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Bolões e madrugadas em claro mudam rotina de torcedores na Olimpíada

Autor - Agência Brasil
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Máscara, roupa especial, luvas e espadas (incluindo sabre e florete). Na vida do ex-esgrimista brasileiro Renzo Agresta, hoje com 36 anos de idade, também foram rotineiros os títulos e as medalhas, como as de bronze conquistadas nos Pan-Americanos de 2015, 2011 e 2007. Agresta foi campeão continental e também no mundial militar. Nos Jogos Olímpicos, ele representou o Brasil em quatro edições: de 2004 a 2016.

Em 2021, o brasileiro vive uma situação diferente, mas não deixou de competir. Virou assessor de investimentos e acompanha os jogos de Tóquio pela TV. Porém, o esporte não saiu da rotina: vibra com os resultados e mantém a adrenalina ao acompanhar as competições de madrugada. Com o espírito de competição na veia, agora ele busca mesmo o título do bolão.

Bolões, aliás, fazem parte da cultura brasileira de brincar entre amigos, colegas de trabalho e até desconhecidos para saber quem vai chegar mais longe nos palpites. “Eu acho gostoso acompanhar. Assisti aos eventos de minha modalidade em uma madrugada, mas não é possível fazer isso todos os dias porque temos que trabalhar pela manhã”. Renzo lamenta não estar liderando o bolão em que entrou a convite de um amigo e ainda espera chegar lá (em um novo pódio, mas agora para se divertir).

Para ele, é um sabor especial assistir e recuperar a memória de tantos eventos internacionais, mesmo que de longe: reviver a abertura, a ansiedade pela hora da competição, o contato com outros esportistas, a espera pelo resultado... “Já acertei bastante no bolão e estou estudando cada um dos palpites.”

Organizador do bolão de que Renzo participa, Murilo Pessoa segue a tradição desde a Olimpíada de Pequim, em 2008, por diversão e amor aos jogos. “Eu gosto muito de Olimpíada. Eu paro a minha vida nestas semanas. Estou dormindo muito pouco”. Ele diz que, em 2008, mudou o fuso horário da vida. “Aí eu comecei com os amigos a fazer esse bolão com umas 40 pessoas”. Hoje, mantém a média de participação, mas tem participantes que nem se conhecem. “Eu passo uns dias estudando e escolho os candidatos a medalhas do Brasil. É uma brincadeira mesmo, não para ganhar dinheiro. Um amor pelo esporte.”

Foi também por amor ao esporte que os irmãos Rogério Romero, ex-nadador que competiu em cinco Jogos Olímpicos e atual gerente de Esportes do Minas Tênis Clube, e o irmão Julian Romero criaram o site Swim It Up, endereço especializado em natação para divulgar notícias, resultados, rankings e fotos. Há 21 anos, fizeram o primeiro bolão. Hoje é Julian que cuida das atividades. O ex-nadador fica na torcida por causa das outras atividades.

“O primeiro bolão foi em 2000. Depois fizemos nas Olimpíadas de 2004 a 2012. Fizemos bolões de campeonatos mundiais de natação em 2007, 2009, 2011 e 2013. Sempre demos prêmios nesses bolões, que têm participação pequena: entre 100 a 350 pessoas”. Os maiores prêmios que já deram foram viagens para o Mundial de Roma, em 2009, e para o Mundial de Barcelona, em 2013.

Os participantes, conforme ele explica, são pessoas antenadas no esporte. “Decidi reorganizar um bolão diferente agora. Pela primeira vez, as pessoas podiam palpitar nos nadadores que seriam parte da seleção olímpica. O bolão olímpico de Tóquio era inevitável”, diz Julian. O prêmio é uma réplica da medalha olímpica.

Romero explica que não tem lucro ao organizar o bolão. “Eu faço porque acho interessante lidar com a torcida. No final, o trabalho é de incentivar a natação brasileira, movimentar, divulgar e manter um histórico. O objetivo é incentivar a natação.”

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Vôlei faminino é destaque do dia na Olimpíada 2020

Esportes
2021-08-02 15:08:18
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Vôlei feminino

Invicta na Olimpíada, a seleção brasileira de vôlei feminino venceu nesta segunda-feira (2) o Quênia por 3 sets a 0, com parciais de 25/10, 25/16 e 25/8. A partida foi realizada na Arena de Ariake, na capital Tóquio. Com o triunfo, as brasileiras encerraram a fase de grupos na primeira posição do Grupo A e, consequentemente, avançaram às quartas de final.

Na próxima fase, as brasileiras vão enfrentar o Comitê Olímpico Russo na quarta-feira (4), em horário a ser definido.


