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Novela

Em "O Outro Lado do Paraíso", Nádia será obrigada a cuidar de Raquel após atentado

A juíza será vítima de um atentado ordenado pela vilã Sophia (Marieta Severo) e por pouco não ficará paraplégica

14:31 | 11/01/2018
Nádia (Eliane Giardini) (Foto: Divulgação/TV Globo)
Em "O Outro Lado do Paraíso", Nádia, papel interpretado pela atriz Eliane Giardini, terá que engolir o racismo e o preconceito para servir Raquel (Erika Januza) nos próximos capítulos. A juíza será vítima de um atentado ordenado pela vilã Sophia (Marieta Severo) e por pouco não ficará paraplégica.
Com Raquel doente, Bruno (Caio Paduan) ameaçará sumir de casa para obrigar a mãe a servir de empregada para a amada. Depois de ser atropelada e receber alta, a juíza será levada para a casa do delegado, que dará instruções para a mãe sobre os cuidados.
 
"Dar comida, banho. A Raquel fica no meu quarto. Quando eu tiver em casa, eu ajudo. Quando não, você dá uma fugidinha do salão. Cozinha pra ela", explicará o delegado. "Eu? Servir uma negra?", reclamará Nádia.
 
Em seguida, Bruno ameaçará a dondoca e dirá que ela pode ser presa por racismo. "Em vez disso, você serve a Raquel. Ou serve a Raquel ou eu vou embora de casa agora mesmo, e nem venho te visitar. Sumo da tua vida", ameaça o jovem.
 
Sem escolha, Nádia aceitará a ordem do filho, mas não poupará a nora de provocações. Raquel dirá que aceita ficar no quartinho da empregada, mas a dondoca retrucará. "Imagina, aquele é o quarto da senzala. Desculpe, foi a maneira de dizer", dirá.
 
Raquel agradecerá Bruno pelos cuidados. Nádia, no entanto, não se conformará em servir a ex-empregada. "Trouxe um lanche para você. Ouvi quando disse que se sentia uma princesa. Quem diria, não é? Eu, servindo uma negra do quilombo", comentará a megera.
 
"O mundo dá voltas. Eu sei que não está feliz, dona Nádia, por ter que me suportar. Mas eu vim porque preciso e porque o Bruno insistiu. Já que estou aqui, vou me cuidar, me recuperar. Ficar boa. A senhora, goste ou não, tem que me engolir. Pode me chamar de negra, eu tenho orgulho de ser negra. A senhora é que não devia ter orgulho por ser racista. Já que estou aqui, espero que cozinhe muito bem. Vai me servir", retrucará para a magistrada.
 
Redação O POVO Online