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Mulher com sintomas de Covid-19 relata sofrer assédio sexual de médico durante consulta em São Paulo

"Ele perguntou se eu não tinha vontade de calor humano, um abraço", conta Vivian Herculano Salvatore, recepcionista de 29 anos
10:30 | Ago. 11, 2020
Autor - Redação O POVO
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A paciente Vivian Herculano Salvatore, de 29 anos, foi para um consulta médica após apresentar sintomas de Covid-19 e conta ter sofrido importunação sexual pelo médico. A consulta aconteceu em São Vicente, litoral de São Paulo. As informações são do G1, com quem Vivian conversou.

A jovem procurou atendimento médico no Centro de Controle de Coronavírus. No local, foi atendida por um médico que passou a perguntar sobre os passatempos dela. De acordo com a Prefeitura, o médico suspeito foi afastado após as denúncias. 

Segundo a recepcionista, o profissional afirmou que ela não sofria de Covid-19, mas sim que ela estava sob estresse. "Ele começou a falar que eu precisava relaxar e perguntou o que eu fazia para desestressar. Achei aquilo estranho, mas continuei respondendo", relatou ao G1.

"Falei que deixei de fazer o que gostava por causa da pandemia, como ir à praia, e ele falou que eu precisava desestressar. Me mandou fazer um raio-X, fiz o exame e, quando voltei, a porta já estava entreaberta, quase encostada, e ele falou que eu não tinha nada, só estresse", afirma Vivian.

A vítima conta que, nesse momento, ouviu do especialista que, "para desestressar, precisava de três coisas: oportunidade, vontade e coragem", e que aí percebeu a intenção do médico. "Ele começou a falar em um tom de voz mais baixo".

"Ele me disse: 'uma dessas três coisas te falta: a oportunidade você tem agora, o que te falta, coragem ou vontade?'. Nessa hora, ele levantou da mesa dele e parou na minha frente, perguntando se eu não tinha coragem, e que era só fechar a porta. Ele também perguntou se eu não tinha vontade de calor humano, um abraço, que me desestressava", desabafa.

Segundo Vivian, assim que o médico se aproximou, ela se levantou e saiu do consultório, mas ainda conseguiu ouvir o médico afirmando que ela 'precisava desestressar'. A recepcionista chegou a pensar em ir embora, mas voltou para dentro do hospital e denunciou o caso à direção da unidade.

Denúncia

Após a denúncia à administração, a vítima foi orientada pela equipe do centro médico a registrar a ocorrência junto à Polícia Civil. O caso é investigado como crime de importunação sexual na Delegacia de Defesa da Mulher de São Vicente.

"É uma sensação de medo. A gente não tem forças para reagir àquilo. Não quero que outras pessoas passem por situação igual ou pior à que eu passei, e eu acho que ele vai continuar fazendo se não for parado. Nunca esperei passar por isso em um hospital, com uma pessoa que está ali para cuidar da gente", finaliza.

Conforme o portal de notícias, a Prefeitura de São Vicente, por meio da Secretaria de Saúde (Sesau), informou em nota que a denúncia está sendo apurada pelos órgãos competentes e que o médico foi imediatamente afastado de suas funções.

A Lei de Importunação Sexual tipifica os crimes de importunação sexual e de divulgação de cena de estupro, torna pública incondicionada a natureza da ação penal dos crimes contra a liberdade sexual e dos crimes sexuais contra vulnerável, estabelece causas de aumento de pena para esses crimes e define como causas de aumento de pena o estupro coletivo e o estupro corretivo.


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A CPI está de volta à programação

2021-08-01 00:30:00
Autor Guálter George
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Guálter George Autor
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Tipo Análise

O impagável humor do brasileiro anuncia para os próximos dias a estreia da segunda temporada, no Senado, da CPI da Covid, dando-lhe um tratamento de reality show. Risos à parte, e eles são sempre bem-vindos, na dureza do mundo real é verdade que os depoimentos serão retomados na próxima terça-feira, dia 3, após recesso de duas semanas. Outra verdade é que, ao contrário do que parece, está longe de o período ter representado uma parada absoluta nos trabalhos dos senadores. Ao contrário, tanto o bloco de oposicionistas como o grupo governista, com gente que se diz independente em ambas as formações, aproveitaram o período para organizar muita coisa que parecia desordenada em meio ao caos que prevalecia devido às informações que chegavam e os parlamentares não tinham como dar conta na ordem que, muitas vezes, cada uma delas merecia.

