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Bancado por Cuca, Deyverson elogia Borja e procura assimilar críticas

O atacante Deyverson, ainda no começo de sua passagem pelo Palmeiras, tem convivido com críticas. Bancado pelo técnico Cuca como titular do comando de ataque, o jogador elogia o concorrente Miguel Borja e procura aproveitar os questionamentos para evoluir. Nos primeiros 10 jogos com a camisa do clube alviverde, Deyverson anotou três gols. Já o [?]

17:45 | 19/09/2017

O atacante Deyverson, ainda no começo de sua passagem pelo Palmeiras, tem convivido com críticas. Bancado pelo técnico Cuca como titular do comando de ataque, o jogador elogia o concorrente Miguel Borja e procura aproveitar os questionamentos para evoluir.

Nos primeiros 10 jogos com a camisa do clube alviverde, Deyverson anotou três gols. Já o cobiçado Borja contabiliza 33 partidas e três tentos, o último marcado em 21 de junho, contra o Atlético-GO. O brasileiro, com mais movimentação e combatividade, ganhou a preferência de Cuca.

?Fiquei sabendo e é uma coisa que me deixa muito contente?, disse Deyverson, sobre o prestígio com o técnico. ?Eu conheço pouco o Cuca, mas ele já provou que é um grande treinador e uma grande pessoa. Fico feliz e honrado?, reiterou o atacante de 26 anos de idade.

Deyverson iniciou a vitória por 1 a 0 sobre o Coritiba como titular na noite da última segunda-feira e acabou substituído por Borja durante a etapa complementar. A despeito da concorrência com o integrante da seleção colombiana pela posição de titular, o brasileiro adota postura diplomática.

?Quem jogar como centroavante vai dar o seu máximo em prol do Palmeiras. O Borja entrou bem e disputou algumas bolas. Mas o mais importante é o clube. Não podemos ficar pensando em nós mesmos. Devemos jogar por todos os companheiros e pelo clube?, declarou.

Após um começo promissor, Deyverson passou a conviver com críticas da torcida alviverde, especialmente por não participar da cobrança de pênaltis contra o Barcelona de Guaiaquil, pelas oitavas de final da Copa Libertadores. Em sua primeira passagem por um grande clube brasileiro, o atleta procura aproveitar os questionamentos.

?Dizem que não costumo fazer muitos gols, mas isso é bom para que possa evoluir e saber que preciso dar um pouco mais?, afirmou. ?As críticas te fazem colocar a cabeça no lugar. Se você falhou em alguma jogada, elas te fazem querer acertar na próxima?, completou.

Gazeta Esportiva

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