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Pratto vê torcida no direito de pichar CT: ?O time está no pior momento?

Horas depois de o muro do CCT da Barra Funda ter sido pichado por torcedores insatisfeitos com o atual momento do São Paulo, o centroavante Lucas Pratto concedeu coletiva de imprensa na manhã desta quarta-feira e falou sobre o assunto. Recuperado de uma pancada na cabeça, o argentino compreende o protesto da torcida tricolor. ?A [?]
12:15 | Ago. 30, 2017
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Horas depois de o muro do CCT da Barra Funda ter sido pichado por torcedores insatisfeitos com o atual momento do São Paulo, o centroavante Lucas Pratto concedeu coletiva de imprensa na manhã desta quarta-feira e falou sobre o assunto. Recuperado de uma pancada na cabeça, o argentino compreende o protesto da torcida tricolor.

?A torcida está no seu direito de protestar. O time está pior momento da história a nível esportivo. Eles estão no seu direito, mas temos de trabalhar para sair dessa situação. Só trabalhando e colocando na cabeça que temos de vencer a maioria dos jogos possíveis para ficar numa situação mais tranquila?, afirmou o camisa 9, em entrevista realizada no gramado de um dos campos do CT.

Dona do recorde de público do Campeonato Brasileiro ? 56.052 pessoas na vitória por 3 a 2 contra o Cruzeiro -, a torcida tricolor mandou um recado ao elenco são-paulino: ?Nós apoiamos, mas a paciência acaba?.  A pichação ocorreu na madrugada de terça para quarta-feira e foi apagada por funcionários do clube ao amanhecer. Viaturas da Polícia Militar compareceram ao local e pegaram imagens gravadas por câmeras de segurança do CT tricolor para descobrirem os autores do protesto.

A ira da torcida acontece dois dias depois da derrota por 4 a 2 para o rival Palmeiras, no Palestra Itália. Com o resultado, o Tricolor perdeu duas posições e caiu para a vice-lanterna do Campeonato Brasileiro, com 23 pontos em 22 rodadas. Para o confiante Pratto, a salvação do time do rebaixamento passa por uma evolução urgente no sistema defensivo ? a equipe é a quarta mais vazada do torneio, com 33 gols sofridos.

?Trabalhar é sempre bom, e o Dorival sabe bem o que estamos falhando para montar um time sólido, que não sofra todas as vezes em que o rival nos atacar. E continuar tentando fazer as coisas bem no ataque, que está funcionando, porque o time está sempre fazendo um ou dois gols por jogo. Temos de melhorar coletivamente, na parte do comportamento defensivo. Estou com a confiança plena de que vamos sair dessa situação?, avaliou.

Artilheiro do São Paulo na temporada com 12 gols, Pratto deixou o clássico contra o Palmeiras no último domingo ainda no primeiro tempo, após levar uma joelhada de Hernanes. Encaminhado ao Hospital do Coração, ele foi submetido a exames, que não diagnosticaram anormalidade em sua cabeça, e recebeu alta na segunda-feira.

Na reapresentação do elenco, na manhã desta quarta-feira, Pratto realizou apenas uma atividade leve na academia do CT. O restante do grupo trabalhou normalmente no gramado. Após o treino, o jogador entrou no campo e falou rapidamente com o técnico Dorival Júnior. A tendência é que o jogador volte a treinar sem restrições na próxima segunda-feira.

Gazeta Esportiva

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Diretor do Fed não vê necessidade de adoção de moeda digital por BC no momento

ECONOMIA
12:47 | Ago. 05, 2021
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Diretor do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Christopher Waller afirmou nesta quinta-feira que autoridade monetária não precisa adotar uma moeda digital de banco central (CBDC, na sigla em inglês), mas sim aplicar regulações, pois o sistema financeiro nos Estados Unidos já funciona muito bem.
"A maior preocupação com a adoção de CBDC é ser alvo de ataques cibernéticos. Francamente, tenho dificuldades para ver os seus benefícios", afirmou Waller.
Ele fez os comentários em evento realizado pelo American Enterprise Institute.
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Politização da vacina foi um dos problemas na compra da Coronavac, diz Soligo