Tênis de mesa: equipe brasileira se despede de Tóquio nas quartas

Esportes
2021-08-02 14:52:58
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O tênis de mesa do Brasil deu adeus ao sonho da primeira medalha olímpica nos Jogos de Tóquio (Japão) ao ser superado pela da Coreia do Sul, em duelo por equipes pelas quartas de final, na madrugada desta segunda-feira (2). O trio formado por Vitor Ishiy, Gustavo Tsuboi e Hugo Calderano perdeu por 3 a 0 para os sul-coreanos Lee Sangsu, Jeoung Youngsik e Jang Woojin.

A oitava posição em Tóquio 2020 foi o melhor resultado da história da modalidade no país. Nas duas últimas edições - Jogos de Londres (2012) e Rio 2016 - o tênis de mesa por equipes terminou em nono lugar. Na Olimpíada de Pequim, o país encerrou na 13ª posição..

Vela: Martine e Kahena disputam bicampeonato olímpico em Tóquio

Esportes
2021-08-02 13:27:46
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Medalhistas de ouro na Rio 2016, as brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze vão em busca de medalha nesta terça-feira (3), à 0h33 (horário de Brasília), na última regata da classe 49er FX. A disputa aconteceria na madrugada de hoje (2), entretanto devido à falta de vento precisou ser adiada. A decisão vai acontecer na Marina de Enoshima, na ilha de Enoshima.

Favoritas ao pódio, a dupla brasileira chegou à Medal Race ocupando a segunda colocação, com 70 pontos perdidos. A pontuação é a mesma das primeiras colocadas holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duetz, que estão vencendo no critério de desempate, depois das 12 regatas já disputadas.

Ao site do Comitê Olímpico do Brasil (COB), o chefe da equipe brasileira de vela nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020, o multimedalhista Torben Grael, concorda que foi o melhor a ser feito.

“É uma coisa normal. Aconteceu pouco aqui nos Jogos Olímpicos, no Rio aconteceu também. A gente depende do vento estar bom para velejar. Hoje está uma situação complicada porque primeiro o vento estava muito fraco. Depois, entrou uma frente, com possibilidade de chuva, que deixa o vento muito instável e isso não permite uma regata muito boa, fica meio na loteria. Decidir o campeonato dessa forma não é o ideal. Embora as meninas sejam muito boas em situações de clima confuso, se adaptam às dificuldades com facilidade, ter uma regata final mais técnica, é bonito para o campeonato", disse Torben.

O Brasil tem tradição na Vela. O esporte já garantiu sete ouros, três pratas e oito bronzes, totalizando 18 medalhas na história das Olimpíadas.

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Alison dos Santos projeta final dos 400m com barreiras: "Estou confiante"

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2021-08-02 12:51:00
Autor Gazeta Esportiva
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Alison dos Santos disputa às 00h20 desta terça-feira a final dos 400 m com barreiras dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Aos 21 anos, o brasileiro entra como um dos destaques na decisão de medalhas.

Nas semifinais disputadas no domingo, Alison quebrou pela quinta vez nesta temporada o recorde sul-americano, com 47.31, o segundo melhor tempo das três séries e a terceira melhor marca do Ranking Mundial de 2021.

+ Rebeca, Zanetti e Caio: veja fotos dos brasileiros nas finais da ginástica artística

“Estou feliz e confiante”, disse o atleta do Pinheiros, aparentemente sem sentir o peso da pressão e da responsabilidade. “Vai ser uma prova muito equilibrada e eu estou entre os candidatos a lutar por um lugar no pódio.”

A tranquilidade é uma das marcas da personalidade de Alison. Tanto que está ensaiando uma dancinha especial para comemorar um bom resultado na final.

“Chamei uns amigos meus para me ajudar na criação. Não vou adiantar, mas estou preparado para comemorar”, brincou.

Alison largará na raia 7, entre o norueguês Karsten Warholm, recordista mundial, na 6, e o catari Adderrahaman Samba, na 8. Outros favoritos ao pódio são o norte-americano Rai Benjamin (5) e Kyrom McMaster, das Ilhas Virgens Britânicas (4).

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Alison e Álvaro vencem mexicanos e vão às quartas do vôlei de praia

Esportes
2021-08-02 12:42:57
Autor Agência Brasil
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Alison e Álvaro Filho serão os representantes do Brasil nas quartas de final do vôlei de praia masculino na Olimpíada de Tóquio (Japão). A dupla avançou após vitória sobre os mexicanos Josue Gaxiola e Jose Rubio por 2 sets a 0, com parciais de 21/14 e 21/13, na manhã desta segunda-feira (2), no Parque Shiokaze, na capital japonesa.