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São Paulo encara pedreira da Argentina na estreia da Copa Sul-Americana

O São Paulo conheceu na noite dessa quarta-feira seu adversário de estreia na Copa Sul-Americana de 2018. O sorteio realizado na cidade de Luque, no Paraguai, colocou o Rosario Central no caminho do Tricolor Paulista. A equipe dirigida por Dorival Júnior jogará o primeiro confronto na Argentina e definirá a classificação em casa, no Morumbi. [?]
21:00 | Dez. 20, 2017
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O São Paulo conheceu na noite dessa quarta-feira seu adversário de estreia na Copa Sul-Americana de 2018. O sorteio realizado na cidade de Luque, no Paraguai, colocou o Rosario Central no caminho do Tricolor Paulista. A equipe dirigida por Dorival Júnior jogará o primeiro confronto na Argentina e definirá a classificação em casa, no Morumbi. As datas dos duelos ainda não foram confirmadas, mas a Conmebol já antecipou que a primeira rodada será disputada a partir de 14 de fevereiro.

Depois de lutar contra o rebaixamento durante praticamente todo o Campeonato Brasileiro, a vaga à Copa Sul-Americana acabou sendo recebida como um prêmio ao São Paulo, que na verdade sonha em voltar à Copa Libertadores da América.

Nessa temporada, a equipe do Morumbi acabou sofrendo um dos maiores vexames de sua história justamente durante a disputa da Copa Sul-Americana. Diante de seus torcedores, o Tricolor foi eliminado logo na primeira fase pelo modesto Defensa y Justicia, considerado praticamente um time de bairro na Argentina.

Por outro lado, em 2012 o São Paulo acabou com um jejum de quatro anos sem títulos ao conquistar o troféu da competição do segundo escalão continental contra os argentinos Tigre, em jogo que ficou marcado pela despedida de Lucas Moura e também pela briga entre os jogadores dentro dos túneis de acesso aos vestiários, que culminou com a não realização do segundo tempo. De lá para cá, os são-paulinos não comemoraram mais nenhum título.

A Copa Sul-Americana de 2018 terá, além do São Paulo, outros cinco clubes brasileiros: Atlético-MG, Botafogo, Atlético-PR, Bahia e Fluminense. Entre os estrangeiros, destaques para os argentinos do San Lorenzo, Lanús e Rosario Central, os colombianos do Independiente Medellín, América de Cali e Deportivo Cali, e os equatorianos do Barcelona de Guayaquil e LDU.

Os confrontos da segunda fase serão definidos em um novo sorteio feito pela Conmebol com as equipes classificadas na fase anterior, além de 10 clubes que migrarão da Copa Libertadores da América (os dois melhores entre os perdedores da fase prévia, e os oito terceiros colocados na fase de grupos). Vale lembrar que não há sorteio dirigido, ou seja, qualquer duelo é possível, inclusive entre times do mesmo país.

Confira os confrontos dos brasileiros na Copa Sul-Americana:

*os clubes à esquerda iniciam os confrontos em casa.

Rosario Central x São Paulo

San Lorenzo x Atlético-MG

Atlético-PR x Newell?s Old Boys (ARG)

Blooming (BOL) x Bahia

Audax Italiano (CHI) x Botafogo

Fluminense x Bolívia 4 (a definir)

Gazeta Esportiva

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Venezuela vai cortar seis zeros da moeda para tentar controlar hiperinflação