POLÍTICA
12:47 | Ago. 05, 2021
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O ex-assessor especial do Ministério da Saúde Airton Antônio Soligo, que ocupou o cargo de junho do ano passado a março de 2021, declarou que, durante sua atuação na pacificação do acordo entre o governo federal e o Instituto Butantan na compra da Coronavac, um dos grandes problemas foi a politização da vacina. De acordo com Soligo, era preciso "retornar esse diálogo" com o Instituto para viabilizar a compra do imunizante. Contudo, o ex-assessor negou que as tratativas com o Butantan tenham sido interrompidas.
De acordo com Soligo, mesmo com os atritos gerados pelas críticas do presidente Jair Bolsonaro ao imunizante, acordos com o Instituto para compra de vacinas estava pacificada até outubro do ano passado. "Do ponto de vista do ministério com o Butantan, em nenhum momento (foi interrompido o processo de compra), mas na mídia nacional, é fato". Mesmo apontando a politização da vacina como um dos principais problemas da vacina, Soligo se recusou a comentar quem teria politizado os imunizantes.
Em outubro do ano passado, após o Ministério da Saúde anunciar a intenção de adquirir 46 milhões de doses da Coronavac, em mensagem publicada no Facebook, o presidente Bolsonaro desautorizou o Ministério e afirmou que a vacina não seria comprada. "Presidente, a China é uma ditadura, não compre essa vacina, por favor. Eu só tenho 17 anos e quero ter um futuro, mas sem interferência da ditadura chinesa", comentou um usuário. O presidente respondeu: "NÃO SERÁ COMPRADA", em caixa alta.
Sobre a desautorização, Soligo afirmou que já não fazia parte da pasta, e que até o momento das declarações de Bolsonaro, as negociações com o Instituto Butantan estavam pacificadas. O ex-assessor negou também que tenham acontecido outros conflitos na compra de vacinas além da Coronavac. "Conflitos? O que eu presenciei foi essa da Coronavac", disse.
Soligo também negou que tenha atuado na negociação da compra de vacinas, segundo ele, sua atuação era na articulação política, negando saber sobre negociação de preços e quantidades, afirmando que negociações no ministério nesse âmbito, pelo que ele sabe, começaram entre junho e julho do ano passado, com a Fiocruz.
Em defesa de seu trabalho durante sua atuação na Saúde, "Cascavel", como é conhecido, afirmou que não foi omisso, "eu fiz a minha parte". "Quando falam da vacina, eu chego a dizer o seguinte, se eu tivesse esse poder de decisão que as pessoas muitas vezes, a imprensa fica dizendo da importância, eu teria comprado, mesmo não podendo comprar, como a lei não permitia. Eu teria comprado a Pfizer, eu teria comprado a Janssen. Se dependesse de mim, tivesse esse poder, e estaria aqui hoje respondendo porque tinha comprado", afirmou.
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Evandro Leitão critica Bolsonaro e defende urnas eletrônicas

Política
12:42 | Ago. 05, 2021
Autor Vítor Magalhães
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Tipo Noticia

O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará (AL-CE), deputado Evandro Leitão (PDT), discursou no Plenário 13 de maio, nesta quinta-feira, 5, durante a primeira sessão após o recesso parlamentar. O parlamentar saiu em defesa das urnas eletrônicas e criticou os ataques do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), ao sistema eleitoral vigente e às instituições brasileiras.

“A democracia é o melhor caminho em direção a um País mais igualitário. Não é possível viver em um ambiente democrático sem instituições fortes, atuantes e atentas às demandas da sociedade. Recentemente essas instituições (no Brasil) têm passado por ataques violentos de autoria do presidente da República, isto enfraquece a nossa democracia”, afirmou.

Sobre os ataques específicos às urnas eletrônicas, objeto de acusações infundadas de Bolsonaro nos últimos meses, que fala em suposta “fraude eleitoral” sem apresentar uma prova sequer, Leitão destacou a intensificação de narrativas com a aproximação de mais um ciclo eleitoral. O pedetista classificou como “paradoxal” o comportamento de Bolsonaro e de deputados e senadores que foram eleitos pelo sistema de urnas eletrônicas.

“As urnas eletrônicas são patrimônio do Brasil. Desenvolvemos um modelo que serve de inspiração para vários países do mundo. Até agora não houve qualquer comprovação que a nossa tecnologia tenha gestado resultados eleitorais fraudulentos. Temos orgulho desse processo que já elegeu representantes das mais diversas matizes ideológicas”, reforçou.

Em transmissão ao vivo no último dia 29, Bolsonaro prometeu divulgar comprovações para as acusações que faz há anos, mas não cumpriu. O presidente admitiu não possuir provas de fraudes no sistema de urnas eletrônicas do Brasil e limitou-se a divulgar relatos de eleitores, parte deles já desmentidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Leitão defendeu ainda o trabalho da Justiça Eleitoral no Brasil e pediu apoio da população e de colegas parlamentares no combate a comportamentos de cunho autoritário e antidemocrático.

“A população deve ser alertada sobre os atentados a nossa democracia e as instituições precisam agir para contrapor ideias que possam levar esse País a vivenciar regimes autoritários. Quero contar com o apoio dos colegas para defender o estado democrático de direito contra esses ataques. Vamos juntos trabalhar pelo fortalecimento do debate democrático.

