Termo de Uso Política de Privacidade Política de Cookies Conheça O POVO Trabalhe Conosco Fale com a gente Assine Ombudsman
Participamos do

Presidente do Bota dá apoio ao elenco após eliminação na Copa

O Botafogo se reapresentou nesta quinta-feira após a eliminação na Copa doo Brasil. Antes do treino, e o presidente Carlos Eduardo Pereira reuniu jogadores e comissão técnica para mostrar apoio para a sequência da temporada. O mandatário lembrou que os alvinegros estão bem no ano e ainda estão na disputa da Libertadores. ?O momento de [?]
18:30 | Ago. 24, 2017
Autor -
Foto do autor
- Autor
Tipo Notícia

O Botafogo se reapresentou nesta quinta-feira após a eliminação na Copa doo Brasil. Antes do treino, e o presidente Carlos Eduardo Pereira reuniu jogadores e comissão técnica para mostrar apoio para a sequência da temporada. O mandatário lembrou que os alvinegros estão bem no ano e ainda estão na disputa da Libertadores.

?O momento de ontem a gente considerou um momento reservado dos jogadores e comissão técnica, para que eles pudessem fazer suas reflexões. E nós também, como torcedores, para deixar aquele momento que é desagradável de uma eliminação. Mas o dia seguinte é o dia da retomada do trabalho. Da confiança, da certeza de que vem sendo feito um trabalho de qualidade, de resgate, e considerar o desempenho do Botafogo na Copa do Brasil como muito positivo. Além disso, da certeza de que ainda estamos disputando a maior competição continental. Esse elenco merece a maior confiança da diretoria, e tenho certeza que também da torcida?, disse.

Carlos Eduardo Pereira destacou que o elenco alvinegro não se abateu com o resultado. O presidente salientou que a partir de agora, o foco dos botafoguenses é na preparação para as quartas de final da Libertadores, contra o Grêmio.

?O jogadores estão bem, prontos para retomar o trabalho já pensando no jogo contra o Bahia. Nosso principal foco tem que ser esse, depois vamos dar uma parada e nos aproximarmos da Libertadores. Temos duas grandes partidas contra o Grêmio. Mostrar a eles que o Grêmio também sofreu derrota ontem e vai estar lutando com mais disposição ainda por essa Libertadores. Então vai ser um confronto duríssimo. Mas reiterando a confiança no Botafogo?, declarou.

O Botafogo volta a campo neste domingo, contra o Bahia, em Salvador, pelo Campeonato Brasileiro. Para esta partida, o técnico Jair Ventura terá o retorno de Joel Carli e Rodrigo Pimpão, suspensos contra o Flamengo; além de Arnaldo, Leo Valencia, Marcos Vinícius e Brenner, que não estavam inscritos na Copa do Brasil.

Gazeta Esportiva

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Bancos encerram a era dos juros ‘superbaixos’ no crédito imobiliário

ECONOMIA
17:07 | Ago. 05, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

Depois de uma longa temporada de corrida dos bancos para baixar os juros do crédito imobiliário, o ciclo se inverteu. As instituições financeiras sobem as taxas dos novos contratos de financiamento, com a previsão de momentos mais difíceis para a economia brasileira.
Os maiores bancos privados do Brasil - Santander, Bradesco e Itaú Unibanco - decidiram aumentar as taxas cobradas no crédito imobiliário em cerca de 0,5 a 1,0 ponto porcentual, chegando perto de 8% ao ano.
A taxa média de juros dos financiamentos estava no patamar mais baixo da história do setor, em torno de 7% ao ano. Até uns anos atrás, a média girava em torno de 9% a 10%, o que reduzia consideravelmente o poder de compra da população.
A Caixa Econômica Federal - dona de dois terços do mercado de crédito imobiliário - e o Banco do Brasil também devem fazer movimentos na mesma direção, mas ainda não se manifestaram sobre o assunto.
A elevação dos juros do financiamento vai encarecer a parcela paga pelos mutuários em até 9%, aproximadamente. Um empréstimo de R$ 300 mil com prazo de pagamento de 360 meses no sistema de amortização constante (SAC) gerava uma parcela de R$ 2.529,57, com a taxa de 7% ao ano vigente até aqui. A partir de agora, essa parcela subirá para R$ 2.646,81 com taxa de 7,5% ao ano, ou R$ 2.763,54 com a taxa de 8% ao ano.
Alta prevista
A elevação dos juros para a compra da casa própria já era esperada, uma vez que os bancos acompanham o ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, que serve de referência para remuneração das cadernetas de poupança. Estas, por sua vez, são as fontes de recursos dos bancos para os financiamentos imobiliários.
Com a queda da Selic para os menores patamares da história nos últimos trimestres, os bancos também correram para cortar os juros dos financiamentos e atrair mais clientes. Agora esse movimento se inverteu. As instituições financeiras também acompanham as taxas de juros futuros, que embicaram para cima, por conta de vários fatores que enfraqueceram a economia, desde a inflação alta até as incertezas provocadas pela política nacional.
"Essa alta nas taxas é um movimento natural de mercado já esperado", afirmou o diretor sênior de agência de classificação de risco Fitch Ratings, Cláudio Gallina. "Se tem aumento da Selic, sobe o custo de captação para os bancos. Então eles têm de reprecificar as suas operações de crédito."
Mercado imobiliário
As vendas de imóveis surfaram a onda dos juros baixos e agora devem ter alguma desaceleração. O efeito, porém, não deve ter impacto tão grande para o setor, na avaliação do presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, Luiz França. Isso porque os juros ainda continuarão abaixo da média histórica - o que ajudará a manter o mercado aquecido por mais tempo.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Precatórios fatiados dão folga a gastos

