!!”

Podcast Vida&Arte debate sobre o papel da arte entre jovens da periferia

Juventude Sobrevivente
2021-07-31 18:00:00
Autor Clara Menezes
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Tipo Noticia

Qual a função da arte nas vidas de jovens que vivem nas periferias de Fortaleza? Esse é o questionamento norteador do primeiro episódio da quarta temporada do Podcast Vida&Arte. Conteúdo já está disponível nas plataformas digitais, como Spotify e Deezer.

Na conversa, os convidados são: Cinthia Medeiros, editora do Núcleo Audiovisual do O POVO, e Felipe Rima, rapper e produtor musical. A mediação fica sob responsabilidade de Bruna Forte, repórter do Vida&Arte.

O diálogo se baseia na série “Guerra Sem Fim”, do O POVO. A produção exclusiva da área de assinantes O POVO+ explora, no capítulo “Juventude Sobrevivente”, as histórias de pessoas que construíram caminhos a partir da arte e se distanciaram do contexto da violência.

Veja também | Guerra Sem Fim

Na obra audiovisual, ainda é possível conhecer as narrativas de Jardson “Remido”, poeta marginal do Grande Jangurussu, e Jô Costa, atriz e professora travesti do Bom Jardim, além do próprio Felipe Rima.

“A série ‘Guerra Sem Fim’ está na segunda temporada. A primeira, que foi lançada no ano passado, dava conta de uma situação de violência que Fortaleza vivia por conta do conflito das facções em relação às medidas que haviam sido tomadas pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social”, afirma Cinthia Medeiros no podcast.

Já a segunda parte revela os impactos que essa situação tem na vida das pessoas que se encontram neste contexto de vulnerabilidade social. Há, no total, três episódios: “Refugiados Urbanos”, “GDE, Como Nasce Uma Facção” e “Juventude Sobrevivente”.


 

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CPTM retoma o Expresso Turístico a partir de 8 de agosto

Geral
2021-07-31 17:52:30
Autor Agência Brasil
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A partir do dia 8 de agosto as viagens do Expresso Turístico da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) para Paranapiacaba, no meio da Serra do Mar, em Santo André, voltam a ser realizadas, depois de um ano e meio paralisadas devido à pandemia de covid-19. As primeiras viagens serão dias 8 e 22 de agosto e 5 e 19 de setembro, exclusivas para quem comprou o bilhete antes da pandemia e não pediu reembolso.

Todos os passageiros com viagens pendentes serão procurados pela CPTM para remarcar o passeio. Esse contato respeitará a ordem da viagem inicialmente comprada. O mesmo bilhete já adquirido deverá ser apresentado na data da nova viagem. Caso não seja possível aceitar a viagem nas datas propostas pela companhia, a passagem não perderá a validade e o passageiro, se quiser, ainda poderá pedir o reembolso. 

"Os passageiros que compraram as passagens, não viajaram e optaram por esperar serão recompensados agora. Todas as viagens respeitarão todos os protocolos de segurança para que a ida a Paranapiacaba seja uma experiência inesquecível e segura", disse o presidente da CPTM, Pedro Moro.

A previsão da CPTM é a de que sejam necessárias 13 viagens para atender as 1.350 pessoas que têm bilhetes válidos. A capacidade total de passageiros em cada uma das viagens será determinada pelo Plano São Paulo - atualmente é permitido 60% da capacidade total dos assentos, o que corresponde a 103 pessoas. 

Passageiros que tiverem dúvidas podem acessar a página da CPTM  ou entrar em contato com a empresa pelo e-mail [email protected] , whatsapp (11) 9 9767 7030 ou pela central de relacionamento 0800 055 0121. Ao entrar em contato será preciso informar o nome da pessoa que comprou a passagem, data original da viagem e número do bilhete. O prazo de resposta será de cinco dias úteis. 

Ainda em 2021, a CPTM pretende realizar duas viagens para Jundiaí com o objetivo de atender as cerca de 150 pessoas com viagens pendentes, por conta da pandemia. Já para Mogi das Cruzes, não havia passagens pendentes.

