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Sem Diego, Coutinho e Fernandinho, Seleção treina na casa do PSG

A Seleção Brasileira voltou aos treinos em Paris, visando os últimos compromissos do ano: amistosos contra Japão, no dia 10, e contra Inglaterra, no dia 14 de novembro. Nesta terça-feira, porém, o palco foi diferente das atividades da última segunda. Conhecido de alguns convocados do técnico Tite, o estádio Parque dos Príncipes, casa do Paris [?]
13:45 | Nov. 07, 2017
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A Seleção Brasileira voltou aos treinos em Paris, visando os últimos compromissos do ano: amistosos contra Japão, no dia 10, e contra Inglaterra, no dia 14 de novembro. Nesta terça-feira, porém, o palco foi diferente das atividades da última segunda. Conhecido de alguns convocados do técnico Tite, o estádio Parque dos Príncipes, casa do Paris Saint-Germain, recebeu a delegação brasileira. O meia Diego e o atacante Diego Souza chegaram à França nesta tarde e se uniram ao grupo verde e amarelo.

Apesar de integrar a delegação, Diego se apresentou com um problema médico, realizou trabalhos de fisioterapia e ainda será submetido a exames. Junto o flamenguista, também foram desfalques Philippe Coutinho e Fernandinho. O meia do Liverpool segue em fase final de recuperação muscular, e é baixa quase que confirmada para o duelo diante dos japoneses, apesar de poder treinar com bola a partir desta quarta. Já o volante do Manchester City foi poupado para evitar o desgaste, mas deve estar à disposição para a próxima partida. Diego Souza treinou normalmente.

Leia mais: De olho na Copa, Fernandinho exalta oportunidade de aprender com â??vencedoresâ?

Entre os 25 nomes da lista de convocados para defender o Brasil nos últimos compromissos do ano, quatro deles vestem a camisa do PSG. São eles o lateral direito Daniel Alves, os zagueiros Marquinhos e Thiago Silva e o astro da equipe, Neymar, que foi contratado pelos parisienses no começo da temporada pelo maior valor já pago na história do futebol mundial.

Diferentemente do que aconteceu no último trabalho, o treino desta terça contou com a presença de Alex Sandro, Miranda, Marcelo, Thiago Silva, Casemiro, Giuliano, Renato Augusto, Douglas Costa e Firmino. Na segunda, eles ficaram na academia fazendo exercícios de recuperação e não foram ao gramado do estádio Sébastien Charlety, também localizado na capital francesa.

Com isso, todos os convocados por Tite, com exceção de Diego, Coutinho e Fernandinho, estiveram no gramado e participaram das atividades. O foco dos treinos do dia foi a parte tática, com o treinador comandando trabalhos em campo reduzido, visando a posse de bola sob marcação pressão. Não foi feito nenhum esboço da provável equipe titular para a próxima partida.

Buscando aproveitar ao máximo as oportunidades de jogo para se preparar para a Copa de 2018, na Rússia, a Seleção treina novamente nesta quarta-feira, a partir das 12h30 (de Brasília). A equipe verde e amarela realiza amistosos com o Japão na próxima sexta, às 10h, na França, e com a Inglaterra na próxima segunda-feira, às 18h, em Londres.

Gazeta Esportiva

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Bolsonaro diz que Petrobras tem reserva de R$ 3 bi para custear vale-gás