ECONOMIA
17:07 | Ago. 05, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

A proposta do governo para parcelar o pagamento de precatórios (valores devidos pelo poder público após sentença definitiva na Justiça) pode ampliar a folga para novos gastos em 2022. A medida deixaria a despesa com as dívidas judiciais R$ 7,8 bilhões menor do que o previsto para este ano - um espaço novo e que poderá ser direcionado a outras áreas.
Os valores constam em esclarecimentos prestados pelo próprio governo sobre o texto que foi enviado pelo Ministério da Economia ao Palácio do Planalto, onde a proposta passa por ajustes e revisões finais.
Na prática, a conta mostra que a proposta vai além de disparar um "míssil" contra o "meteoro" dos precatórios, como disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, ao tratar do problema. Ao reduzir a despesa total com os precatórios de um ano para o outro, a medida cria espaço fiscal adicional para o governo acomodar outros gastos em ano eleitoral. O presidente Jair Bolsonaro tem planos para reforçar a política social e incentivar a geração de empregos para tentar estancar sua perda de popularidade e impulsionar sua campanha à reeleição.
A PEC que está sendo elaborada pelo governo deve chegar hoje ao Congresso e já sofre resistências porque deixará credores da União, incluindo empresas e governos estaduais, na fila de espera por anos a fio.
Neste ano, o governo estima que o gasto com precatórios ficará em R$ 55,4 bilhões. Em 2022, sem a PEC, a despesa subiria a R$ 89,1 bilhões.
A proposta do governo é fixar duas regras de parcelamento das dívidas judiciais. Para débitos acima de R$ 66 milhões, a possibilidade de pagar em dez prestações anuais seria permanente. Para débitos de R$ 66 mil a R$ 66 milhões, valeria uma regra temporária (até 2029) que permitiria o parcelamento nas mesmas condições sempre que o gasto total com precatórios fique superior a 2,6% da receita corrente líquida.
No esclarecimento do governo, é informado que as duas regras juntas devem reduzir o comprometimento com despesas em R$ 41,5 bilhões, na comparação com o valor inicialmente previsto. Com isso, a despesa com precatórios em 2022 ficaria em R$ 47,6 bilhões - R$ 7,8 bilhões a menos que o programado para 2021.
Segundo uma fonte da área econômica, a diferença "abre espaço para qualquer coisa" e poderia até se aproximar a R$ 10 bilhões, mas os números ainda podem ser recalculados.
Antes mesmo do estouro do problema dos precatórios, já havia pressão pela concessão de reajustes a servidores públicos e ampliação de investimentos.
'fatura'
Nos bastidores, há também a avaliação de que a negociação pela aprovação da PEC pode acabar gerando uma "fatura" de promessas de emendas aos parlamentares que votarem de forma favorável à iniciativa. O espaço seria crucial para acomodar esses interesses.
As emendas também poderiam, nesse caso, servir como forma alternativa de os parlamentares irrigarem seus redutos com recursos em ano eleitoral, considerando que muitos Estados serão atingidos pelo parcelamento dos precatórios.
Dos R$ 89 bilhões em dívidas judiciais, pelo menos R$ 16,6 bilhões têm governos estaduais como credores. A Bahia, governada por Rui Costa (PT), tem sozinha R$ 8,7 bilhões a receber de precatórios da União em 2022. Com a aprovação da PEC, o valor pago à vista cairia a R$ 1,3 bilhão. Pernambuco, Ceará, Maranhão e Paraná também estão entre os potenciais afetados. A maior parte é governada por opositores de Bolsonaro.
Como mostrou o Estadão/Broadcast, os Estados se mobilizam numa ofensiva no Congresso para evitar o parcelamento dos precatórios devidos pela União. Por trás desse imbróglio, há um cálculo político do governo federal de não querer encher o caixa de governadores adversários em ano de eleição, sobretudo no Nordeste.
Com o espaço adicional no Orçamento, algumas fontes do governo têm considerado que a criação do chamado Fundo Brasil, a ser abastecido com recursos de privatizações e venda de ativos e que poderia bancar despesas fora do teto de gastos (que limita o avanço das despesas à inflação), seria algo secundário e pode até acabar caindo durante a tramitação no Congresso. O foco principal seria o parcelamento dos precatórios.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Governo está sem espaço para Bolsa a R$ 400

