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Pensando na Libertadores, Santos pretende trazer cinco reforços em 2018

Com 47 pontos, o Santos ocupa a segunda colocação do Campeonato Brasileiro. Faltando 12 rodadas para o término da competição nacional, o Peixe tem 13 pontos de distância para o Atlético-PR, primeiro time fora do G7. E por conta dessa ?gordura,? a diretoria do alvinegro já começa a fazer um planejamento para a disputa da [?]
08:45 | Out. 07, 2017
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Com 47 pontos, o Santos ocupa a segunda colocação do Campeonato Brasileiro. Faltando 12 rodadas para o término da competição nacional, o Peixe tem 13 pontos de distância para o Atlético-PR, primeiro time fora do G7. E por conta dessa ?gordura,? a diretoria do alvinegro já começa a fazer um planejamento para a disputa da Libertadores de 2018.

E para reforçar o elenco no torneio continental da próxima temporada, o presidente Modesto Roma Júnior revela com exclusividade à Gazeta Esportiva que estipulou a contratação de cinco jogadores, sendo dois laterais, um meia armador, um atacante de beirada e um centroavante.

Os nomes de Damián Díaz e Jonatan Álvez, meia e centroavante do Barcelona de Guaiaquil, respectivamente, do lateral-direito Nino Paraíba, da Ponte Preta, do meia Zé Rafael, do Bahia, e do ídolo Robinho, do Atlético-MG, já foram debatidos entre os dirigentes.

Até o momento, porém, nenhuma negociação foi iniciada. Afinal, de acordo com o Estatuto Social do Peixe, o atual presidente não pode comprar ou vender jogadores nos últimos três meses de mandato sem a autorização do Conselho Deliberativo e parecer favorável do Conselho Fiscal. As eleições do Santos acontecem no dia 9 de dezembro.

A chegada de um centroavante e um meia também pode servir para suprir as possíveis saídas de Ricardo Oliveira e Lucas Lima. A dupla tem contrato até o final deste ano e ainda não acertou a renovação com o Peixe.

Gazeta Esportiva

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Sessão da Tarde hoje: qual filme vai passar na TV Globo nesta sexta, 06/08

TV GLOBO
00:30 | Ago. 06, 2021
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Tipo Noticia

Um filme estadunidense vai passar na Sessão da Tarde hoje, quarta-feira, 6 de agosto (06/08), às 15 horas (horário de Brasília), na TV Globo. Dirigido por Ken Scott, "De Repente Pai" é um longa-metragem de comédia.

David Wozniak descobre ser pai de 533 crianças através da doação de esperma. No entanto, algumas delas, já crescidas, passam a sentir a necessidade de conhecer o seu pai biológico.

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Agora, David embarca em uma jornada que o leva a descobrir seu verdadeiro eu e o pai que pode se tornar.

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Lançado em 2013, o filme conta com Vince Vaughn, Chris Pratt, Cobie Smulders, Andrzej Blumenfeld, Simon Delaney e Bobby Moynihan no elenco.

Assista ao trailer do filme que vai passar hoje na Sessão da Tarde

Sessão da Tarde de hoje

De Repente Pai

Quando: hoje, sexta-feira, 6 de agosto (05/08), às 14h45min

Onde: no canal aberto da TV Globo

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Maria Preá e a Teoria da Relatividade

00:30 | Ago. 06, 2021
Autor Tarcísio Matos
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Tipo Crônica

Dr. João Cabeça, cabra nascido no Sertão Central, hoje estuda nos Estados Unidos. É o fraco! Está se pós-doutorando em Estado Mais ou Menos Sólido da Matéria numa das mais gabaritadas universidades norte-americana. Tipo que saiu dos matos, mas o mato não sai dele nem a pau; férias, sempre no Ceará, pescando, comendo beiju, coalhada... Tenta dizer em inglês, pro povo de lá, como é que o cearense fala isso e aquilo. O people se abre, acha que Dr. João fala sério. Nesse pormenor, ele me escreve contando história real, que dá até um TCC, a quem se atrever.

Era uma aula de Quântica. O professor, um conhecido Prêmio Nobel. Após longas explicações sobre um tal "Reino das Potencialidades, onde acontece o que chamamos de colapso de onda, com essas possibilidades se manifestando no reino da matéria, no nosso mundo real", vira-se pra turma e cisma de escolher justo Dr. João - caba do Sertão Central - pra opinar sobre o que explanara. O ilustre conterrâneo, invocado todo (comedor de peba quando rapaz, perito em armar fojo e montar jumento no osso), pega o giz e vai à lousa expor o que entendeu.

Rabiscou daqui, enunciou dacolá, multiplicou por dez e elevou a quinta potência; quando acabar, dividiu tudo por 123, noves fora 8. Tirou a raiz quadrada, somou a outra metade, passou a régua e botou um ponto final na extensa digressão. Como se dissesse "sou do bom e chego cedo!, deu um gritou (nem muito alto, nem muito baixo), externando a incontida alegria pelo sucesso do que houvera calculado:

- E morreu Maria Preá!!!

