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Confira os times que disputarão o Mundial de Clubes em Abu Dhabi

11:00 | Dez. 01, 2017
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Gazeta Esportiva

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Alison e Álvaro buscam vaga nas semifinais do vôlei de praia em Tóquio

Esportes
13:48 | Ago. 03, 2021
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Alison e Álvaro Filho é a única dupla brasileira no vôlei de praia na Olimpíada de Tóquio com chances de subir ao pódio. Eles entram em quadra nesta terça-feira (3) para enfrentar Plavins e Tocs, da Letônia, pelas quartas de final. O duelo será realizado no Parque Shiokaze, na capital Tóquio, às 22h (horário de Brasília).

Os outros três times que se classificaram para os Jogos Olímpicos já deram adeus à competição. No masculino, Bruno Schmidt e Evandro foram eliminados nas oitavas de final para os letões Plavins e Tocs (2 sets a 0), que vão enfrentar hoje Alison e Álvaro.

No feminino, Ana Patrícia e Rebecca foram derrotadas na noite da segunda (2) nas quartas de final para as suíças Verge-Depre e Heidrich e não conseguiram prosseguir nos Jogos. Já Ágatha e Duda foram até as oitavas de final, quando perderam para as alemãs Laura Ludwig e Margareta Kozuch. Ambas sofreram reveses por 2 sets a 1.

PEC dos precatórios prevê parcelamento de dívidas acima de R$ 66 mi

Economia
13:48 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Brasil
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (3), em Brasília,  que o governo prepara uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para estabelecer critérios e limites de pagamento de precatórios. Os precatórios são as dívidas contraídas pelos governos, em todas as esferas, quando são condenados em instância final pela justiça a pagar a pessoas físicas ou jurídicas.

O esboço da PEC, segundo Guedes, prevê, primeiro, o pagamento integral e instantâneo das requisições de pequeno valor, dívidas até R$ 66 mil. No outro extremo, estão o que o ministro chamou de superprecatórios, dívidas acima de R$ 66 milhões. Nesse caso, o pagamento seria parcelado com entrada de 15%, mais nove prestações iguais anuais.

“Não haverá calote”, destacou o ministro da Economia. “E os mais vulneráveis serão inteiramente preservados”, disse. No caso dos superprecatórios, a ideia é que a nova regra de parcelamento dê uma previsibilidade orçamentária para os próximos anos. Segundo Guedes, a proposta também será trabalhada dentro do teto dos gastos públicos.

Guedes participou na manhã desta terça-feira de um seminário virtual sobre as dívidas judiciais e o ajuste fiscal, realizado pelo jornal Poder360, em parceria com o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). O evento também contou com a presença do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.

Ontem (2), Paulo Guedes participou de uma reunião com outros ministros para tratar da PEC, que também contou com a presença dos presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco. O ministro da Economia disse que também já conversou com o presidente do STF, Luiz Fux, e que é importante ter esses respaldos político e jurídico.

Fonte de recursos e limitações

A limitação de pagamento de precatórios também deve ser semelhante para estados e municípios. Uma das propostas, segundo Guedes, é estabelecer um percentual anual da receita corrente líquida do ente federativo, em torno de 2,5%. “Dentro desse limite que dê para pagar todas as requisições de pequeno valor e ainda sobre espaço para pagar mais, vamos subindo até R$ 70 mil, R$ 100 mil, R$ 200 mil”, exemplificou.

“Achamos que todas as sentenças menores de R$ 450 mil serão pagas à vista, pelo menos nos próximos anos. Isso nos dá muito conforto”, garantiu, reafirmando que os superprecatórios já seriam parcelados automaticamente.

A novidade, segundo o ministro, é a proposta de usar programas de privatização como moeda de pagamento. “Podemos criar um fundo patrimonial para acelerar o pagamento desses precatórios”, disse. 

“Quando o ritmo de criação de obrigações é maior que a nossa capacidade de pagamento, temos que fazer como todos fazem, você vende o carro para pagar uma dívida e continuar solvente”, explicou.

Para o ministro, o fundo de precatórios permite a separação de gastos extraordinários como esse, ajudando na manutenção do teto de gastos, e é uma garantia de pagamento a quem tem direito. “Se tem estatais a serem vendidas, se existem fundos do setor privado que compram esses direitos [compram os títulos das dívidas], que isso seja usado para alavancar a transformação do Estado brasileiro”, disse. 

“Então, esses direitos estão muito longe de ser calote, são um título, uma exigibilidade contra o governo. “Devo, não nego, pagarei assim que puder, inclusive estou criando esse fundo para que, vendendo as estatais, vocês possam usar o mais rápido possível', como era a intenção desses grupos que andaram acumulando essas dívidas”, assinalou.