INTERNACIONAL
12:50 | Ago. 05, 2021
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Na tentativa de conter a inflação galopante dos últimos anos e estabilizar a economia nacional, a Venezuela vai cortar seis zeros do bolívar, moeda nacional, a partir de outubro, anunciou o Banco Central da Venezuela (BCV). A reconversão monetária, terceira em 15 anos, também trará como novidade a implantação do bolívar digital - moeda digital, sem versão física, emitida pelo Banco Central do país.
O anúncio foi feito pelas autoridades venezuelanas nesta quinta-feira, 5, e entrará em vigor no dia 1º de outubro. "A partir de 1º de outubro de 2021, o bolívar digital entrará em vigor, aplicando-se uma escala monetária que retira seis zeros à moeda nacional. Ou seja, todos os valores monetários e tudo expresso em moeda nacional serão divididos por um milhão (1.000.000)", diz o comunicado do BCV, divulgado pelo ministro da Comunicação, Freddy Ñáñez.
Na mesma data do lançamento da moeda digital, começarão a circular também as novas notas impressas, nos valores de 5, 10, 20, 50 e 100 bolívares, e uma moeda de 1 bolívar, informou o ministro.
"A introdução do bolívar digital não afeta o valor da moeda, ou seja, o bolívar não vai valer mais ou menos, apenas que para facilitar seu uso está sendo realizada uma escala monetária mais simples", acrescenta o comunicado do BCV.
O objetivo é "manter a inclusão" de todos os venezuelanos "e atender às suas necessidades de transação em todo o território nacional". Por isso, ressaltam que o BCV "continuará a atender à emissão do bolívar na sua expressão física".
A medida era esperada por especialistas em meio a uma espiral inflacionária que fechou em 2020 com 2.959,8% da inflação acumulada e em 2019 com 9.585,5%, segundo dados do BCV. A decisão também visa "facilitar" o uso do bolívar, atingido por uma inflação acumulada de 264,8% entre janeiro e maio segundo o BVC.
O comunicado acrescenta que "esta mudança na escala monetária" se baseia "no aprofundamento e desenvolvimento da economia digital" na Venezuela e considera-a "um marco histórico necessário no momento em que o país inicia a trajetória de recuperação econômica".
Na Venezuela, o dinheiro em bolívares é escasso e é comum ver longas filas nos bancos. O bolívar acabou sendo substituído pelo dólar, que se tornou a moeda de fato no país.
É cada vez mais comum que os preços de qualquer comércio sejam refletidos em dólares e os pagamentos sejam feitos em moeda estrangeira. O pagamento em moeda local normalmente é feito por cartão de débito ou transferência bancária.
Em 2007, a Venezuela passou por um primeiro processo de reconversão com a eliminação de três zeros da moeda que se tornou o forte bolívar, no governo de Hugo Chávez. Em 2018, ocorreu outro processo, conduzido pelo presidente Nicolás Maduro, que culminou com o nascimento do atual bolívar soberano, que retirou outros oito zeros da moeda. (Com agências internacionais).
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Diretor do Fed não vê necessidade de adoção de moeda digital por BC no momento

ECONOMIA
12:47 | Ago. 05, 2021
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Diretor do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Christopher Waller afirmou nesta quinta-feira que autoridade monetária não precisa adotar uma moeda digital de banco central (CBDC, na sigla em inglês), mas sim aplicar regulações, pois o sistema financeiro nos Estados Unidos já funciona muito bem.
"A maior preocupação com a adoção de CBDC é ser alvo de ataques cibernéticos. Francamente, tenho dificuldades para ver os seus benefícios", afirmou Waller.
Ele fez os comentários em evento realizado pelo American Enterprise Institute.
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Politização da vacina foi um dos problemas na compra da Coronavac, diz Soligo

POLÍTICA
12:47 | Ago. 05, 2021
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O ex-assessor especial do Ministério da Saúde Airton Antônio Soligo, que ocupou o cargo de junho do ano passado a março de 2021, declarou que, durante sua atuação na pacificação do acordo entre o governo federal e o Instituto Butantan na compra da Coronavac, um dos grandes problemas foi a politização da vacina. De acordo com Soligo, era preciso "retornar esse diálogo" com o Instituto para viabilizar a compra do imunizante. Contudo, o ex-assessor negou que as tratativas com o Butantan tenham sido interrompidas.
De acordo com Soligo, mesmo com os atritos gerados pelas críticas do presidente Jair Bolsonaro ao imunizante, acordos com o Instituto para compra de vacinas estava pacificada até outubro do ano passado. "Do ponto de vista do ministério com o Butantan, em nenhum momento (foi interrompido o processo de compra), mas na mídia nacional, é fato". Mesmo apontando a politização da vacina como um dos principais problemas da vacina, Soligo se recusou a comentar quem teria politizado os imunizantes.
Em outubro do ano passado, após o Ministério da Saúde anunciar a intenção de adquirir 46 milhões de doses da Coronavac, em mensagem publicada no Facebook, o presidente Bolsonaro desautorizou o Ministério e afirmou que a vacina não seria comprada. "Presidente, a China é uma ditadura, não compre essa vacina, por favor. Eu só tenho 17 anos e quero ter um futuro, mas sem interferência da ditadura chinesa", comentou um usuário. O presidente respondeu: "NÃO SERÁ COMPRADA", em caixa alta.
Sobre a desautorização, Soligo afirmou que já não fazia parte da pasta, e que até o momento das declarações de Bolsonaro, as negociações com o Instituto Butantan estavam pacificadas. O ex-assessor negou também que tenham acontecido outros conflitos na compra de vacinas além da Coronavac. "Conflitos? O que eu presenciei foi essa da Coronavac", disse.
Soligo também negou que tenha atuado na negociação da compra de vacinas, segundo ele, sua atuação era na articulação política, negando saber sobre negociação de preços e quantidades, afirmando que negociações no ministério nesse âmbito, pelo que ele sabe, começaram entre junho e julho do ano passado, com a Fiocruz.
Em defesa de seu trabalho durante sua atuação na Saúde, "Cascavel", como é conhecido, afirmou que não foi omisso, "eu fiz a minha parte". "Quando falam da vacina, eu chego a dizer o seguinte, se eu tivesse esse poder de decisão que as pessoas muitas vezes, a imprensa fica dizendo da importância, eu teria comprado, mesmo não podendo comprar, como a lei não permitia. Eu teria comprado a Pfizer, eu teria comprado a Janssen. Se dependesse de mim, tivesse esse poder, e estaria aqui hoje respondendo porque tinha comprado", afirmou.
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Evandro Leitão critica Bolsonaro e defende urnas eletrônicas