Uma maneira interessante de entender melhor se faz sentido a alta expectativa de muita gente quanto à volta da CPI e seus efeitos no ambiente político é ouvir os dois senadores cearenses que a integram: Tasso Jereissati, do PSDB, que faz parte do chamado G7 (grupo dos não alinhados com o governo), e Eduardo Girão, do Podemos, que se anuncia independente, embora suas participações atendam, em geral, às expectativas do Palácio do Planalto. Especialmente no ponto em que insiste como necessário que a Comissão tire o foco único em Bolsonaro e procure saber tambem o que fizeram de errado governadores e prefeitos a pretexto de combater a pandemia.

Tasso, que passou todo o período nos Estados Unidos, conciliou descanso ao lado de familiares com a participação em reuniões, por via remota, do tal G7, a última delas realizada na noite da quarta-feira passada, com o reforço das convidadas Eliziane Gama (Cidadania), do Maranhão, e Simone Tebet, (MDB), do Mato Groso do Sul. Sua expectativa é de que coisa pesada está por ser revelada na nova etapa das investigações após análise de documentação já em posse da CPI, com o foco, na retomada, concentrado na situação que envolvia a empresa Precisa e sua negociação com o Ministério da Saúde, cheia de dúvidas, problemas e suspeitas. O vice-presidente Randolfe Rodrigues (Rede-AP), por exemplo, fala abertamente nas últimas horas sobre a necessidade de "prisão" do empresário Francisco Maximiano, a quem acusa de vir obstruindo as investigações.

Eduardo Girão (Podemos-CE) critica trabalhos da CPI(Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado Eduardo Girão (Podemos-CE) critica trabalhos da CPI

Eduardo Girão, que, claro, não tem a ver com a expectativa e a estratégia do G7, aproveitou o período para juntar mais alguns elementos e, na volta da CPI, agregá-los ao seu discurso pelo alargamento das investigações. O que diz é que nas ruas por onde anda há grandes queixas pelo fato de os senadores continuarem dando pouca atenção ao que chama de "calote da maconha". Girão quer que alguém do Consórcio do Nordeste vá à Comissão explicar a operação com uma empresa que comercializa produtos à base de canabis para aquisição de respiradores. Um escândalo em si, para ele, agravado pelo ponto em que o produto não teria sido entregue, causando prejuízo de pelo menos R$ 48,7 milhões, dinheiro que teria sido objeto de repasse federal, justificando sua inclusão no rol de uma investigação realizada no âmbito do Senado. Como recado principal para o novo momento, o parlamentar adianta que vai insistir na briga para que governadores e prefeitos também sejam chamados a esclarecer seus gastos dos últimos tempos para conter o quadro de pandemia.

Bom, o recorte acima mostra que a CPI volta à cena com os mesmos ingredientes e as mesmas tensões, apesar das indicações de que o avanço na análise da documentação, e pontos ainda não tornados públicos, pode levar a história a um novo patamar. Tasso e Girão concordam, inclusive, no aspecto em que não enxergam grandes alterações no cenário interno da Comissão com a chegada à Casa Civil, também prevista para os próximos dias, do colega senador Ciro Nogueira, do PP. Aliás, até o recesso, companheiro deles também na própria CPI. É que o roteiro parece tão bem traçado, numa e em outra perspectiva, que seria necessário um fato novo muito mais novo e muito mais fato para mudar o rumo das coisas. É preparar a pipoca porque o show vai recomeçar.

 

Nova realidade, nova lei

Iniciativa de um parlamentar cearense, que já tramita na Câmara, tenta atualizar a legislação brasileira para tempos de emergência sanitária, por exemplo, definindo melhor as situações em que o crime de responsabilidade estará caracterizado. Olhando mais para o futuro, é verdade, mas como resultado da constatação de que o comportamento do presidente da República hoje não tem como ser enquadrado pela falta de instrumentos jurídicos. A lei que orienta as ações de uma emergência em saúde pública no Brasil, para se ter ideia, remonta ao ano de 1975.

Para além da ocasião

O deputado federal Odorico Monteiro (PSB) foi quem apresentou o PL 1902/2021 e, segundo diz, ali estão estabelecidas normas estáveis e genéricas para o enfrentamento de pandemias. Quem o assessorou no trabalho foi Wanderson de Oliveira, aquele que sentava todo dia ao lado do então ministro Luiz Henrique Mandetta, à época como secretário de Vigilância Sanitária, quando, no começo da crise sanitária, parecia haver ministério da Saúde. Uma audiência pública em Brasília discute a iniciativa parlamentar amanhã, a partir de 14 horas.

Visto e muito notado

A palestra da quinta-feira em Senador Pompeu, com entrevista coletiva, aglomeração e tudo, era do pré-candidato do PDT à presidência da República, Ciro Gomes. No entanto, quem mais buscou se aproveitar do momento para intensificar o corpo-a-corpo (nas condições que o momento permite) com os presentes, de olho em 2022, foi o secretário estadual de Planejamento (e deputado federal licenciado) Mauro Benevides Filho. Sem mistério, tenta acumular forças para quando começar para valer o debate interno pedetista acerca do candidato da aliança governista à sucessão de Camilo Santana.