Ganhou um ponto (o máximo que um professor normalmente dá) e foi ovacionado por cinco minutos seguidos. E nunca mais se falou em Relatividade...

A unha de peba e o feliz casal

Irineuda, alta executiva no ramo de bulim, viajou às pressas pro Cariri e deixou o marido Dandão Barriga Branca cuidando dos meninos. Ele, sempre apaixonado, achou de fazer uma surpresa a ela, algo que dissesse de toda a admiração, carinho e amor que tinha no coração gentil. Teve uma ideia - infeliz ideia, como verem, crente que iria abafar quando a esposa regressasse. Passado uma semana, Irineuda liga pedindo a Dandão vá buscá-la na Rodoviária. Alegre feito pinto em balseiro, lá ele está. Ela, ainda ligada nos negócios, entra no carro não dá fé de nada. "Mas uma hora ela vai notar algo diferente n'eu!".

Pra encurtar conversa, os dois já estão deitados. Ela, super cansada, pede que ele "faça cósca" nas costas para logo adormecer, como de costume, arrastando a unha disforme (troncha) que ele cultiva (ou cultivava) desde que sofreu uma martelada de jeito, menino ainda. Sentindo um roçar de diferente (a mania tinha já 10 anos), Irineuda pula da cama e grita:

- Que foi que aconteceu?

- Amor, eu fui numa podóloga amiga...

- Pois vai levar tabefe no fucim tu e essa bruaca, seu...

- Ciúme, é?

- Deixa de ser abestado!

- Achei que tu ia gostar...

- Como gostar? É nessa tua unha de peba que eu me encontro e adormeço ligerim! Quero ela de volta, senão...

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Música: Daya Luz, MC Rebecca e Solange lançam clipe sobre sororidade

música
00:30 | Ago. 06, 2021
Autor Ana Flávia Marques
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Tipo Notícia

Cantora, compositora e dançarina brasileira, Daya Luz é de São Paulo. MC Rebecca é do Rio de Janeiro e ganhou destaque na música através do funk. Ícone do forró, Solange Almeida nasceu na Bahia. Com diferentes origens, histórias, idades e gêneros musicais, essas três mulheres estão unidas em novo trabalho.

As cantoras juntaram suas vozes para falar sobre sororidade e a importância da união e liberdade feminina na música e clipe de "Até o Piso", que estreia hoje no YouTube. "Quanto mais a gente levantar essa bandeira e falar sobre o assunto, mais as pessoas vão entender", acredita Daya.

"Quero que as mulheres entendam o que é sororidade, porque muitas falam mas não praticam. Muitas ainda julgam, apontam o dedo uma pra outra e não apoiam nem têm empatia. Se nós estivermos unidas, somos muito mais fortes para lutar contra o mundo lá fora. Esse é objetivo da música", explica a cantora em entrevista ao O POVO.

"Já passei por várias situações na minha vida, antes mesmo de ser cantora, onde eu precisava provar que era capaz de fazer ou ser algo por ser mulher. Já passei por relacionamentos abusivos, já sofri preconceito por trabalhar com a sensualidade quando era bailarina do Faustão, e agora na música também. Quem é mulher na música sabe o quanto a gente precisa trabalhar e se provar. É um sentimento que nós temos que lutar contra para não se abater", pontua Daya.

Um dos temas abordados na faixa é o relacionamento abusivo. "Me deixa em paz, não quero escolta", diz um dos trechos. "Fala o quanto a mulher está melhor, o quanto ela deu a volta por cima. É uma bandeira da mulher que passou por isso, mas superou e hoje se enxerga e se respeita. Esse é o ponto principal, o ponto de partida, porque quando você entende que tem que se respeitar em primeiro lugar tudo fica mais claro na mente", explica Daya.

O clipe é composto por cenas gravadas em um campo de futebol. Rebecca joga de um lado, Daya está no outro e Solange é a juíza. "Eu quis juntar duas mensagens no clipe: mulheres empoderadas e sororidade", pontua Daya. Apesar dos times opostos, o intuito das cantoras é mostrar que apesar das diferenças é possível haver respeito mútuo. "Na vida podemos estar em lados opostos, em times diferentes ,com opiniões, ideologias e pensamentos diferentes, mas nós temos que nos respeitar, nós temos que ter esse lado da empatia umas com as outras", acredita a paulista.

"Não estamos aqui para competir ou sermos julgadas. Estamos aqui para nos unir e ter sororidade umas com as outras. Para lutar contra tudo que lutamos diariamente na sociedade, que ainda é muito machista", comenta. As cenas de futebol também são uma demonstração de apoio à seleção brasileira feminina. "As mulheres do futebol, assim como também de outros esportes, lutam muito para ter visibilidade, para serem vistas e respeitadas", diz Daya. "As meninas jogam pra caramba e não têm o mesmo apoio do futebol masculino, então esse clipe vai dizer muita coisa", afirma Rebecca.