POLÍTICA
2021-07-31 13:23:04
Autor Agência Estado
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O presidente Jair Bolsonaro disse que a Petrobras tem uma reserva de R$ 3 bilhões para custear um programa vale-gás, que permitiria a compra de botijão de gás de cozinha para a população mais carente. "O novo presidente da Petrobras, o (Joaquim) Silva e Luna, está com uma reserva de R$ 3 bilhões para atender realmente esses mais necessitados. Seria o equivalente - o que está sendo estudado até agora - a um botijão de gás a cada dois meses", informou o presidente em entrevista ao Programa do Ratinho, no SBT, na noite desta sexta-feira, 30.
Bolsonaro voltou a culpar os tributos estaduais pelos preços elevados do botijão de gás no País. "Eu zerei o imposto federal (do gás de cozinha). Não tem imposto federal, custa R$ 45,00 onde o gás é engarrafado. O restante é problema do ICMS, da margem de lucro de quem está vendendo e de frete", afirmou.
Na última segunda-feira, 26, em entrevista à rádio Arapuan, da Paraíba, o presidente disse que o preço do botijão de gás para o consumidor final deveria ser de, no máximo, R$ 70. No entanto, praticamente a metade do valor do preço do botijão fica com a Petrobras, segundo dados da própria estatal. O preço médio da revenda do gás de cozinha (13 quilos) no País foi de R$ 89,84 entre os dias 4 e 10 de julho. Do preço final, R$ 46,88 ficam com a Petrobras. Ainda de acordo com a empresa, há basicamente três componentes do preço do gás de cozinha: 48,9% representam a margem da estatal; 36,6% ficam com as distribuidoras (que fazem a aquisição, armazenamento, envasamento, transporte, comercialização e controle de qualidade) e os pontos de revenda; e 14,5% são impostos estaduais (ICMS).
A redução do preço do gás de cozinha é uma promessa de campanha de Bolsonaro que ainda não foi cumprida. Em agosto de 2019, o governo acabou com o subsídio do botijão de 13 quilos - havia desconto apenas para o envase, compensado por todos os outros tamanhos, que eram vendidos a preços mais altos. Por outro lado, neste ano, o governo decidiu zerar a cobrança de impostos sobre o botijão de forma permanente. Por meio de uma Medida Provisória já aprovada no Congresso e sancionada pela Presidência, o Executivo zerou as alíquotas de PIS e Cofins, que representavam 3% do preço final do botijão.
Para compensar a perda na arrecadação com essa medida, o governo aumentou o tributo sobre os bancos, colocou fim a um programa de incentivo à indústria petroquímica e limitou a compra de carros com isenção por pessoas com deficiência.
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Aneel: bandeira tarifária de agosto se manterá vermelha

Geral
2021-07-31 13:22:52
Autor Agência Brasil
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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter a bandeira vermelha, patamar 2, para o mês de agosto. Com isso, o custo de cada 100 kilowatt-hora (kWh) consumido continua sendo de R$9,492. Segundo a agência, não houve mudança nos cenários hidrológicos do país. Ou seja, os reservatórios das usinas hidrelétricas ainda sofrem com o período de seca, forçando o uso de fontes de energia mais caras.

“Agosto inicia-se com igual perspectiva hidrológica, com os principais reservatórios do SIN [Sistema Interligado Nacional] em níveis consideravelmente baixos para essa época do ano. Essa conjuntura sinaliza horizonte com reduzida capacidade de produção hidrelétrica e necessidade de acionamento máximo dos recursos termelétricos”, explicou a Aneel.

Em períodos de seca e consequente baixa nos níveis dos reservatórios, é necessário captar energia de outros tipos de usina, como as termelétricas. Esse tipo de usina gera energia a partir de combustíveis fósseis, como diesel e gás. Além de ser mais poluente, é mais cara. Por isso, quando as termelétricas são acionadas, o custo da geração de energia aumenta e a bandeira tarifária muda.

Dentre as dicas trazidas pela Aneel para reduzir o valor da conta de luz, estão o uso racional do chuveiro elétrico (banhos mais curtos e em temperatura morna), do ar condicionado (manter os filtros limpos e reduzir ao máximo seu tempo de utilização) e do ferro de passar (juntar roupas para passar de uma só vez e começar por aquelas que exigem menor temperatura).

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Seleções de vôlei podem encerrar primeira fase olímpica na liderança

Esportes
2021-07-31 13:22:28
Autor Agência Brasil
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As seleções feminina e masculina de vôlei podem encerrar a primeira fase dos respectivos torneios na Olimpíada de Tóquio (Japão) na liderança dos grupos. A situação mais favorável é a das mulheres, que chegaram neste sábado (31) a quarta vitória em quatro jogos ao superarem a Sérvia por 3 sets a 1, com parciais de 25/20, 25/16, 23/25 e 25/19, mantendo a ponta do Grupo A. Nesta segunda-feira (2), as brasileiras enfrentam o já eliminado Quênia às 9h45 (horário de Brasília).

Centro de Eventos tem movimento tranquilo durante vacinação neste sábado

Segunda dose
2021-07-31 13:10:00
Autor Mateus Brisa
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Aplicando a segunda dose da vacina contra a Covid-19, o Centro de Eventos do Ceará, no bairro Edson Queiroz, registrou movimentação tranquila e filas rápidas na manhã deste sábado, 31 de julho (31/07). O POVO conversou com residentes de Fortaleza que receberam o reforço na imunização sobre deslocamento e a importância da vacinação.