ECONOMIA
17:07 | Ago. 05, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

Mesmo se conseguir mudar a Constituição para parcelar as dívidas de precatórios (valores devidos a empresas e pessoas físicas após sentença definitiva na Justiça) em 2022, o governo não trabalha com a possibilidade de aumentar o Bolsa Família para R$ 400, como cogitou o presidente Jair Bolsonaro esta semana.
A medida provisória que cria o rebatizado Auxílio Brasil está pronta e será enviada ao Congresso sem estabelecer um novo valor para o benefício, porque depende do espaço no teto de gastos (a regra que atrela o crescimento das despesas à inflação) a ser aberto pela PEC dos Precatórios.
Integrantes do governo têm enfatizado que não há plano B: sem o parcelamento dos R$ 90 bilhões de precatórios previstos para o próximo ano, não haverá condições para dar aumento nenhum para o Bolsa Família em 2022, ano de eleições. Mais do que isso, despesas correntes como o pagamento dos salários do funcionalismo e, até mesmo, benefícios previdenciários poderiam ficar ameaçadas pelo gasto judicial - classificado no começo da semana pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, como um "meteoro".
Por isso, o governo foi obrigado a recuar do anúncio de novos valores para o programa social. No Auxílio Brasil, cujo nome pega carona na marca do auxílio emergencial, o benefício médio deveria passar dos atuais R$ 190 para algo entre R$ 270 e R$ 300. Mesmo se a PEC dos Precatórios for aprovada pelo Congresso, a equipe econômica ainda trabalha com esses valores.
Promessa
Nesta semana, Bolsonaro disse que o governo estaria fazendo esforços para dar um aumento de até 100% no Bolsa Família, para algo próximo de R$ 400, mas fontes ouvidas pelo Estadão/Broadcast admitiram que esse reajuste é inexequível. Mesmo com o parcelamento dos precatórios, não haveria espaço dentro do teto de gastos para um aumento maior que os R$ 300 que já vinham sendo discutidos.
Mesmo assim, Bolsonaro voltou a repetir a promessa ontem. "Tenho de ser cauteloso (com recursos), mas vamos levar o Bolsa Família no mínimo para R$ 300, podendo chegar a R$ 400", afirmou à Rádio 96 FM, de Natal (RN). Ele disse que o novo programa deve entrar em vigor em novembro ou dezembro, coincidindo com o fim do auxílio emergencial. A lei eleitoral proíbe a reformulação do Bolsa Família em 2022.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Por geladeiras mais eficientes, vem o selo A+++

ECONOMIA
17:07 | Ago. 05, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

Após 15 anos em vigor, e tido hoje como ultrapassado, o atual Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) para refrigeradores vendidos no Brasil será atualizado. Os novos produtos terão de ser, numa primeira fase, até 30% mais econômicos que os atuais e até 61% na última fase, a partir de 2030. A medida ocorre num momento em que o País passa por uma crise hídrica que pode levar à adoção de medidas de racionamento de energia.
A portaria com as novas normas foi publicada ontem no Diário Oficial da União. O Inmetro estima em R$ 32,2 bilhões a economia acumulada com energia até 2035. As fabricantes de geladeiras estimam investimentos de R$ 300 milhões (ou mais) para adaptar a produção, informa a Eletros, entidade que representa os produtores.
O processo altera a classificação, que hoje vai de A a D, para que o consumidor possa identificar a diferença nos novos níveis de eficiência energética. Na primeira fase, as geladeiras mais eficientes terão selo A+++, o que representa eficiência de até 30% em relação à selo A atual. O A++ indicará 20% a menos no consumo e o A+, 10% a menos. Segundo o Inmetro, uma geladeira A+++ de duas portas de degelo automático (frost-free), com 500 litros, vai consumir cerca de 13 kWh a menos de energia por mês, o que representará economia de R$ 10,14 mensais. Esse tipo de refrigerador é o mais vendido no País.
"Como as geladeiras estão presentes em praticamente todos os lares, sendo utilizadas 24 horas, a atualização da etiqueta é relevante para promover a conservação de energia, com impacto positivo nas contas de luz, e reduzir a demanda energética do País", diz Danielle Assafin, coordenadora do PBE para Refrigeradores.
A segunda fase, no fim de 2025, elimina as subclasses e os novos níveis passam a ser definidos com base nas recomendações das Nações Unidas. A última, no fim de 2030, estabelece padrões iguais aos adotados pela União Europeia neste ano, e significará redução de 61% em relação ao consumo atual.
Renato Alves, da Eletros, diz que as fases foram pensadas para que as empresas possam diluir investimentos e evitar repasse de custos que tornem a geladeira inacessível para consumidores de menor renda. "A ideia é que as pessoas possam continuar consumindo o produto."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

