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União Europeia repatriou 500.000 cidadãos presos no exterior pelo coronavírus

Desde o início da epidemia, 600.000 europeus pediram ajuda para suas embaixadas ou missões da União Europeia para voltar do exterior, um terço da região Ásia-Pacífico e quase 150.000 das Américas
08:54 | Abr. 17, 2020
Autor AFP
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AFP Jornal
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Tipo Notícia

Os países da União Europeia (UE) repatriaram mais de 500.000 cidadãos presos fora do bloco devido às medidas decretadas para conter a disseminação do novo coronavírus, anunciou a Comissão Europeia nesta sexta-feira.

"Mais de meio milhão de [cidadãos] estão em suas casas (...). Atualmente, existem aproximadamente 98.900 europeus que ainda serão repatriados e esperamos que eles voltem para casa nos próximos dias", disse o porta-voz da comunidade, Peter Stano.

Desde o início da epidemia, 600.000 europeus pediram ajuda para suas embaixadas ou missões da União Europeia para voltar do exterior, um terço da região Ásia-Pacífico e quase 150.000 das Américas.

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As repatriações foram realizadas principalmente em voos comerciais ou charter fretados pelos governos nacionais.

No entanto, cerca de 47.000 pessoas recorreram ao Mecanismo de Proteção Civil da UE, disse o porta-voz da diplomacia europeia.

O bloco destacou uma equipe especial nesse mecanismo para ajudar seus cidadãos, mas também de países vizinhos como Noruega, Reino Unido ou Islândia, bem como dos países dos Bálcãs.

Para conter a disseminação do novo coronavírus, que deixou mais de 90.000 mortos no continente europeu, os países do bloco decidiram fechar suas fronteiras externas a viagens "não essenciais", o que fez disparar os cancelamentos de voos.


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