Uma alternativa a ser estudada, segundo o ministro da Economia, é o leilão de precatórios, para aqueles que tiverem urgência em receber a dívida. Nesse caso, ela é oferecida com deságio (abaixo do valor) e, se o governo tiver alguma sobra no orçamento, uma vez atendidas as requisições de pequeno valor, pode fazer o pagamento.

“Meteoro” de RS 90 bilhões

Paulo Guedes disse que o Executivo foi atingido por um “meteoro” com a previsão da Justiça de gastos em torno de R$ 90 bilhões com o pagamento de precatórios em 2022. 

“Meteoro porque o número extrapolou qualquer possibilidade de previsões do nosso lado”, afirmou. “Algo que, para ser cumprido, paralisaria todas as outras atividades do governo”, completou, explicando que o orçamento da União hoje para despesas não obrigatórias é de R$ 96 bilhões.

Segundo o ministro, nos anos 2010, os gastos com precatórios ficavam em torno de R$ 15 bilhões a R$ 16 bilhões. Nos últimos três anos, esse valor subiu para mais de R$ 40 bilhões e a previsão para o ano que vem era chegar a R$ 57 bilhões. “O salto me surpreendeu”, disse.

“O que me preocupa é a dimensão fiscal em si. Você me pergunta se dormimos no ponto. Possivelmente sim. O governo em alguma coisa falhou porque nós sabíamos. Eu reclamei do ritmo de crescimento [dos precatórios], mas não havia o que pudéssemos fazer, porque vem de instâncias as quais não temos alcance, a não ser conversando, que é o que estamos fazendo”, finalizou.

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Carros comerciais leves puxam alta das vendas de novos no Ceará e em Fortaleza em 2021

ECONOMIA
13:38 | Ago. 03, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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Tipo Noticia

Os carros comerciais leves puxaram o crescimento total de veículos novos no Ceará e em Fortaleza de janeiro a julho de 2021. A alta das comercializações foi acima da média brasileira, que ficou em 33,74% no acumulado do ano contra 43,94% no Estado e 36,78% na capital cearense. 

Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e foram anunciados nesta terça-feira, 3 de agosto.

No País, foram emplacados 2.012.329 veículos nos primeiros sete meses do ano. Considerando apenas julho ante igual período do ano passado, as concessionárias também venderam mais, com alta de 10,9% e 309.493 unidades novas adquiridas pelos consumidores. Mas na passagem do mês de junho para julho a venda ficou estável com leve queda de 0,02%, com a comercialização de 309.544 veículos.

A categoria moto acumulou 629.937 negociações feitas neste ano, no Brasil, em uma alta de 44,67%. Considerando auto e comercial leve, foram 1.169.051 de comercializações de janeiro a julho, um salto de 26,21%. Mas, no geral, todas as categorias cresceram no acumulado do ano.

No Ceará, foram 10.545 veículos emplacados em julho, 10.944 em junho e 62.046 no acumulado do ano. Isso representou uma queda de 3,65% na passagem dos meses, mas crescimento de 11,39% em julho ante igual mês de 2020 e 43,94% de janeiro a julho deste ano.

Somente os comerciais leves tiveram aumento expressivo de vendas em 114,30% em 2021, com 4.946 emplacamentos contra 2.308 em 2020. Juntando as categorias auto e leve, aumento de 41,28% nas comercializações, enquanto moto vendeu mais 43,96%.

Fortaleza teve 25.818 emplacamentos nos primeiros sete meses de 2021 (alta de 36,78%), mas apresentou leve queda na passagem de junho para julho (-6,93%) e alta de 8,37% em julho deste ano ante igual mês de 2020. As motos na Capital representaram 8.850 negociações no acumulado de 2021, uma alta de 29,93%. Mas o destaque foi a categoria comercial leve, com salto de 102,63% de janeiro a julho

 

Comerciais leves

Os comerciais leves são veículos comerciais projetados, equipados e caracterizados para transporte simultâneo ou alternativo de pessoas e carga, com peso bruto total até 3,5 toneladas. Os carros podem ser picapes pequenas e médias, furgonetas, furgões e vans de passageiros.