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‘Über dos ônibus’, FlixBus estreia no País para concorrer com a Buser

ECONOMIA
2021-07-31 17:37:04
Autor Agência Estado
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As estradas brasileiras estão prestes a receber mais um competidor no ramo de ônibus interestaduais. O unicórnio alemão FlixBus, que é uma espécie de Uber dos ônibus, está pronto para iniciar a operação no País, esperando apenas a liberação de órgãos reguladores, como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Concorrente direta da brasileira Buser, a empresa separou US$ 100 milhões (cerca de R$ 507 milhões no câmbio atual) para investimentos por aqui.
"O Brasil é um dos maiores mercados do mundo e estamos à espera apenas de licenças, pois em todos os lugares do mundo operamos de maneira regular", diz Edson Lopes, diretor-geral da FlixBus no País.
Estima-se que o mercado brasileiro de viagens interestaduais por via rodoviária seja próximo de 50 milhões de operações por ano. Em 2020, por causa da pandemia, o número caiu 54%, mas neste ano já há uma recuperação. Lopes calcula que também com as viagens intermunicipais, o mercado é de 80 milhões de viagens por ano.
Por isso, no longo prazo, ele acredita que é possível que a FlixBus se torne líder de mercado e com uma fatia acima de 10 milhões de passageiros. Para que esse número seja possível, a startup vai entrar no País com promoções agressivas, como aconteceu em outros mercados em que ela estreou. Recentemente, a companhia estreou no Reino Unido com viagens por menos de € 1.
Além de viagens mais baratas, a companhia vai apostar em um segmento premium, com ônibus mais confortáveis e com possibilidade de oferecer mais viagens em ônibus com acomodações leito e semileito. Para isso, a companhia tem feito parceria com montadoras e empresas financeiras para oferecer financiamentos para interessados.
"Isso está em discussão e queremos utilizar a nossa escala e marca para facilitar as operações", afirma Lopes.
A companhia também está em negociação para ocupar espaços em terminais rodoviários e quer ter também guichês para vendas físicas de passagem para democratizar o acesso. Os ônibus da FlixBus, apesar de serem de propriedade de terceiros, serão inteiramente adesivados com a logomarca da empresa para potencializar a estratégia de marketing.
Concorrência
Rival da FlixBus já em operação, a Buser inaugurou esse mercado em 2016 e de lá para cá amealhou mais de 1 milhão de passageiros, mas também sofreu com processos na Justiça por falta de regulação específica. É por isso que a FlixBus decidiu esperar a liberação desse tipo de serviço pela ANTT.
Assim como a Uber quando começou a operar no Brasil, a companhia mexeu em um mercado regulado e diversas empresas do setor reprovaram a entrada de uma concorrente que sequer tinha um ônibus e, segundo eles, não cumpria as normas estabelecidas pela ANTT. A Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati), por exemplo, moveu ações para barrar o funcionamento da Buser, mas desistiu delas em abril de 2021.
O mercado avalia que esse tipo de serviço vai ser uma realidade em breve. Em junho, a Buser recebeu aportes de R$ 700 milhões e afirmou que queria crescer dez vezes em dois anos com mais de R$ 1 bilhão em investimentos.
A FlixBus vai entrar em um mercado que já está mais acostumado com esse tipo de serviço. E vem com bastante dinheiro por trás. Os US$ 100 milhões que serão investidos por aqui virão de um aporte de US$ 650 milhões recebidos no mês passado. Agora, a companhia tem um valor de mercado de US$ 3 bilhões.
Para Renato Mendes, sócio da F5 Business Growth, especializada em inovação, a entrada da FlixBus pode representar uma guerra de preços. Ele compara o negócio exatamente com os aplicativos de transporte, onde houve diversos entrantes e poucos sobreviventes, como Uber e 99. "Vai ter uma grande perda de rentabilidade do setor e virará uma briga de cachorro grande. Para as empresas se manterem competitivas, terão de investir muito dinheiro", afirma. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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