A solução proporcional

A família já está comunicada oficialmente que não tem mais volta e o nome de Eunício Oliveira estará na urna das eleições de 2022. Quando falou com a coluna, um tempo atrás, dizia ele que a intenção única era viabilizar uma candidatura majoritária, o que limitaria seu projeto à disputa pelo governo, vice ou Senado. Convenhamos, difícil imaginar que sobre espaço para ele na briga de gigantes que se vislumbra em relação a estes cargos, o que pode justificar uma pequena mudança de atitude mais recente e já alguma sinalização de que uma candidatura à Câmara é discutível.

Cadeira cobiçada, de novo

Faz tempo que o senador piauiense Ciro Nogueira mira o Banco do Nordeste e os cargos importantes, além de disputados, que sua estrutura administrativa oferece para o mundo político regional. Já no governo Bolsonaro, ainda como apenas um integrante da base no Congresso, quase emplaca, um tempo atrás, aliado fiel num dos cargos da diretoria, mas a coisa acabou não fluindo. Já se tem como certo que, agora como poderoso Chefe da Casa Civil, volta à carga e com mais força, e se fala que a presidência passou a ser seu novo alvo.

Domingos Filho (PSD) abonou a ficha de filiação da bispa Vanessa Lima, mulher do deputado estadual Apóstolo Luiz Henrique(Foto: Divulgação)
Foto: Divulgação Domingos Filho (PSD) abonou a ficha de filiação da bispa Vanessa Lima, mulher do deputado estadual Apóstolo Luiz Henrique

Dois homens, um estilo

É fato, ninguém se movimenta mais do que Domingos Filho e o PSD para chegar forte à temporada eleitoral de 2022 no Ceará. Na última sexta-feira, abonou a ficha de filiação da bispa Vanessa Lima, que vem a ser a mulher do deputado estadual Apóstolo Luiz Henrique, voltando-se para um público que passou a ser muito disputado no ambiente da política dos últimos tempos. Gilberto Kassab, conhecido pelo seu estilo prático de fazer política, não conseguiria encontrar ninguém mais hábil para tocar sua filosofia no Ceará.

 

Padre Lino Allegri durante encontro com médicos e médicas do Coletivo Rebento(Foto: Divulgação)
Foto: Divulgação Padre Lino Allegri durante encontro com médicos e médicas do Coletivo Rebento

"Nenhum momento de tristeza. Só se vê amor. Solidariedade. Compaixão" Padre Lino Allegri, falando ontem sobre a situação que tem enfrentado, durante encontro com médicos e médicas do Coletivo Rebento que foram lhe prestar solidariedade, devido aos constrangimentos e até ameaças durante uma missa e também pelo fato de um movimento de grupo de fieis pedir seu afastamento das celebrações da Paróquia da Paz como reação às suas críticas ao governo de Jair Bolsonaro.

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Reabertura: do jeito que a variante Delta gosta

Covid-19
2021-08-01 00:30:00
Autor Ana Rute Ramires
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Tipo Opinião

Era só uma questão de tempo até a confirmação oficial da chegada da variante Delta ao Ceará, registrada essa semana, quando quatro passageiros vindos do Rio de Janeiro foram identificados com a cepa. Mais transmissível e possivelmente mais grave, a variante tornou-se preponderante rapidamente na Europa e nos Estados Unidos. Enquanto isso, no Ceará, eventos com centenas de pessoas estão autorizados, volta às aulas está prevista para agosto e setor de eventos planeja Réveillon com milhares de pessoas. Uma combinação que a variante Delta certamente aprova: totalmente favorável à sua transmissão.

Estudos indicam que pelo menos duas vacinas, Pfizer e AstraZeneca, são eficazes contra a variante quando ministradas duas doses. A questão é que a imunização arrastada mantém o País com baixa cobertura vacinal. No Ceará, apenas 41,6% da população tomou pelo menos uma dose. E são justamente as pessoas com vacinação incompleta e os não imunizados que estão mais vulneráveis à infecção e ao agravamento da doença.

Em países com cobertura vacinal muito mais avançada, a cepa se alastrou rapidamente, causando nova onda, "pandemia entre os não vacinados" — como afirmou a Casa Branca — e a supressão de restrições. No Brasil, quais estragos poderia causar? Não podemos ter memória fraca. A chegada da P1, ou variante Gama, encontrada inicialmente em Manaus, foi determinante para a segunda onda no Ceará. O vislumbre da normalidade não pode cegar acerca dos riscos iminentes.

