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Governo do Ceará anuncia projeto que leva 40 Areninhas para o Interior

12:01 | Set. 11, 2017
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O governador do Estado do Ceará, Camilo Santana, lançou nesta segunda-feira, 11, na Arena Castelão o projeto Areninhas do Interior que levará 40 equipamentos para além da Capital, local onde a iniciativa conta com 23 campos. Ao todo, serão 38 municípios contemplados em uma obra que custará R$ 70 milhões. Cada Areninha custará R$ 2 milhões.

Acaraú, Aquiraz, Aracati (Sede e Canoa Quebrada), Barbalha, Brejo Santo, Camocim, Canindé, Cascavel, Caucaia, Crateús, Crato, Eusébio, Guaraciaba do Norte, Horizonte, Icó, Iguatu, Itaitinga, Itapajé, Itapipoca, Juazeiro do Norte, Limoeiro do Norte, Maracanaú, Maranguape, Mombaça, Morada Nova, Pacajus, Pacatuba, Paracuru, Quixadá, Quixeramobim, Russas, Santa Quitéria, São Gonçalo do Amarante, Sobral, Tauá e Tianguá serão as cidades contempladas.
 
A seleção dos municípios se deu segundo nota técnica do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece). A base usada no processo foi o tamanho da população de 15 a 29 anos de idade da zona urbana. O projeto ocorre em parceira entre Governo do Estado com as prefeituras de cada cidade.

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CPI retoma trabalhos nesta terça e mira irregularidades na compra de vacinas

Política
2021-08-02 12:37:08
Autor Vítor Magalhães
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Tipo Noticia

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado retoma os trabalhos na próxima terça-feira, 3 de agosto, após o fim do recesso parlamentar de duas semanas. Para esta semana, estão previstos os depoimentos de intermediários que teriam negociado vacinas com o governo sem o aval dos fabricantes.

O primeiro a ser ouvido será o fundador da Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah), reverendo Amilton, que teria negociado a venda da vacina AstraZeneca em nome do governo. O policial militar Luiz Paulo Dominguetti, que ofereceu 400 milhões de doses do imunizante sem autorização, disse ter contado com a intermediação do reverendo para ser atendido pelo governo federal.

Francisco Maximiano, presidente da empresa Precisa Medicamentos, que atuou como intermediária durante a negociação para a compra da vacina indiana Covaxin, deveria depor na quarta-feira, mas disse que não poderá ir porque está fora do País. Essa será pelo menos a terceira vez que a oitiva é adiada.

Com isso, o coronel Marcelo Blanco, ex-diretor substituto do Departamento de Logística do Ministério da Saúde (MS) deve ser ouvido na quarta-feira. Ele participou de um jantar onde supostamente ocorreu pedido de propina em negociação para compra do mesmo imunizante (AstraZeneca).

O empresário Airton Soligo, o Airton Cascavel, presta depoimento na quinta-feira, 5. Nome próximo ao ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, ele teria atuado no MS sem ter cargo oficial. De acordo com a CPI, há registros da participação do empresário em ações exclusivas daqueles que têm cargo na gestão pública, como ações com prefeitos e secretários estaduais da saúde.

 

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'Não podemos ver avanço no desmatamento ilegal em meio ao silêncio ensurdecedor'

ECONOMIA
2021-08-02 12:28:20
Autor Agência Estado
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O presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Marcello Brito, abriu na manhã desta segunda-feira, 2, o Congresso Brasileiro do Agronegócio 2021 com um discurso no qual condenou a grilagem de terra e afirmou que não é possível se manter em silêncio. "Entramos no 9º ano seguido de aumento no desmatamento ilegal. Não podemos ver isso em meio a um silêncio ensurdecedor", afirmou ele durante o evento transmitido pela internet, com a presença prevista de ministros e importantes executivos do setor do agronegócio. "Chamamos responsabilidade dos governos e de nós, cidadãos de bem do País, que temos feito do silêncio nossa cumplicidade. A Amazônia não é só ativo ambiental, mas principalmente ferramenta de acesso a mercados e acordos internacionais. No mundo ESG, vence quem tem melhor ativo a negociar, e nós estamos destruindo o nosso."
Brito afirmou, ainda, que a imagem negativa do Brasil no exterior está se consolidando. "Estamos quase chegando ao ponto em que, sozinhos, não poderemos facilmente reverter essa curva. Não precisa ser mestre em Relações Internacionais para entender a gravidade dessa situação e possíveis impactos de longo prazo sobre produtos com a marca Made in Brazil", disse ele. "O resgate da imagem tem de começar aqui dentro." Nesse sentido, Brito elogiou o trabalho da Sociedade Rural Brasileira (SRB) e da ministra da Agricultura, Tereza Cristina que, afirmou Brito, "tem trabalhado diuturnamente na melhoria da governança pública para o setor".
Um lado positivo citado por Brito foi que começou a se observar que a mídia internacional vem separando a maior parte da produção nacional em relação à Amazônia dos que desmatam ilegalmente - embora isso ainda não seja tão visto na pecuária.
Brito questionou se o Brasil será protagonista nos três grandes eventos que acontecerão este ano: a cúpula dos sistemas alimentares, em setembro, a conferência da biodiversidade, em outubro, e a conferência do clima, em novembro. "Qual será papel do Brasil nas três conferências? Seremos meros participantes ou protagonistas?", indagou o presidente da Abag. "Na cúpula dos sistemas alimentares, seremos liderança com a ministra Tereza Cristina. Ficamos na torcida pelas outras duas."
'Sustentabilidade tem guiado as ações'
A ministra Tereza Cristina reafirmou nesta segunda-feira que a sustentabilidade tem guiado as ações da pasta da Agricultura e que o Brasil será um dos principais fornecedores de alimentos de baixo carbono na próxima década. "A agropecuária brasileira é a solução para os desafios da produção sustentável que enfrentamos", disse ela no evento.
Tereza Cristina mencionou como parte desses esforços o lançamento de um Plano Safra "mais verde", especialmente em virtude da ampliação de 101% na linha de crédito do Programa ABC, o Plano Setorial de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura. "Estamos garantindo um financiamento para reflorestamento e também para sistemas de geração de energia renovável, como com biogás e biometano", acrescentou, ao dizer que o Plano Safra 2021/22 apresentou o ABC+, com diretrizes para a próxima década.
Outro projeto citado pela ministra foi o protocolo de carne carbono neutro ou de baixo carbono, lançado em parceria entre a Embrapa e o setor privado. Segundo ela, a empresa estatal de pesquisas já está desenvolvendo a mesma tecnologia para outras principais commodities agrícolas.
Do ponto de vista do produtor e do compromisso de avançar na efetiva implementação do Código Florestal, um destaque é o "Analisa CAR", um sistema que utiliza tecnologia de geoprocessamento para avançar na análise automatizada do Cadastro Ambiental Rural (CAR), a fim de regularizar as propriedades agrícolas. "Precisamos da ajuda dos Estados para implementar essa ferramenta. É fundamental para que o Brasil consiga conciliar a produção com a conservação ambiental", disse Tereza Cristina.
Quanto aos títulos verdes, a ministra acredita que o País pode se tornar líder da agenda global. Estima-se que, por enquanto, cerca de R$ 30 bilhões estejam investidos em gestão desses ativos no Brasil. No exterior, comenta a ministra, já são mais de US$ 1 trilhão de recursos investidos em fundos sustentáveis internacionais.
Tereza Cristina, que acabou de retornar de Roma, após a pré-cúpula dos sistemas alimentares, comentou que na reunião houve, pela primeira vez, um acordo e uma política única entre todos os países da América do Sul e do Caribe. "Essa é uma união importante para que a agenda que será debatida e lançada na Cúpula de setembro, em Nova York, englobe 16 pontos comuns que os países das Américas tiraram como principais", avaliou.
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Vôlei: Brasil vence Quênia e pega o Comitê Russo nas quartas em Tóquio

