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Histórias de Balotelli, Tévez e Roberto Mancini, contadas por um ex-roupeiro do City

Les Chapman, roupeiro do Manchester City por mais de 17 anos que deixou o cargo em 2014, revelou histórias interessantes dos tempos em que Roberto Mancini era técnico do time. Em entrevista ao jornal Daily Mail, o britânico contou episódios de bastidores na época, dentre os quais estão inclusas as excentricidades de Mário Balotelli, polêmicas [?]

10:15 | 26/11/2017

Les Chapman, roupeiro do Manchester City por mais de 17 anos que deixou o cargo em 2014, revelou histórias interessantes dos tempos em que Roberto Mancini era técnico do time. Em entrevista ao jornal Daily Mail, o britânico contou episódios de bastidores na época, dentre os quais estão inclusas as excentricidades de Mário Balotelli, polêmicas entre o treinador italiano e Carlitos Tévez, assim como algumas manias de outros atletas.

?Eu me perguntava como o carro de Balotelli tinha sido apreendido 27 vezes. Mas claro, via seu automóvel estacionado em fora de restaurantes no centro de Manchester todos os dias. Quando ele se foi, abri seu armário de vestiário e caiu um monte de multas de trânsito de dentro dele?, contou o ex-roupeiro.

?(Balotelli) É o jogador mais imprevisível do planeta. Quando foi expulso contra o Arsenal, arremessou sua chuteira contra uma televisão de plasma que havia no vestiário?, continuou. ?Apesar de tudo, era um tipo brilhante, nada estúpido. Se propunha a pagar gasolina para todos que estavam ao seu lado, dava pacotes de ingressos a moradores de rua?, completou.

Por mais que Chappy, como era carinhosamente chamado pelos jogadores, tenha boas recordações a respeito do ambiente que havia se criado no City, também se lembra de momentos nem tão agradáveis assim. Segundo ele, Roberto Mancini, por mais vencedor que tenha sido, tinha problemas com diversos atletas do elenco. Um deles seria Tévez, que chegou a ficar quatro meses sem jogar por algo que, segundo o ex-roupeiro, não fez.

Em contrapartida ao que se comentou na época, de que o argentino teria se recusado a entrar em campo contra o Bayern, após iniciar o jogo entre os reservas, Chapman diz: ?Nunca foi culpa de Tévez. Não se negou a entrar em campo, se negou a fazer o aquecimento porque já o havia feito. Mancini falou que ele não voltaria a jogar, mas em quatro meses ele já estava de volta. Falaram que os dois brigaram no vestiário. Se isso tivesse acontecido, Tévez teria o matado?, revelou.

Les Chapman ainda contou outras histórias, como a mania de Clichy em usar luvas para realizar os cumprimentos antes de cada partida, para logo depois tirá-las. E Schemichel, que o obrigava a esconder as luvas que usava logo após os jogos, assim como exigia que as mesmas fossem entregues em um momento exato, antes de ir a campo. Ademais, Chappy se diz muito grato ao carinho prestado por grande parte dos atletas, como é o caso de Sergio Aguero e David Silva.

 

Gazeta Esportiva

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