'Alta de juros ocorre com a economia fragilizada'

ECONOMIA
17:07 | Ago. 05, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

O aumento da taxa básica de juros, a Selic, ocorre em um momento delicado para a economia, que ainda se encontra fragilizada em razão da pandemia e com o desemprego atingindo cerca de 14,8 milhões de brasileiros. Com a proximidade das eleições, dificilmente a taxa de câmbio cairá, podendo aliviar as pressões na inflação, o que deve fazer o Banco Central continuar elevando os juros em 2022. Esta é a avaliação do economista Luís Eduardo Assis, ex-diretor de Política Monetária do Banco Central. Em entrevista, ele afirma que os juros mais altos tendem a prejudicar as famílias mais endividadas, e a falta de um plano econômico do governo prejudica ainda mais a situação. "Estamos à deriva do ponto de vista da economia", diz.
Na avaliação do sr., qual é o impacto da alta da Selic para a economia?
A principal questão é que o Banco Central teve de iniciar um ciclo de elevação dos juros com um desemprego acima de 14%. Isso não acontecia antes. A última vez que começou a subir juros foi em 2013, e o desemprego estava na faixa de 7% ou 8%. Esse é o grande dilema. Tivemos um choque no ano passado absolutamente excepcional. Em geral, existe uma correlação negativa entre preço de commodities e taxa de câmbio. No ano passado, essa correlação não prevaleceu. A elevação do preço das commodities foi muito significativa. E houve também uma desvalorização cambial. O aumento do preço das commodities medido em reais foi de 72%, somando esses dois efeitos. É um choque gigantesco.
Essa inflação tende a persistir?
É o que veremos daqui para frente. Podemos torcer, e só torcer, para que os preços internacionais das commodities caiam. Mas é só uma questão de torcer. E o real, bem ou mal, está em linha com a moeda de outros países emergentes. Acho difícil esperar uma valorização maior, com o dólar abaixo de R$ 5, por exemplo.
Por que não?
Por causa da turbulência política, que está encomendada (com a proximidade das eleições). A gente está numa situação única. Qual é o projeto da política econômica hoje? Qual é o plano? Não existe plano. O único objetivo do governo é evitar o impeachment, conseguir chegar até o fim do mandato e, eventualmente, ser um candidato competitivo. Mas isso não dá espaço para planejar a política econômica. Ao contrário. Abre espaço para o populismo fiscal. A gente vê hoje a tentativa de arrumar subterfúgios no Orçamento para engordar o Bolsa Família e tentar combater a impopularidade. Isso não tem nada a ver com planejamento econômico. Estamos à deriva do ponto de vista da economia.
Nesse ambiente, quais os efeitos dos juros mais altos para o consumo e o governo?
A elevação de juros pega as famílias e setor público mais endividados. A dívida pública subiu mais de R$ 1 trilhão no ano passado. Sem falar no impacto dos juros altos para a desigualdade. A pandemia também serviu para aumentar o fosso entre as pessoas de renda mais alta e das pessoas que ganham menos. Isso terá um impacto duradouro, que vai reverberar pelos próximos anos.
O sr. vê esse ciclo de alta se estendendo no ano que vem?
Vejo. Acho que a alta é maior do que o mercado está precificando. À medida que o setor de serviços retome a demanda, a pressão sobre a inflação de serviços, que representa cerca de 37% do IPCA e hoje está baixa, vai gerar tensão adicional sobre a inflação. A não ser que haja uma valorização do real e uma queda forte das commodities. Mas isso não está no mapa, principalmente o câmbio, com a turbulência política.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags