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Federação Inglesa nega redução da pena de Mané

O Liverpool recebeu uma péssima notícia nesta terça-feira. A Federação Inglesa negou o recurso do clube solicitando a anulação do cartão vermelho aplicado ao senegalês Sadio Mané, pela dividida com o goleiro Ederson, do Manchester City. Com a recusa, o atleta terá de cumprir três jogos de suspensão que foram anteriormente anunciados. O lance que [?]
15:30 | Set. 12, 2017
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O Liverpool recebeu uma péssima notícia nesta terça-feira. A Federação Inglesa negou o recurso do clube solicitando a anulação do cartão vermelho aplicado ao senegalês Sadio Mané, pela dividida com o goleiro Ederson, do Manchester City. Com a recusa, o atleta terá de cumprir três jogos de suspensão que foram anteriormente anunciados.

O lance que tirou o brasileiro da partida e rendeu a suspensão à Mané aconteceu ainda no primeiro tempo da vitória do City sobre o Liverpool por 5 a 0. O goleiro brasileiro saiu da área para cortar o lançamento com a cabeça e acabou sendo atingido pela sola da chuteira do jogador dos Reds.

Apesar da defesa do Liverpool considerar a suspensão ?excessiva?, o recurso para anulação foi negado e Mané estará ausente dos jogos contra o Burnley, pelo Campeonato inglês, e em duas partidas contra o Leicester, uma pela competição nacional e outra pela Copa da Liga.

Após a partida, os treinadores trataram o lance como um acidente de jogo. Horas depois, Mané fez uma publicação nas suas redes sociais se desculpando com o brasileiro pelo lance e desejando melhoras ao arqueiro. ?Eu espero e desejo que Ederson se recupere rápido. Lamento muito sua lesão em nossa colisão acidental no gramado e lamento também que ele não pôde terminar a partida por conta disso. Rezo para que ele se recupere rapidamente e volte a jogar logo porque ele é um jogador de alta qualidade?, disse o senegalês.

 

Gazeta Esportiva

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Câmara aprova texto-base de PL que abre caminho para venda dos Correios

ECONOMIA
16:35 | Ago. 05, 2021
Autor Agência Estado
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Numa vitória para a agenda de privatizações do governo Bolsonaro e sob críticas da oposição, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 5, por 286 votos 173, o texto-base do projeto de lei que abre caminho para a venda dos Correios, relatado pelo deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA). Com o aval do Congresso, o governo planeja fazer o leilão da estatal no primeiro semestre de 2022, e se desfazer de 100% da empresa. Para isso, a proposta ainda precisa ser deliberada pelo Senado. Agora, o plenário da Câmara analisa dez destaques (que podem mudar o texto se aprovados), nove deles apresentados pela oposição.
Para justificar a privatização da estatal, que tem mais de 90 mil empregados e foi criada em 1969, o governo afirma que há uma incerteza quanto à autossuficiência e capacidade de investimentos futuros por parte dos Correios. Na avaliação do Executivo, isso reforça a necessidade da privatização para evitar que os cofres públicos sejam responsáveis por investimentos da ordem de R$ 2 bilhões ao ano.
Em linha com o governo, Cutrim afirmou que o setor postal vem passando por transformações significativas, principalmente pela digitalização das comunicações e as transações comerciais online. O deputado apontou que o cenário gera uma competição com o negócio dos Correios mantido em monopólio, que são as cartas, cartão postal e telegrama.
"Não é à toa que este processo de crescente acesso à internet e de ascensão das redes sociais tem gerado queda acelerada no volume postal - de aproximadamente 1 bilhão de objetos por ano no Brasil, conforme dados que constam dos estudos da consultoria contratada pelo BNDES sobre o sistema postal", disse Cutrim. Para o deputado, é evidente que a União não tem como suprir a demanda de investimentos na estatal, "razão pela qual a desestatização da ECT é urgente e deve ser priorizada".
Além da tramitação da proposta no Congresso, o governo também deve ficar atento à tramitação de processo no Supremo Tribunal Federal (STF) que questiona a privatização dos serviços postais. Em julho, o procurador-geral da República, Augusto Aras, se manifestou favorável à ação, e afirmou que a Constituição Federal não permite a prestação indireta dessas atividades, como quer o Executivo.
Conforme antecipou o Broadcast, o texto aprovado pela Câmara trouxe a possibilidade de um prazo maior de exclusividade na operação de serviços postais pela empresa que arrematar os Correios. Cutrim prevê que esse monopólio terá duração mínima de cinco anos, contados da data de publicação da lei. O contrato de concessão dos serviços, por sua vez, poderá estipular um prazo superior.
A exclusividade se refere às atividades relacionadas a carta, cartão postal, correspondência agrupada e serviço público de telegrama, e o prazo maior atende a uma preocupação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
De acordo com o texto chancelado pela Câmara, os funcionários da estatal terão estabilidade de um ano e meio na empresa a partir do momento da privatização. Também será disponibilizado aos empregados um plano de demissão voluntária com período de adesão de 180 dias contados da desestatização.
O novo operador precisará obedecer o comando de um serviço postal universalizado - ou seja, atender toda população, incluindo regiões menos atrativas. O parecer de Cutrim também prevê a manutenção da prestação de serviços de caráter social realizados hoje pela empresa, que, privatizada, passaria a se chamar Correios do Brasil.
No formato de privatização escolhido pelo governo, a estatal será vendida, e os serviços postais, que hoje são monopólio da União, serão prestados pela nova empresa privada em formato de concessão. Por isso, as atividades precisarão ser reguladas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), uma vez que o regime continuará público. O setor de encomendas, que hoje já tem concorrentes no mercado, funcionará em regime privado, com liberdade econômica e de preços, como regra.
O novo operador será obrigado a assegurar a continuidade do serviço postal universal, que inclui carta, impresso, serviço de telegrama, além de objeto postal sujeito à universalização. O texto também veda o fechamento das agências essenciais para a prestação do serviço postal universal em áreas remotas do país, o que será detalhado no contrato de concessão.
Essas obrigações, por sua vez, poderão ser suavizadas no futuro. Isso porque a proposta prevê que, a cada cinco anos, ato do governo vai promover a revisão do escopo do serviço postal universal, com base em relatório do órgão regulador que irá verificar a essencialidade de cada atividade.
Regime tarifário
Sobre a política de preços, a proposta já estabeleceu algumas diretrizes para a Anatel definir a estrutura tarifária dos serviços postais. Por exemplo, as tarifas poderão ser diferenciadas geograficamente, com base no custo do serviço, na renda dos usuários e nos indicadores sociais. Além disso, foi prevista a criação de uma tarifa social para atendimento dos usuários que não tenham condições econômicas de custear o serviço.
Ao tirar do texto a previsão de transformação da empresa em sociedade de economia mista - já que o governo quer vender 100% da empresa - o relator também exclui da proposta o trecho que extinguia os benefícios tributários usufruídos hoje pelos Correios, o que ocorreria nessa mudança na estrutura da estatal. Para Cutrim, o comando não trazia segurança.
Além disso, Cutrim acatou hoje uma emenda apresentada pelo líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), que exclui a possibilidade de a Anatel aplicar penalidades a operações privadas no setor postal, como previa o parecer anterior. Na versão atual, esse tipo de punição só será válida para o "operador postal designado", ou seja, para os serviços que serão objeto de concessão da empresa que arrematar os Correios, e estarão sob regime público. O formato é diferente da parte de encomendas, que hoje já funciona em ambiente de concorrência.
Também nesta quinta, o relator retirou do parecer a previsão que autorizava a transferência de empregados dos Correios por solicitação de qualquer órgão ou ente da administração pública direta ou indireta.
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Preço da cesta básica sobe em 15 capitais do país

Economia
16:27 | Ago. 05, 2021
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O preço da cesta básica subiu em 15 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) na comparação entre julho e junho. Segundo o levantamento divulgado hoje (5), as maiores altas foram registradas em em Fortaleza (3,92%), Campo Grande (3,89%), Aracaju (3,71%), Belo Horizonte (3,29%) e Salvador (3,27%).

Em João Pessoa o conjunto de alimentos e itens essenciais teve queda de 0,7% e em Brasília de 0,45%.

As cestas mais caras são a de Porto Alegre (R$ 656,92), Florianópolis (R$ 654,43) e São Paulo (R$ 640,51).

Na comparação entre julho deste ano e o mesmo mês de 2020, a maior alta foi registrada na cesta básica de Brasília (29,42%), que atualmente custa R$ 582,35. No período, a cesta básica de Porto Alegre teve a segunda maior elevação nos preços (28,5%).