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Ginástica rítmica do Brasil estreia na Olimpíada de Tóquio nesta sexta

Esportes
12:33 | Ago. 05, 2021
Autor Agência Brasil
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Os Jogos de Tóquio (Japão) estão chegando ao fim, mas ainda tem estreia pela frente. Nesta sexta-feira (6), a ginástica rítmica brasileira começa sua jornada rumo ao pódio inédito. A etapa qualificatória por equipes começa às 22h20 (horário de Brasília) na Ariake Arena, na capital japonesa. 

O quinteto brasileiro conta com Duda Arakaqui Beatriz Linhares, Déborah Medrado, Geovanna Santos e Nicole Pircio. A primeira meta é pontuar o suficiente para garantir a classificação à final, o que não ocorre desde os Jogos de Atenas (Grécia) em 2004. Apenas as primeiras oito colocadas brigarão por medalhas. A final será no sábado (7), às 23h.

“Nós queremos entrar e sair felizes da quadra de competição, estamos prontas, treinamos todos os dias para isso. Queremos entrar na final, e, em uma final, tudo pode acontecer. Sonhamos e visualizamos todos os dias uma medalha no pescoço de cada uma”, revela a capitã Duda Arakaki, capitã da equipe, em depoimento ao Comitê Olímpico do Brasil (COB). 

Os melhores resultados do Brasil na modalidade ocorreram nos Jogos de Sidney (Austrália), em 2000 e, quatro anos depois, na Olimpíada de Atenas (Grécia). Nas duas oportunidades, as brasileiras chegaram à final e terminaram em oitavo lugar.

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Bolsonaro quer CPI sobre urnas, mas diz que pode não ter adesões no Congresso

POLÍTICA
12:26 | Ago. 05, 2021
Autor Agência Estado
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Depois de fazer acusações sucessivas de fraude das urnas eletrônicas sem apresentar provas, todas amplamente desmentidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente Jair Bolsonaro classificou como "vital" para a democracia a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar indícios de irregularidades que ele aponta nos equipamentos. No entanto, o chefe do Executivo ponderou que não sabe se obterá assinaturas no Parlamento para a abertura da comissão.
Em entrevista à Rádio 93 FM RJ, compromisso que não consta da agenda oficial do presidente, Bolsonaro voltou a pedir transparência e a defender o voto impresso nas eleições do País. Em acusações ao TSE, Bolsonaro reafirmou que a urna eletrônica não é auditável. A afirmação, no entanto, já foi rebatida pelo próprio órgão eleitoral, que afirma que todo o processo eleitoral é auditável e seguro. Além das auditorias internas, cidadãos, partidos políticos, fiscais de partidos, candidatos, OAB e Ministério Público podem realizar a fiscalização durante as etapas do processo.
Bolsonaro voltou a acusar o TSE de acobertar a invasão ao sistema eleitoral da Corte que continha os códigos usados nas urnas eletrônicas, como fez na noite de quarta-feira (4), e de ter apagado "as pegadas" deixadas pelo hacker. Conforme justifica, um hacker teve acesso às chaves criptografadas das urnas eletrônicas. Segundo ele, a comprovação da ação do TSE é que o órgão rebateu o presidente "com mentiras e fake news" às suas declarações em transmissão ao vivo nas redes sociais na última quinta-feira (29). "Mas não rebateu inquérito da PF sobre invasão hacker". Na noite desta quarta-feira, 4, o TSE disse que o programa da urna eletrônica "simplesmente não roda" se for adulterado.
Bolsonaro alega que a tecnologia da urna eletrônica é a mesma desde 1996 e, por isso, precisa ser modernizada. "Se um banco utilizasse a mesma tecnologia desde 1996, ninguém iria confiar", compara. "Eleições democráticas têm que ser igual à história de mulheres certas: não basta ser mulher, tem que parecer honesta".
Agora investigado no inquérito das fake news do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente reforçou também os ataques contra o presidente da Corte, o ministro Luís Roberto Barroso. "Por que o ministro Barroso joga todas as fichas contra o voto auditável, contra o voto impresso, contra o voto democrático? Obviamente que tem algum interesse que eu não consigo entender ou decifrar qual seja", afirmou. Bolsonaro repete que a articulação do ministro a favor do voto eletrônico tem como objetivo eleger o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2022.
Nas acusações, o presidente disse ainda que "Barroso chegou ao STF porque defendeu um terrorista, o Battisti". Cesare Battisti foi condenado à prisão perpétua na Itália, que pediu a extradição para que ele cumprisse pena naquele país. Na época, Barroso atuou de forma a favor de Battisti. Em 2009, o STF entendeu que a decisão sobre extraditar ou não o italiano cabia ao presidente da República. Em 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou a extradição.
Nas críticas feitas ao ministro, o chefe do Executivo sugeriu novamente uma manifestação da população em São Paulo para um apelo contra Barroso. "Não podemos ter eleições duvidosas em 2022. É preciso contagem pública dos votos", afirmou.
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