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Com contrato se encerrando, Aranha afirma: ?Quero encerrar a carreira na Ponte?

Revelado pela Ponte Preta em 2000, com passagens por outros clubes do futebol brasileiro, Aranha está prestes a completar sua 12 temporada pelo clube. Não da maneira como gostaria. Aos 37 anos de idade, o goleiro vive um de seus piores momentos com o time de Campinas, rebaixado à Série B do Campeonato Brasileiro. Porém, [?]
09:45 | Dez. 01, 2017 Autor - Tipo Notícia

Revelado pela Ponte Preta em 2000, com passagens por outros clubes do futebol brasileiro, Aranha está prestes a completar sua 12 temporada pelo clube. Não da maneira como gostaria. Aos 37 anos de idade, o goleiro vive um de seus piores momentos com o time de Campinas, rebaixado à Série B do Campeonato Brasileiro. Porém, mesmo na reta final da carreira e com o contrato se encerrando ao fim deste ano, o jogador afirma querer permanecer no Moisés Lucarelli até pendurar as luvas.

?Espero ainda conquistar um título com a Ponte Preta. Para mim seria fantástico. Quero permanecer, encerrar minha carreira aqui, desde que eu esteja sendo útil para o time?, declarou o atleta, que prega máximo respeito com a camisa para a última rodada do Brasileirão 2017, neste final de semana. ?Temos que fazer o nosso trabalho com dignidade e respeito ao clube. Se for amistoso, se for a primeira ou última partida, não importa. Sempre que entro em campo eu faço o meu melhor?, completou.

Sobre sua continuidade, para além de sua vontade de permanecer na Macaca, Aranha admite que não é um processo tão simples assim. ? É difícil falar sobre o futuro?, apontou. ?Temos que ter humildade também e reconhecer a situação. Nenhum jogador e funcionário está acima da Ponte Preta. Todo mundo que está aqui é dispensável. Agora, depois das eleições, depois de estabelecida a comissão técnica e diretoria, mantendo esse pessoal ou não, precisamos ter humildade de esperar para saber se estamos dentro do planejamento ou não?, completou, atentando para o momento de mudanças pelo qual o clube campinense está passando.

O arqueiro revelou que o ambiente interno do time não é ruim como a campanha feita em 2017. Para ele, diversos fatores causaram o fracasso na competição nacional. ?Com a minha experiência dentro do futebol, de tudo que eu já vi e vivi, não existe um fator só que cause um rebaixamento. Sempre são vários fatores. É um conjunto de coisas que caminham para isso. Já vimos grandes equipes com grandes orçamentos passando dificuldades como foi esse ano, e até mesmo sendo rebaixado. Então a Ponte, que não conta com grande orçamento e com grandes jogadores no elenco, com quantidade de peças, é normal que em um momento ou outro vai correr um risco, vai brigar até o final. Às vezes vai escapar e às vezes não?, comentou, lamentando as limitações financeiras da Ponte e a enorme discrepância existente em relação a outros clubes brasileiros.

Para manter a dignidade, a Macaca entra em campo pela última rodada do Brasileirão neste final de semana. A equipe visitará o Vasco no Rio de Janeiro, no Estádio São Januário, à partir das 17h (de Brasília) deste domingo. O time alvinegro ocupa a penúltima colocação na tabela do campeonato, com 39 pontos ganhos.

 

Gazeta Esportiva

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CNI: 90% não fazem questão de escolher marca de vacina

Saúde
2021-07-30 08:20:03 Autor Agência Brasil Tipo Notícia

Noventa por cento da população quer ser vacinada contra o novo coronavírus independente da marca do imunizante, mostra pesquisa divulgada hoje (30) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento ouviu 2 mil pessoas em todos os estados do país entre os dias 12 e 16 de julho.

Entre as pessoas entrevistadas, 43% disseram que até gostariam de escolher entre as marcas de vacina disponíveis se houver essa possibilidade, mas apenas 9% afirmaram que deixariam de se vacinar se o imunizante de preferência não estivesse disponível. “O fato de o brasileiro aceitar tomar a vacina disponível nos deixa menos apreensivos, não só pela proteção individual, mas pelo benefício para toda a sociedade”, ressaltou o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

A maioria da população (62%) considera que o ritmo da vacinação no Brasil ainda é lento. Porém, 68% acreditam que a velocidade da imunização no país aumentou muito em julho em relação a junho.