Entre os produtos que impulsionaram o custo da cesta básica está o o tomate, que, em julho, teve alta em 15 capitais, sendo 39,95% em Belo Horizonte, 34,24% em Goiânia e 34,1% em Fortaleza. Segundo o Dieese, o aumento está relacionado ao frio que atrasou a maturação do fruto diminuindo a oferta.

O açúcar também teve elevação nos preços em 15 capitais em julho, com percentuais que variaram entre 8,12% no Rio de Janeiro e 1,59% em Belém. De acordo com o Dieese, o aumento nos preços acontece devido a entressafra e alta do petróleo, que estimula a produção de etanol, concorrendo com a fabricação de açúcar. O aumento das exportações foi outro fator que puxou os preços para cima.

O café foi outro item que teve alta de preço em 15 capitais, como Vitória (10,96%), São Paulo (9,88%), Campo Grande (8,77%) e Brasília (8,14%).

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Governo Biden anuncia fundo para ajudar Estados com mudanças climáticas

INTERNACIONAL
16:21 | Ago. 05, 2021
Autor Agência Estado
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A secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, informou que o governo de Joe Biden irá lançar um novo fundo de US$ 3,4 bilhões para ajudar estados a lidarem com as mudanças climáticas. O objetivo, segundo a porta-voz, é que as regiões aumentem sua resiliência e diminuam os impactos das modificações. A declaração foi feita durante coletiva à imprensa, nesta quinta-feira, 5.
Psaki também reforçou que Biden irá assinar um decreto para que metade dos veículos vendidos no país sejam elétricos até 2030, como divulgado mais cedo.
Presente na coletiva, o secretário de Educação, Dr. Miguel Cardona, afirmou que a Casa Branca está preparando um plano para ajudar pais e estudantes a voltar para as escolas. "Apesar dos desafios, temos as ferramentas e conhecimento para abrir as escolas de modo seguro", disse o secretário. "Temos os testes, temos as vacinas e precisamos fazer isso".
Para garantir a segurança das crianças na escola, Cardona disse que a Secretária de Educação trabalhará junto ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) para assegurar orientações adequadas.
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EUA mantêm restrições a viagens e considera exigir vacina contra covid

INTERNACIONAL
16:21 | Ago. 05, 2021
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A secretária da imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, disse em coletiva à imprensa, nesta quinta-feira, 5, que os Estados Unidos irão manter as restrições em viagens internacionais neste momento, dada a preocupação com a variante delta do coronavírus. Segundo a porta-voz, exigir as vacinas contra a covid-19 por viajantes de outros países está sob "forte" consideração, mas nada foi decidido até o momento.
"Nossos grupos estão trabalhando para desenvolver um plano de viagem seguro", disse Psaki. De acordo com a porta-voz, o objetivo é que as políticas para viajantes estejam prontas até o momento em que viagens internacionais sejam seguras. Não há previsão, portanto, de quando uma mudança pode ocorrer.
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Biden assina decreto que estende visto de cidadãos de Hong Kong

INTERNACIONAL
16:21 | Ago. 05, 2021
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O presidente americano, Joe Biden, assinou nesta quinta-feira, 5, um decreto que permite que alguns residentes de Hong Kong permaneçam nos EUA em vez de retornar ao território chinês, citando a repressão de Pequim à liberdade política na cidade.
Os cidadãos de Hong Kong que se qualificarem para o programa receberão uma autorização de trabalho por 18 meses e uma suspensão da deportação. No passado, as administrações dos EUA prorrogaram ações semelhantes além das datas de vencimento iniciais.
"Esta ação demonstra o forte apoio do presidente Biden ao povo de Hong Kong em face da repressão em curso pela República Popular da China e deixa claro que não ficaremos de braços cruzados enquanto a RPC quebra suas promessas a Hong Kong e à comunidade internacional", disse a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki.
A ação é a última de uma série que Biden fez em objeção à agressão da China contra Hong Kong e outros aliados.
Hong Kong está enfrentando sua pior turbulência política desde que a ex-colônia britânica foi devolvida ao domínio chinês em 1997. A China, nos últimos anos, intensificou seu controle sobre o território, negando a seus residentes direitos humanos e liberdades básicos e minando sua autonomia e capacidade para funcionar com segurança como um centro de negócios global. Fonte: Dow Jones Neswires.
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