 

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Covid-19: média móvel de mortes fica abaixo de mil pelo terceiro dia

Saúde
13:33 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Brasil
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Depois de seis meses seguidos com uma média de mais de mil vítimas diárias de covid-19, o Brasil registrou ontem (2) o terceiro dia consecutivo com a média móvel de sete dias abaixo desse patamar, segundo o painel de dados Monitora Covid-19, mantido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A média móvel de mortes é calculada somando as mortes confirmadas nas últimas 24 horas com as que foram registradas nos seis dias anteriores. O resultado é dividido por sete. Esse dado é observado por pesquisadores para avaliar a tendência de evolução da pandemia de forma mais clara, já que menos informações são notificadas pelas secretarias de saúde municipais e estaduais nos fins de semana e ficam represadas nos primeiros dias de semana, gerando grande oscilação nos números.

Em queda desde a segunda quinzena de junho, a média móvel de mortes chegou a menos de mil (988,86) em 31 de julho, e manteve esse patamar em 1° de agosto (987,14) e 2 de agosto (960,14). Essa foi a primeira vez que a média ficou abaixo de mil desde 23 de janeiro deste ano, quando atingiu 1.021,29 vítimas. Daquela data até o fim de julho, o Brasil viveu o período mais letal da pandemia, com picos em que a média móvel superou 3 mil mortes diárias.

Pesquisadores da Fiocruz apontam o avanço da vacinação como a explicação para a redução nas mortes e internações por covid-19. No último boletim Observatório Covid-19, divulgado na semana passada, a fundação ressaltou, entretanto, que o número de óbitos se mantém em patamar muito elevado e que os casos de covid-19 continuam aumentando.

"A diferença entre a curva de novos casos e a curva de óbitos é mais um indício da nova fase da pandemia no Brasil, em que há intensa circulação do vírus, mas com menor impacto sobre as demandas de internação e sobre o número de mortes".

Apesar da queda das últimas semanas, o patamar da média móvel de mortes ainda supera a maior parte do ano passado. Enquanto em 2021 houve mais de seis meses seguidos com mais de mil vítimas diárias, em 2020, o indicador ficou acima desse nível entre 4 e 10 de junho, entre 19 e 29 de junho e entre 3 de julho e 7 de agosto. Também foram registradas mais de mil vítimas em 10, 11 e 22 de agosto, segundo o painel de dados da Fiocruz.

Entre setembro e novembro de 2020, a média móvel de mortes por covid-19 no Brasil recuou, chegando a 323 mortes diárias em 11 de novembro. A partir daí, houve uma nova tendência de alta, fechando o ano com 706 mortes diárias em 31 de dezembro. Fatores como o relaxamento das medidas de isolamento, as festas de fim de ano e a disseminação da variante Gama (P.1) fizeram com que a média móvel de mortes continuasse a aumentar em janeiro até igualar e superar os piores momentos da pandemia em 2020.

A situação continuou a piorar em fevereiro e março, e o Brasil registrou mais de 2 mil mortes diárias na média móvel de forma ininterrupta entre 17 de março e 10 de maio. Enquanto a maior média móvel de vítimas registrada em 2020 foi de 1.096.71 mortes diárias, em 25 de julho, o indicador chegou a 3.123, 57 mortes em 12 de abril de 2021.

A média de mortes caiu ao longo de maio de 2021, mas ainda se manteve acima de 1,5 mil vítimas por dia. Entre 6 e 19 de junho, houve uma nova alta, e a média voltou a superar as 2 mil mortes. Desde então, a tendência é de queda.

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Usinas podem ofertar geração adicional de energia ao ONS a partir de quarta-feira

ECONOMIA
13:28 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Estado
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As usinas termoelétricas a biomassa poderão, a partir desta quarta-feira, 4, ofertar a geração adicional de energia elétrica ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), informou em nota a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica). A oferta adicional, que vai durar até dezembro do ano que vem, foi oficializada mês passado em portaria do Ministério de Minas e Energia (MME) motivada pela crise hídrica no País.
O gerente de Bioeletricidade da Unica, Zilmar Souza, afirmou em comunicado que essa oferta vai contribuir para a "biomassa poder ajudar o Sistema Interligado, ainda mais do que ajuda, como neste cenário de escassez hídrica, com uma energia renovável e sustentável". "A portaria é importante também porque estabelece que essas ofertas adicionais de geração pela biomassa não estarão sujeitas à inadimplência nas liquidações financeiras no Mercado de Curto Prazo, que se encontram judicializadas desde 2015", acrescentou.
O setor sucroenergético afirma que pode ajudar a fornecer energia ao País apesar da quebra de safra de cana-de-açúcar este ano, causada, em parte, pela mesma seca responsável pelo baixo nível dos reservatórios de hidrelétricas. Entre abril - início da safra 2021/22 de cana no Centro-Sul do Brasil - e a metade de julho, a moagem de cana na região teve queda anual de 7,36%.
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