Menos medo

Para 70% dos entrevistados, a pandemia de covid-19 deve perder força daqui para frente. Uma minoria (18%), no entanto, acredita que o número de casos e de mortes causadas pela doença deve aumentar.

Na comparação com a pesquisa feita pela CNI em abril, caiu de 56% para 47% o percentual de pessoas que diz ter muito medo do coronavírus. Também se reduziu a proporção de pessoas que tem medo de frequentar shoppings, de 39% para 24%. Em relação ao comércio de rua, em abril, 36% tinham medo e agora são 28%. O receio de ir a bares e restaurantes passou de 45% para 34%.

Também melhoraram as expectativas sobre a economia. Em abril, 18% viam a situação econômica do país em recuperação. Neste levantamento o percentual ficou em 43%.

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Boxe: Abner Teixeira se classifica para a semifinal e garante medalha para o Brasil

SEMIFINALISTA
2021-07-30 08:20:00 Autor LucasMota Tipo Notícia

O brasileiro Abner Teixeira venceu Hussein Iashaish, da Jordânia, garantiu vaga nas semifinais da categoria pesada do boxe e, consequentemente, assegurou a primeira medalha do Brasil na modalidade, nos Jogos Olímpicos de Tóquio. O paulista bateu o adversário por decisão dividida.

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Com o resultado, o boxeador garante a primeira medalha do Time Brasil, tendo em vista que no boxe não existe disputa pelo bronze entre os semifinalistas derrotados. Portanto, caso perca no duelo da semifinal, Abner já tem o terceiro lugar no pódio assegurado.

Antes do confronto nas quartas de final, Abner deu show na estreia, quando venceu o britânico Cheavon Clarke. O paulista é bicampeão brasileiro juvenil e de elite e é uma referência do boxe brasileiro na categoria acima dos 91 kg. Nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, em 2019, ele conquistou o bronze.

Mais cedo, o Time Brasil contou com a estreia de Bia Ferreira, favorita ao ouro no peso-leve feminino. Atual campeã mundial, ela venceu a pugilista Shih-Yi Wu, de Taiwan. Por outro lado, Keno Marley perdeu e foi eliminado na Olimpíada.

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Castillo escolhe radical de esquerda para chefiar Gabinete

INTERNACIONAL
2021-07-30 08:09:50 Autor Agência Estado Tipo Notícia

O novo presidente do Peru, o esquerdista Pedro Castillo, nomeou ontem o legislador de extrema esquerda Guido Bellido como presidente do Conselho de Ministros (chefe de Gabinete). A nomeação foi feita um dia após a posse de Castillo, eleito em um clima de polarização política no país. A escolha de Bellido ressalta a influência que o partido Peru Livre terá no governo de Castillo. Ela também deve assustar ainda mais os investidores que desconfiam de um novo governo de esquerda que também enfrentará resistência no Congresso.
A Bolsa de Valores e a moeda peruana, o sol, despencaram desde que Castillo se tornou o provável vencedor da eleição de 6 de junho. O Ministério das Finanças permanece vago, mas fontes disseram à Reuters que o cargo-chave provavelmente será preenchido por Pedro Francke, um economista moderado de esquerda.
Bellido tem 41 anos, é engenheiro eletrônico e não tem experiência em cargos públicos. Como Castillo, tem origem camponesa e nasceu na região andina de Cuzco. Sua nomeação e a dos outros ministros ainda deve ser aprovada pelo Congresso.
Bellido foi um dos 37 candidatos do partido Peru Livre eleitos para o Congresso nas eleições de abril, coincidindo com o primeiro turno presidencial. No Peru, os parlamentares podem ocupar simultaneamente cargos no governo.
A mídia peruana informou que a Promotoria havia investigado Bellido por suposta apologia ao terrorismo por declarações em uma entrevista feita em abril, antes de assumir sua cadeira no Congresso na sexta-feira, o que lhe concede imunidade.
A nomeação de Bellido "é uma mensagem que polariza", disse o legislador de extrema direita Alejandro Cavero à rádio RPP de Lima.
Segundo a presidência, Castillo deveria anunciar ainda ontem à noite o nome de mais 18 ministros. A nomeação dos principais colaboradores do novo presidente deve dar um sinal aos mercados, que ficaram inquietos com o anúncio que Castillo fez de que iniciará uma reforma constitucional, embora se tratasse de uma promessa de campanha.
O mandato, de cinco anos, se inicia em meio às esperanças de milhares de compatriotas, mas também à preocupação de muitos peruanos que temem uma forte virada para o socialismo após décadas de políticas liberais.
Em seu discurso de posse, Castillo tentou adotar um tom moderado com relação às questões econômicas, apesar das mensagens de extrema esquerda de seu partido, e reiterou que não fará desapropriações, embora tenha esclarecido que promoverá um "novo pacto com investidores privados".
O presidente tem o desafio de reativar uma economia duramente atingida pela pandemia, que despencou 11,12% em 2020, além de acabar com as convulsões políticas que levaram o Peru a ter três presidentes em novembro de 2020.(Com agências internacionais)
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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'Fascismo' à brasileira tem abrigo no PTB