FORTALEZA, CE, BRASIL, 31-07.2021: Centro de Eventos, Aplicação de segunda dose da vacina contra a Covid-19. (Foto:Aurelio Alves/ Jornal O POVO)
FORTALEZA, CE, BRASIL, 31-07.2021: Centro de Eventos, Aplicação de segunda dose da vacina contra a Covid-19. (Foto:Aurelio Alves/ Jornal O POVO) (Foto: Aurélio Alves)

O professor Marcelo Caetano, de 48 anos, mora perto do Centro de Eventos e não enfrentou problemas para chegar no equipamento, localizado na avenida Washington Soares. Tanto a espera quanto o atendimento o agradaram. Com a vacinação, o professor espera “que tudo isso passe. Que todos sejam logo vacinados, para que [a pandemia] termine logo, ou amenize cada vez mais”.

FORTALEZA, CE, BRASIL, 31-07.2021: Centro de Eventos, Aplicação de segunda dose da vacina contra a Covid-19. (Foto:Aurelio Alves/ Jornal O POVO)
FORTALEZA, CE, BRASIL, 31-07.2021: Centro de Eventos, Aplicação de segunda dose da vacina contra a Covid-19. (Foto:Aurelio Alves/ Jornal O POVO) (Foto: Aurélio Alves)

Deixar a pandemia de lado também é a esperança do servidor público Eronari Barbosa, 50. Para ele, a vacina é importante para a população “voltar ao normal, pelo menos tentar. Conviver com nossos familiares, amigos, trabalho”. Sua chegada ao local de vacinação também foi tranquila e, conforme repassou, demorou cerca de 40 minutos.

FORTALEZA, CE, BRASIL, 31-07.2021: Centro de Eventos, Aplicação de segunda dose da vacina contra a Covid-19. (Foto:Aurelio Alves/ Jornal O POVO)
FORTALEZA, CE, BRASIL, 31-07.2021: Centro de Eventos, Aplicação de segunda dose da vacina contra a Covid-19. (Foto:Aurelio Alves/ Jornal O POVO) (Foto: Aurélio Alves)

Já a artesã Vládia Matias, 48, demorou mais em seu deslocamento até o Centro de Eventos. Moradora do José Walter, ela precisou passar pelo Terminal da Messejana. No local, ela afirma ter sido “muito bem recepcionada” e não enfrentado filas demoradas. Quando perguntada sobre seu sentimento ao tomar a segunda dose, Vládia se emociona em meio a lágrimas: “Tenho mãe idosa e diabética e sou hipertensa, é muito importante mesmo. A gente tem medo de pegar essa doença”.

FORTALEZA, CE, BRASIL, 31-07.2021: Centro de Eventos, Aplicação de segunda dose da vacina contra a Covid-19. (Foto:Aurelio Alves/ Jornal O POVO)
FORTALEZA, CE, BRASIL, 31-07.2021: Centro de Eventos, Aplicação de segunda dose da vacina contra a Covid-19. (Foto:Aurelio Alves/ Jornal O POVO) (Foto: Aurélio Alves)

A voluntária Leila Façanha, 50, recebeu o reforço da imunização, assim como seu marido, e aguarda a vez dos filhos. “A alegria só vai estar completa quando chegar vacina no braço de todo mundo”, conta. Ela argumenta que se vacinar é um ato de amor ao próximo. “A gente toma não é só para a gente não, é para cuidar do próximo. A gente fala tanto de amor ao próximo, né? Então, uma demonstração de cuidado com o outro é que é o verdadeiro amor ao próximo. A gente cuida da gente e cuida do outro”, finaliza.

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Covid-19: Escassez de doses e desigualdade marcam vacinação na África

Saúde
2021-07-31 13:07:21
Autor Agência Brasil
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Dificuldades logísticas, escassez de doses e forte desigualdade entre os países marcam a campanha de vacinação contra a covid-19 no continente africano. Enquanto o Marrocos conseguiu imunizantes o suficiente para 36,32% da sua população, Burundi e Eritreia não receberam nenhuma dose, segundo os dados dessa sexta-feira (30) do Africa Centres for Disease Control and Prevention (CDC África).

Outros países receberam quantidades irrisórias de imunizantes, como Saara Ocidental, com 20 mil doses para uma população de 600 mil pessoas, Sudão do Sul, que recebeu 60 mil doses e tem 11,2 milhões de pessoas ou a República Centro-Africana, com 80 mil doses para 4,8 milhões de pessoas.

