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Qual praticar?

Inclusivo | Modalidades são adaptadas para atender público com deficiência. Independente do grau de comprometimento, haverá pelo menos uma opção de prática esportiva. No universo paralímpico, modalidades são divididas por classe

01:30 | 27/09/2019

O esporte para pessoas com deficiência (PCDs) possui especificidades. As modalidades são adequadas para cada tipo de comprometimento físico ou intelectual do praticante. Ao ser inserido no ambiente esportivo, a potencialidade do aluno será avaliada e direcionada.

"Qualquer pessoa com deficiência que chega para trabalhar conosco, sempre identificamos a potencialidade dela. Tem membro parado, qual o potencial? A gente o escuta e direciona para um esporte onde ele possa ser eficiente", afirma o educador físico Felipe Catunda.

No esporte paralímpico, as modalidades são divididas por classe. Cada categoria é definida pelo grau do comprometimento. Por exemplo, no judô adaptado para cego, existem três categorias, variando da cegueira completa a baixa visão.

No basquete ou handebol de cadeira de rodas, o time em quadra precisa somar uma pontuação específica. Cada atleta terá uma quantidade de pontos conforme a lesão física. Felipe Catunda explica que essas especificidades são necessárias para deixar a competição justa.

Existem dois tipos de categoria de esporte paralímpico: adaptado e exclusivo. Modalidades como natação, judô, futebol e basquete passam por adequações para atender o desportista com deficiência. Já o golbol (goalball) é modalidade direcionada a deficientes visuais.

"Por mais comprometido (por causa da deficiência), a gente extrai o potencial. Analisamos o quadro clínico para entender a deficiência e trabalhar o que ele pode fazer e direcionar para a modalidade", ressalta Felipe.

 

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