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Coronavírus
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Fluxo de carros e de pessoas ainda é intenso nas ruas de Fortaleza

Capital do Ceará é a que tem maior número de casos no País a cada 100 mil habitantes

Ítalo Cosme
16:19 | 08/04/2020
FLUXO DE VEÍCULOS NA AV. WASHINGTON SOARES NO FIM DA MANHÃ DESTA QUARTA-FEIRA  (Foto: Fábio Lima)
FLUXO DE VEÍCULOS NA AV. WASHINGTON SOARES NO FIM DA MANHÃ DESTA QUARTA-FEIRA (Foto: Fábio Lima)

O POVO percorreu alguns bairros de Fortaleza na manhã desta quarta-feira, 8, e ainda encontrou muito movimento nas ruas. Messejana, Amadeu Furtado e Parquelândia tinham pouco movimento de carros, mas muita gente na rua. Algumas pessoas até usavam máscaras ou levavam frascos de álcool em gel, mas pela concentração de gente em alguns pontos, o contágio por Sars-CoV-2 visivelmente se mostrava fácil de acontecer. Nem mesmo a situação epidemiológica pandêmica e a Capital com mais infectados no País pelo novo coronavírus a cada 100 mil habitantes parece incomodar o fortalezense.

Se o ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, demonstrou preocupação com o cenário em Fortaleza, o sentimento não alcança parte da população. O trânsito, por exemplo, reduziu-se drasticamente desde o primeiro decreto do governador Camilo Santana, em 19 de março, quando limitou a circulação dos cearenses, fechou escolas, parte do comércio e cancelou eventos com possibilidade de aglomerações. Mas nas avenidas Antônio Sales, Washington Soares, Jovita Feitosa e Aguanambi, o volume de carros não era tão diferente dos dias sem isolamento. Na Padre Pedro de Alencar, em Messejana, o fluxo de veículos também era intenso.

Ao contrário do que registrava desde cedo a porta de loterias e bancos, o movimento nos supermercados não apresentava aglomerações. Para atendimento e pagamento das compras, as pessoas se organizavam em fileiras mais espaçadas. Alguns pontos de comércios não essenciais tentavam driblar o decreto do governador e funcionavam de portas semiabertas.

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