Apesar de prezar pelo respeito, Daya conta que precisa lidar com o preconceito e críticas por sua postura artística e revela que a terapia a ajudou nesse processo. "Eu sei quem eu sou e o que eu quero. O que o outro diz, fala sobre ele mesmo, não sobre mim. Quando a gente ataca uma pessoa, levanta o dedo e julga, a gente fala mais sobre nós do que sobre aquela pessoa", acredita. "Julgamentos não me afetam mais", afirma a cantora.

Já Rebecca conta que não tem filtro e responde mesmo quando vê algo que não gosta. "Não consigo controlar minha língua", brinca. "Tento não absorver essas coisas ruins da internet. Às vezes a pessoa nem ouviu a música e já está criticando. As pessoas precisam ter mais respeito, não é porque somos artistas que elas podem falar o que pensam e está tudo bem e nós temos que ficar calados. Não sou obrigada a ver gente falando mal de mim, é óbvio que eu vou falar. Dúvido que esse povo da internet fala na cara", questiona.

Ela também fala sobre o preconceito que recebe por ser cantora de funk e acredita que o estilo musical é criminalizado por ter vindo da periferia. Daya também pontua que o preconceito do funk tem a ver com o machismo. "As pessoas julgam pela roupa, pela sensualidade. As pessoas ainda têm o conceito de que a mulher não pode ser sensual e inteligente. Já sentei com outras pessoas para conversar e elas falaram 'ah, você sabe falar, né?', porque tem muito preconceito ainda", diz. "O funk é alegre, é sensual, vou fazer o quê? Sou bonita", brinca Rebecca.

"Eu sempre amei o funk porque trata a realidade e também a beleza da mulher, que tem o direito de expor da maneira que bem entender. Ninguém tem nada a ver com isso. Se ela quer mostrar a bunda, a bunda é dela. Eu sou casada há quase 10 anos e mostro toda a minha sensualidade nos clipes. Meu marido acha o máximo porque não tem esse machismo. Já ouvi comentários de mulheres dizendo que eu não iria arranjar marido pelo jeito de dançar. Amor, sou casada há quase 10 anos!" debocha Daya.

Conhecida pelo forró, Solange Almeida entrou com tudo no funk e conta em entrevista exclusiva ao O POVO como foi a experiência. "Foi desafiador, nunca imaginei gravar algo assim, onde tivesse tanta exposição do corpo, porque é um clipe muito sensual, ele explora muito a sensualidade feminina". Apesar do estilo diferente do que costuma cantar, Solange afirma "música é música, independente do ritmo, música é vida".

A cantora revela que gosta muito do estilo musical. "Eu tento descer até o chão, embora não consiga", brinca. "Tem muitos rótulos, mas acho que tudo é válido na música, principalmente se te faz feliz e quando você se junta com pessoas bacanas, com mulheres de pensamentos e ideologias parecidas com as suas. Foi muito incrível, faria de novo", afirma.

Rebecca também fala sobre boicote aos clipes de funk, citando o exemplo de Pocah que teve seu clipe censurada pelo YouTube recentemente, e teme que o mesmo aconteça com elas. Ao comparar clipes brasileiros com internacionais, a cantora acha injusto a medida, já que há clipes estrangeiros mais explícitos e que não recebem o mesmo tipo de censura. "É uma sacanagem o que estão fazendo com a gente, especialmente o YouTube Brasil", desabafa. "A gente tem que parar de dar moral pro YouTube e ir todo mundo para o TikTok", brinca.

Avaliando o clipe, Daya diz o que achou do resultado final. "Está lindo, a gente dança, a gente é sensual. Depois do jogo, vamos para o vestuário e fazemos nossa própria pelada e resenha, em referência aos homens que saem para jogar e deixam suas mulheres em casa. Nós fizemos nosso próprio jogo".

Essas três mulheres acreditam que a música é um caminho para unir e combater a rivalidade feminina, ainda presente no meio artístico. "Ninguém toma o lugar de ninguém, quando você tem seu espaço ele é teu. Ninguém tem a capacidade de tirar. Isso não é só com mulheres, é com homens também, é do ser humano. Cabe a nós ter consciência. O teu espaço é teu e ninguém tira", acredita Daya.

"Desde que você cante com verdade, com amor, a música vai ser sempre ouvida da melhor forma", acredita Solange. "A música tem poder de transformação. A música pode transformar pensamentos, atitudes. Quanto mais usarmos a música para abordar temas, quebrar tabus e vencer paradigmas nós poderemos ter resultados incríveis".

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Lançamento do clipe de "Até o Piso"

00:30 | Ago. 06, 2021
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Quando: hoje, sexta-feira, 6 de agosto, a partir das 12h
Onde: Canal Daya Luz no YouTube

Podcast Vida&Arte
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