Política
12:42 | Ago. 05, 2021
Autor Vítor Magalhães
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O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará (AL-CE), deputado Evandro Leitão (PDT), discursou no Plenário 13 de maio, nesta quinta-feira, 5, durante a primeira sessão após o recesso parlamentar. O parlamentar saiu em defesa das urnas eletrônicas e criticou os ataques do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), ao sistema eleitoral vigente e às instituições brasileiras.

“A democracia é o melhor caminho em direção a um País mais igualitário. Não é possível viver em um ambiente democrático sem instituições fortes, atuantes e atentas às demandas da sociedade. Recentemente essas instituições (no Brasil) têm passado por ataques violentos de autoria do presidente da República, isto enfraquece a nossa democracia”, afirmou.

Sobre os ataques específicos às urnas eletrônicas, objeto de acusações infundadas de Bolsonaro nos últimos meses, que fala em suposta “fraude eleitoral” sem apresentar uma prova sequer, Leitão destacou a intensificação de narrativas com a aproximação de mais um ciclo eleitoral. O pedetista classificou como “paradoxal” o comportamento de Bolsonaro e de deputados e senadores que foram eleitos pelo sistema de urnas eletrônicas.

“As urnas eletrônicas são patrimônio do Brasil. Desenvolvemos um modelo que serve de inspiração para vários países do mundo. Até agora não houve qualquer comprovação que a nossa tecnologia tenha gestado resultados eleitorais fraudulentos. Temos orgulho desse processo que já elegeu representantes das mais diversas matizes ideológicas”, reforçou.

Em transmissão ao vivo no último dia 29, Bolsonaro prometeu divulgar comprovações para as acusações que faz há anos, mas não cumpriu. O presidente admitiu não possuir provas de fraudes no sistema de urnas eletrônicas do Brasil e limitou-se a divulgar relatos de eleitores, parte deles já desmentidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Leitão defendeu ainda o trabalho da Justiça Eleitoral no Brasil e pediu apoio da população e de colegas parlamentares no combate a comportamentos de cunho autoritário e antidemocrático.

“A população deve ser alertada sobre os atentados a nossa democracia e as instituições precisam agir para contrapor ideias que possam levar esse País a vivenciar regimes autoritários. Quero contar com o apoio dos colegas para defender o estado democrático de direito contra esses ataques. Vamos juntos trabalhar pelo fortalecimento do debate democrático.

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Ginástica rítmica do Brasil estreia na Olimpíada de Tóquio nesta sexta

Esportes
12:33 | Ago. 05, 2021
Autor Agência Brasil
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Os Jogos de Tóquio (Japão) estão chegando ao fim, mas ainda tem estreia pela frente. Nesta sexta-feira (6), a ginástica rítmica brasileira começa sua jornada rumo ao pódio inédito. A etapa qualificatória por equipes começa às 22h20 (horário de Brasília) na Ariake Arena, na capital japonesa. 

O quinteto brasileiro conta com Duda Arakaqui Beatriz Linhares, Déborah Medrado, Geovanna Santos e Nicole Pircio. A primeira meta é pontuar o suficiente para garantir a classificação à final, o que não ocorre desde os Jogos de Atenas (Grécia) em 2004. Apenas as primeiras oito colocadas brigarão por medalhas. A final será no sábado (7), às 23h.

“Nós queremos entrar e sair felizes da quadra de competição, estamos prontas, treinamos todos os dias para isso. Queremos entrar na final, e, em uma final, tudo pode acontecer. Sonhamos e visualizamos todos os dias uma medalha no pescoço de cada uma”, revela a capitã Duda Arakaki, capitã da equipe, em depoimento ao Comitê Olímpico do Brasil (COB). 

Os melhores resultados do Brasil na modalidade ocorreram nos Jogos de Sidney (Austrália), em 2000 e, quatro anos depois, na Olimpíada de Atenas (Grécia). Nas duas oportunidades, as brasileiras chegaram à final e terminaram em oitavo lugar.

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