De acordo com o CDC África, o país mais adiantado na vacinação é o Marrocos, que recebeu 26,8 milhões de doses para uma população de 36,9 milhões de pessoas, tendo aplicado as duas em 26,89% das pessoas e a primeira em 33,93%.

O segundo país que mais vacinou foi a África do Sul. Com população de 59,3 milhões de pessoas, recebeu 8,7 milhões de doses, aplicou a primeira em 11,56% das pessoas e 0,57% recebeu a segunda dose. O Egito, com 102,3 milhões de pessoas, recebeu 7,3 milhões de doses e imunizou completamente apenas 1,46% da população. Um total de 3,57% dos egípcios recebeu a primeira dose.

O país mais populoso do continente, a Nigéria, com 206 milhões de pessoas, recebeu 3,9 milhões de doses, tendo aplicado a primeira em 1,23% da população e imunizado completamente apenas 0,68% com as duas doses, já esgotando o estoque disponível.

Dificuldades

De acordo com o pesquisador do Centro de Relações Internacionais em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Cris-Fiocruz) Augusto Paulo Silva, em entrevista ao portal da Fiocruz, a União Africana, que reúne os 55 países do continente, aderiu à iniciativa da Organização Mundial de Saúde (OMS) Covax Facility, para a aquisição de vacinas contra a covid-19. Porém, as doses estão longe de ser o suficiente para o continente, que tem 1,2 bilhão de habitantes.

“A União Africana também aderiu à Covax. Só que muito antes de os europeus começarem a doar vacinas para a Covax, doaram dinheiro. Mas esse dinheiro nunca foi suficiente. Para o abastecimento e fornecimento da Covax, contava-se com China e Índia. Mas a Índia teve uma explosão de casos, as vacinas começaram a não ser suficientes, e a Covax passou um tempo quase seca”.

Segundo o escritório regional da OMS na África, 43 países africanos aderiram ao Covax, garantindo vacinas para 20% da população, com 600 milhões de doses. Desse total, 82 milhões já foram entregues e 63,8 milhões aplicadas até o momento. O pesquisador explica que a segunda opção do continente são os 400 milhões de doses que a União Africana tentou garantir de forma suplementar, por meio da Equipe de Intervenção para a Aquisição de Vacinas (AVATT, do inglês African Union’s COVID-19 Vaccine Acquisition Task Team), mas os países terão que pagar por essas vacinas.

“A União Africana, por meio dos seus bancos de fomento, agiu como se fosse caução para garantir o pagamento. E o Banco Mundial está fornecendo dinheiro aos países para adquirirem essas vacinas. Mas a maioria está endividada, tem tetos de gastos já limitados pelo Banco Mundial por causa dos programas de ajuste estruturais”.

Silva detalha, também, o problema logístico para a distribuição das doses, em uma região carente de infraestrutura de transporte e de saúde.

“Um programa de imunização tem toda uma logística por trás. E essa logística tem gastos. Por isso, muitos desses 55 países tiveram que devolver vacinas porque não conseguiram aplicá-las por falta de dinheiro para sustentar as campanhas. Precisam de câmaras frias, geradores. E como o Estado está endividado, não tem como bancar isso. São problemas estruturais que vêm lá de trás e que foram exacerbados pela pandemia. É por isso que a vacinação na África é muito lenta, não só por falta de imunizantes, mas por toda a cadeia de infraestrutura e logística”.

Covid-19 na África

De uma forma geral, o continente surpreendeu o mundo com a relativa baixa taxa de contágio o óbitos pelo novo coronavírus. Segundo Silva, explicações possíveis para o fenômeno incluem a pouca conectividade de muitos países africanos com outros continentes e também entre si, além da faixa etária média mais baixa que a da população mundial.

Comparativo de casos e mortes por covid-19

O continente todo tem população de 1,2 bilhão de pessoas e registra, até o momento, cerca de 6,7 milhões de casos de covid-19, segundo dados do Wordometers. O número é um terço do registrado no Brasil, que tem 210 milhões de habitantes, população seis vezes menor. Ou seja, a África está com uma taxa de incidência da doença de 558,3 casos por 100 mil habitantes, enquanto no Brasil a taxa é de 9.460,2, segundo dados desta sexta-feira (30) do Ministério da Saúde.

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