 

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Covid: com 45,37% das UTIs ocupadas, Ceará mantém queda há quase dois meses

INTERNAÇÃO
2021-07-31 20:10:00
Autor Ana Rute Ramires
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Tipo Noticia

Ceará mantém tendência de queda na ocupação de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) para Covid-19 há quase dois meses. Redução na demanda pode ser registrada a partir da segunda semana de junho. Esta semana, Estado chegou ao menor patamar, com 44,67% na terça-feira, 27. Neste sábado, 31, plataforma IntegraSUS registra segunda menor taxa desde o início da pandemia (45,37%).

A oferta atual é de 454 leitos para pacientes com a infecção, conforme atualização feita às 18h04min. Os leitos destinados para adultos apresentam ocupação de 45,21%. No caso das UTIs para gestantes, 66,67% estão preenchidas. Os leitos pediátricos tem índice de 60,71% e os específicos para recém nascidos, 18,75%.

No caso das enfermarias, ocupação é de 25,63%. Nesses leitos, a tendência de queda na demanda se mantém há mais de dois meses, iniciada ainda no final de maio. Acompanhamento indica ainda que oito pacientes estão internados em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

LEIA TAMBÉM | Covid-19: Ceará pode não atingir meta de vacinar adultos até agosto por falta de doses

Na região de saúde de Fortaleza, taxa de ocupação sobre para 50,89%. Demanda por leitos é menor nas outras regiões: Sobral (43,8%), Sertão Central (46,67%), Cariri (39,55%). Não há informações sobre leitos na região de Litoral Leste/Jaguaribe. 

Conforme regulação estadual de pacientes, 23 pacientes aguardam por transferência. Sendo 18 deles para enfermarias e cinco para UTIs. 


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Brasil bate a marca de 100 milhões de pessoas vacinadas

Saúde
2021-07-31 18:07:28
Autor Agência Brasil
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Tipo Notícia

O Brasil chegou a 100 milhões de pessoas imunizadas ao menos com a primeira dose da vacina contra a covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 62% da população já recebeu ao menos uma dose. “Estamos cada vez mais próximos de chegar na nossa meta: até setembro, 100% dos adultos estarão vacinados com a primeira dose. E, até o final do ano, todos estarão imunizados”, afirmou o ministério, em nota à imprensa.

Ao mesmo tempo, o governo tem alertado a população sobre a importância da segunda dose. O ministério lançou no início de julho uma campanha para incentivar as pessoas que já tomaram a primeira dose a procurarem os postos de saúde para completar o esquema vacinal.

Nas redes sociais, o ministério ressalta a importância de se vacinar: “Quando chegar a sua vez, vacine já!!”

CPTM retoma o Expresso Turístico a partir de 8 de agosto

Geral
2021-07-31 17:52:30
Autor Agência Brasil
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A partir do dia 8 de agosto as viagens do Expresso Turístico da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) para Paranapiacaba, no meio da Serra do Mar, em Santo André, voltam a ser realizadas, depois de um ano e meio paralisadas devido à pandemia de covid-19. As primeiras viagens serão dias 8 e 22 de agosto e 5 e 19 de setembro, exclusivas para quem comprou o bilhete antes da pandemia e não pediu reembolso.

Todos os passageiros com viagens pendentes serão procurados pela CPTM para remarcar o passeio. Esse contato respeitará a ordem da viagem inicialmente comprada. O mesmo bilhete já adquirido deverá ser apresentado na data da nova viagem. Caso não seja possível aceitar a viagem nas datas propostas pela companhia, a passagem não perderá a validade e o passageiro, se quiser, ainda poderá pedir o reembolso. 

"Os passageiros que compraram as passagens, não viajaram e optaram por esperar serão recompensados agora. Todas as viagens respeitarão todos os protocolos de segurança para que a ida a Paranapiacaba seja uma experiência inesquecível e segura", disse o presidente da CPTM, Pedro Moro.

A previsão da CPTM é a de que sejam necessárias 13 viagens para atender as 1.350 pessoas que têm bilhetes válidos. A capacidade total de passageiros em cada uma das viagens será determinada pelo Plano São Paulo - atualmente é permitido 60% da capacidade total dos assentos, o que corresponde a 103 pessoas. 

Passageiros que tiverem dúvidas podem acessar a página da CPTM  ou entrar em contato com a empresa pelo e-mail [email protected] , whatsapp (11) 9 9767 7030 ou pela central de relacionamento 0800 055 0121. Ao entrar em contato será preciso informar o nome da pessoa que comprou a passagem, data original da viagem e número do bilhete. O prazo de resposta será de cinco dias úteis. 

Ainda em 2021, a CPTM pretende realizar duas viagens para Jundiaí com o objetivo de atender as cerca de 150 pessoas com viagens pendentes, por conta da pandemia. Já para Mogi das Cruzes, não havia passagens pendentes.

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