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Fabiano Soares destaca superioridade do Furacão e ?antijogo? da Chape

O Atlético Paranaense não conseguiu passar de um empate sem gols diante da Chapecoense, em plena Arena da Baixada, pelo campeonato Brasileiro, e se complicou em sua meta de alcançar uma vaga na Libertadores da América. O técnico Fabiano Soares, que saiu de campo bastante irritado com as críticas da torcida, garante que o time [?]

22:45 | 28/10/2017

O Atlético Paranaense não conseguiu passar de um empate sem gols diante da Chapecoense, em plena Arena da Baixada, pelo campeonato Brasileiro, e se complicou em sua meta de alcançar uma vaga na Libertadores da América. O técnico Fabiano Soares, que saiu de campo bastante irritado com as críticas da torcida, garante que o time foi de seu agrado, mas encontrou um verdadeiro ferrolho do outro lado.

?A equipe estava jogando bem. Foi um jogo de uma direção única, criamos e eles fizeram o antijogo, buscando uma bola parada para fazer o gol. Tivemos 70% de posse de bola. Criamos, tivemos chance de fazer, e acho que o time jogou bem. Precisa de mais acerto na finalização?, disse o treinador, que garante não ter havido nada de mais com a torcida. ?Trinta anos de futebol, não me meto nessas coisas. A torcida que diga o que queira, mas tenho educação e na entro nessa de insulto. Sou pago para treinar e tentar fazer o melhor. Educação me sobra?, emendou.

O comandante rubro-negro, aliás, defendeu sua opção por colocar Rosseto e Gedoz apenas na segunda etapa, mesmo com o pedido das arquibancadas. ?Eles jogaram. Os grandes jogadores demonstram em cinco minutos, em dez minutos. A equipe jogou bem. Na Bahia eles jogaram e não ganhamos. A vida é assim. Às vezes joga um, às vezes joga outro. Se vou por vocês (imprensa) ou torcida, só jogam quatro ou cinco. Nossa equipe teve posse e depois piorou com as mudanças?, avaliou.

Fabiano vê na falta de calma ao concluir a jogada o principal defeito do time e acredita que diante do Cruzeiro a sorte pode ser melhor. ?Precisa ter tranquilidade quando chega na cara do gol para definir mais tranquilamente. Jogar aqui é uma pressão tremenda. A torcida bota pressão. Mas a equipe está fazendo gol. Hoje não fez. Mas, também não sofreu. Mas, quando uma equipe quer e a outra não, não tem como. Vamos tentar no próximo jogo?, concluiu.

Gazeta Esportiva

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