POLÍTICA
2021-07-30 08:09:49 Autor Agência Estado Tipo Notícia

Depois do trabalhismo dos anos pré-1964 e do fisiologismo posterior à redemocratização, o integralismo - versão brasileira do fascismo - chegou ao PTB. Fundada em 1945 por Getúlio Vargas, a sigla foi a casa das duas primeiras gerações trabalhistas, inclusive do presidente João Goulart, mas está cada vez mais radicalizado à direita.
Seu presidente, o ex-deputado Roberto Jefferson - condenado e preso por corrupção no mensalão -, personifica hoje o bolsonarismo: adotou um discurso armamentista, religioso e anticomunista. Um dos marcos da guinada à direita do partido é a recepção, em suas fileiras, a grupos declaradamente fascistas. No mês passado, integrantes da Frente Integralista Brasileira (FIB), entre eles o presidente Moisés José Lima, filiaram-se ao PTB em São Paulo. O grupo afirmou em comunicado que a sigla se converteu numa casa para os integralistas que quiserem disputar eleições no ano que vem e em 2024.
Fundado em 1932 pelo jornalista Plínio Salgado, o integralismo imitava o fascismo italiano, de Benito Mussolini. "Por mais contraditório que pareça a alguns, o fato de (o PTB) ter certa ligação no passado com Getúlio Vargas, a realidade é que a única ligação é histórica: desde sua refundação nos anos 80 até recentemente, o partido seguiu certo pragmatismo que já era observado no PTB de décadas anteriores", disse em seu site a Frente Integralista. "Tendo no último ano uma revisão doutrinária intensa, assumiram-se como bandeiras estatutárias a defesa da vida, o patriotismo, a família tradicional e os valores cristãos."
Autor do livro O fascismo em camisas verdes: do integralismo ao neointegralismo em parceria com Leandro Pereira Gonçalves, o historiador Odilon Caldeira Neto diz que os grupos neointegralistas sempre buscam aproximação com algum partido político estabelecido. No Brasil essa prática começou, afirma, com o antigo Prona, de Enéas Carneiro, passou pelo PRTB de Levy Fidelix e agora dá sinais de que tentará o mesmo com o PTB. "Parece que, nesse sentido, o Roberto Jefferson virou o novo Levy. Foi Levy, na eleição de 2010, quem ajudou a popularizar certas ideias radicais. Com a emergência das chamadas novas direitas, ele e o PRTB fizeram um grande esforço em prol da sua radicalização", afirmou Neto.
O historiador estima que a FIB não tenha mais que algumas centenas de militantes, o que também é uma característica de grupos neofascistas de outros países. Eles não tentam ser uma organização de massa - diferentemente do passado, quando protagonizavam desfiles militarizados, uniformizados de verde e com braçadeiras com o sigma. Preferem se aproximar de grupos mais amplos, que tenham poder. Nos anos 50 e 60, chegaram a se reorganizar no Partido de Representação Popular (PRP), sem expressão.
Interlocutor da FIB com a institucionalidade, o advogado Paulo Fernando Melo da Costa, ex-secretário especial da ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), atuou pela soltura dos militantes bolsonaristas Sara Giromini e Oswaldo Eustáquio, acusados de atentar contra a democracia. Foi Costa quem articulou as filiações de integralistas ao PTB.
Caldeira Neto considera que os valores morais defendidos pelos neointegralistas são os mesmos de segmentos maiores do conservadorismo brasileiro, o que os aproxima do bolsonarismo. Mas vão além da defesa um tanto quanto genérica da "família" e cultivam visões de Estado inspiradas no fascismo. "Defendem um certo tipo de organização da sociedade: integral, antidemocrática, antiparlamentarista; a extinção dos partidos políticos, o controle da imprensa e assim por diante. Inspiram-se de forma muito afeiçoada no modelo de sociedade integral do tempo do fascismo."
Em nota, a FIB nega ser versão brasileira do fascismo, ao contrário do que dizem historiadores. "Diversas críticas ao fascismo e movimentos diversos foram feitas - durante e inclusive antes mesmo da AIB - por Plínio Salgado", diz a nota, assinada por Lucas Carvalho, secretário-geral da FIB. A Frente alega o PTB não passa a ser necessariamente a casa dos neointegralistas, que estão espalhados por outras legendas.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Israel fecha o cerco ao fabricante do spyware Pegasus