Esportes
2021-08-02 12:28:09
Autor Agência Brasil
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Invicta na Olimpíada, a seleção brasileira de vôlei feminino venceu nesta segunda-feira (2) o Quênia por 3 sets a 0, com parciais de 25/10, 25/16 e 25/8. A partida foi realizada na Arena de Ariake, na capital Tóquio. Com o triunfo, as brasileiras encerraram a fase de grupos na primeira posição do Grupo A e, consequentemente, avançaram às quartas de final.

Na próxima fase, as brasileiras vão enfrentar o Comitê Olímpico Russo na quarta-feira (4), em horário a ser definido.

Olimpíada: Izabela da Silva termina na 11ª posição na final do lançamento de disco

tóquio 2020
2021-08-02 12:21:38
Autor Gazeta Esportiva
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Nesta segunda-feira, 2, foi disputada a final do lançamento de disco feminino nos Jogos Olímpicos de Tóquio. A brasileira Izabela da Silva não conseguiu ficar entre as oito primeiras colocadas após três arremessos, finalizando na 11ª posição com 60,39m.

Izabela foi a primeira brasileira a chegar na decisão desta modalidade nas Olimpíadas. Na primeira rodada de lançamentos, ela fez a nona melhor marca, com 60,39m. Cada atleta ainda teve mais duas tentativas e as que terminaram nas oito primeiras colocações teriam mais três extras na briga pelo pódio.

Na rodada seguinte, o arremesso de Izabela foi invalidado após sair do círculo que determina a área de prova no momento de lançar o disco. Com isso, a brasileira caiu para a décima posição no geral, precisando de 61,80m no terceiro lançamento para ficar em as oito primeiras e seguir da disputa.

Porém, no último arremesso, Izabela da Silva não conseguiu atingir a marca necessária. A brasileira lançou para 59,56m e não conseguiu entre as oito melhores após três lançamentos para seguir na disputa pelo pódio.

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Parceria da Azul para carro voador tem potencial de US$ 1 bilhão e 220 aeronaves eVTOL

ECONOMIA
2021-08-02 12:21:00
Autor Beatriz Cavalcante
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Beatriz Cavalcante Autor
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A companhia aérea Azul divulgou nesta segunda-feira, 2 de agosto, detalhes da parceria com a alemã Lilium para construir malha exclusiva com aeronaves eVTOL no Brasil. O negócio para os chamados carros voadores, segundo a empresa, tem potencial de valor de US$ 1 bilhão para 220 unidades e operação prevista para 2025.

Esta aliança e pedido de aeronaves permanece sujeita à finalização dos termos comerciais entre as partes e documentação definitiva relacionada ao acordo. A ideia da Azul com este mercado é reforçar seus compromissos ambiental, social e de governança (ESG), com o desenvolvimento econômico e social do País por meio de uma aeronave 100% elétrica e com emissão zero de carbono.

“A Azul tem o mais exclusivo e sustentável modelo de negócios do Brasil. Nossa presença de marca, nossa malha com exclusiva conectividade e nosso robusto programa de fidelidade nos fornecem as ferramentas para criar os mercados e a demanda para a operação com jatos Lilium no Brasil. Assim como fizemos no mercado doméstico brasileiro nos últimos 13 anos, esperamos novamente, agora com os jatos da Lilium, criar um mercado totalmente inovador nos próximos anos”, afirma John Rodgerson, CEO da Azul.

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