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Infantino revela que ?pensou 100 vezes? para liberar árbitro de vídeo

Uma das mudanças mais comentadas do ano foi o aumento do número de seleções na Copa do Mundo, a partir da edição de 2026. Em vez dos 32 países que disputam, desde 1998, serão 48. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defendeu o crescimento. ?O futebol deve se permitir mais equipes de qualidade jogando o [?]

12:00 | 28/12/2017

Uma das mudanças mais comentadas do ano foi o aumento do número de seleções na Copa do Mundo, a partir da edição de 2026. Em vez dos 32 países que disputam, desde 1998, serão 48. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defendeu o crescimento.

?O futebol deve se permitir mais equipes de qualidade jogando o Mundial. Não há melhor situação e forma de evolução para o futebol de um país do que jogando a Copa do Mundo?, opinou, durante conferência em Dubai.

Infantino também falou sobre a introdução do árbitro de vídeo. Ele revelou que a Fifa, para fazer qualquer tipo de mudança drástica no jogo, pensa muito antes de definir.

?Somos a favor da justiça e da transparência, e entendemos que o trabalhos dos árbitros é muito duro. Mas antes de mudar qualquer regra, não pensamos duas ou três vezes, e sim 100 vezes?, enfatizou.

Por fim, o mandatário da entidade que rege o futebol mundial falou sobre a necessidade de a Fifa se fortalecer no ambiente digital, nas redes, onde as discussões sobre esportes são cada vez mais fortes.

?Precisamos investir mais nestas redes, porque temos bilhões de jovens interessados em futebol que precisam disso. Esperamos que 2018 seja o ano de revolução digital?, finalizou Gianni.

Gazeta Esportiva

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