INTERNACIONAL
2021-07-30 08:09:49 Autor Agência Estado Tipo Notícia

Epicentro do escândalo de espionagem que implicou dezenas de países e figuras públicas - incluindo do primeiro escalão da política global -, Israel começa a fechar o cerco contra o Grupo NSO, proprietária do spyware Pegasus. Representantes oficiais do governo israelense estiveram em escritórios da empresa na quarta-feira, segundo o Ministério da Defesa do país.
O anúncio foi feito pelo ministro Benny Gantz, em viagem oficial a Paris, durante encontro com Florence Parly, ministra da Defesa da França. Gantz não revelou detalhes da ação nos escritórios da proprietária do Pegasus, mas afirmou que Israel está levando a sério as alegações sobre o mau uso do programa de espionagem militar, criado pela companhia israelense.
Os primeiros relatos da mídia descreveram os movimentos nos escritórios da NSO como uma batida, mas a empresa disse em um comunicado que as autoridades haviam feito uma visita e não invadido suas instalações. A NSO disse ter sido informada com antecedência que funcionários do Ministério da Defesa responsáveis por supervisionar as transações comerciais de ciberexportações sensíveis estariam fazendo uma inspeção, registrou o jornal britânico The Guardian.
Gantz disse à ministra francesa que Israel está levando as acusações a sério, afirmou um comunicado do gabinete de Parly. "Israel concede licenças cibernéticas apenas a Estados-nação e apenas para serem utilizadas para as necessidades de lidar com o terrorismo e o crime", completa o comunicado.
O Pegasus, um spyware de uso militar licenciado pelo Grupo NSO a governos para rastrear terroristas e criminosos, foi usado em ao menos dez países para espionar celulares pertencentes a jornalistas, ativistas de direitos humanos e executivos de todo o mundo, de acordo com um investigação realizada por um consórcio de imprensa formado por jornais como o The Washington Post, The Guardian e Le Monde.
O esquema foi revelado na terceira semana de junho, e desde então novos fatos começaram a vir à tona. A situação é ainda mais sensível com a França, uma vez que a lista de espionados incluiria números de celular do presidente Emmanuel Macron, do ex-primeiro-ministro Edouard Philippe e de 14 membros do governo, como o chefe da diplomacia, Jean-Yves Le Drian, segundo a imprensa francesa. Um serviço de inteligência marroquino teria usado o spyware.
Apesar de o programa ser produzido por uma empresa privada e o uso ter sido feito por governos estrangeiros, o governo israelense passou a ser alvo de pressões internacionais para investigar e esclarecer os detalhes do caso. Segundo o Guardian, o próprio Macron conversou com o primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, na semana passada, para lembrar a importância de investigações adequadas sobre os fatos revelados pela imprensa.
O Parlamento israelense também criou uma comissão para apurar as alegações.
O Grupo NSO se pronunciou e afirmou que as informações sobre o Pegasus estavam cheias de suposições erradas e teorias não corroboradas. "O Pegasus deve ser usado apenas por agências de inteligência e aplicação da lei do governo para combater o terrorismo e o crime", disse a empresa. (Com agências internacionais)
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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